21/01/2026
Recorde de feminicídios: Brasil registra quatro assassinatos de mulheres por dia em 2025
Em 2025, o Brasil atingiu mais um recorde vergonhoso de violência contra as mulheres. De acordo com dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, apenas no ano passado, 1.470 mulheres foram vítimas de feminicídio em todo o país. O número histórico revela que, em média, quatro mulheres foram mortas por dia de forma violenta no país.
O total supera os 1.464 registros contabilizados em 2024, até então, o maior número da série histórica. Os dados foram apurados pelos governos estaduais e enviados ao governo federal. Com isso, o número de casos pode ser ainda maior, já que os registros referentes ao mês de dezembro do estado de São Paulo ainda aguardam atualização na base do governo federal.
“Os dados que vêm a público são um alerta duro e inaceitável. Não podemos naturalizar o machismo nem admitir que a violência contra mulheres e meninas continue fazendo parte do nosso cotidiano. O Brasil precisa, com urgência, mudar sua postura, fortalecer a prevenção e ampliar as políticas de proteção. É inadmissível que, em pleno século XXI, ainda convivamos com práticas de dominação e controle sobre o corpo das mulheres. Como Sindicato, reafirmamos nosso compromisso de lutar, denunciar e agir para que nenhuma forma de violência seja tolerada”, afirmou o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
O presidente da Fenae, Sérgio Takemoto, ressaltou ainda que os dados do Ministério da Justiça escancaram, mais uma vez, a necessidade de que o poder público, a iniciativa privada e a sociedade civil unam esforços para adotar medidas de conscientização e prevenção da violência de gênero no país. “Iniciativas como a campanha Fenae com Elas, desenvolvida pela Fenae precisam ser ampliadas para o enfrentamento e a redução dos casos de morte violenta de mulheres no Brasil”, finalizou.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e região também disponibiliza o programa “Basta! Não irão nos calar!”, mais uma materialização do compromisso do movimento sindical bancário com a implantação de canais de apoio concreto. Lançado em 2021 pela Contraf-CUT, o projeto oferece assessoria jurídica e acolhimento humanizado para mulheres bancárias em situação de violência doméstica e familiar.
Em Catanduva e região, o Basta! Não Irão nos Calar está disponível desde março de 2023, com horário de funcionamento de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Para serem atendidas, as bancárias podem entrar em contato pelo número (11) 99591-7733, que funciona exclusivamente via WhatsApp. Em poucos minutos, uma advogada do escritório Crivelli Advogados, parceiro da entidade no projeto, retornará o contato.
Além da base do Sindicato, o canal está presente em outras 14 entidades, cobrindo 485 cidades nas cinco regiões do país, e já realizou mais de 530 atendimentos.
"Para o Sindicato, não existe neutralidade quando se trata de enfrentar a violência contra as mulheres. Estamos nas campanhas, nas mesas de negociação, nos processos formativos e em cada iniciativa que ajude a transformar essa realidade tão urgente. A força da categoria nas ruas e o fortalecimento de iniciativas como o “Basta!” mostram que o combate à violência é uma agenda permanente e essencial para o movimento sindical, transformando denúncias em proteção real e ações concretas para todas as mulheres bancárias", reforçou Vicentim.
Campanha Fenae com elas
A campanha Fenae com Elas foi viabilizada a partir da assinatura da carta-compromisso com o Ministério das Mulheres, que garantiu a adesão da entidade à Articulação Nacional pelo Feminicídio Zero. O compromisso reafirma a atuação permanente da Fenae na defesa dos direitos das mulheres e na implementação de ações voltadas ao combate a todas as formas de violência de gênero.
Por meio da campanha Fenae com Elas, foi incluído no Edital 004 de Responsabilidade Social da Federação o eixo de empoderamento de mulheres e meninas, voltado à promoção da equidade de gênero. Atualmente, os projetos sociais desenvolvidos nos estados do Amazonas (Empoderar), Maranhão (Sou Porque Somos: Ubuntu na Luta pelo Feminicídio Zero), Minas Gerais (Mulheres fortalecendo o território na perspectiva de gênero), Pernambuco(Modelando o Amanhã- Preservação da Arte do Barro), Piauí (Projeto Caneleiro), Rondônia (Mulheres Conectadas), São Paulo (Entrelaçando Historias e Rendas), Sergipe (Conhecimento que liberta) e no Distrito Federal (Projeto Viva Mulher Segura!) são direcionados exclusivamente para esse eixo, beneficiando, até o final de 2026, cerca de 1.030 mulheres e meninas diretamente e outras 4.010 de forma indireta.
Além dessas nove iniciativas já citadas, os projetos desenvolvidos nos demais 18 estados também têm o compromisso de incorporar ações alinhadas ao eixo de equidade de gênero. Entre essas ações estão palestras, oficinas e atividades formativas que destacam a importância do combate à violência doméstica e do fortalecimento do empoderamento feminino, especialmente nos projetos que atuam nas áreas de inclusão produtiva, educação complementar e segurança alimentar.
O total supera os 1.464 registros contabilizados em 2024, até então, o maior número da série histórica. Os dados foram apurados pelos governos estaduais e enviados ao governo federal. Com isso, o número de casos pode ser ainda maior, já que os registros referentes ao mês de dezembro do estado de São Paulo ainda aguardam atualização na base do governo federal.
“Os dados que vêm a público são um alerta duro e inaceitável. Não podemos naturalizar o machismo nem admitir que a violência contra mulheres e meninas continue fazendo parte do nosso cotidiano. O Brasil precisa, com urgência, mudar sua postura, fortalecer a prevenção e ampliar as políticas de proteção. É inadmissível que, em pleno século XXI, ainda convivamos com práticas de dominação e controle sobre o corpo das mulheres. Como Sindicato, reafirmamos nosso compromisso de lutar, denunciar e agir para que nenhuma forma de violência seja tolerada”, afirmou o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
O presidente da Fenae, Sérgio Takemoto, ressaltou ainda que os dados do Ministério da Justiça escancaram, mais uma vez, a necessidade de que o poder público, a iniciativa privada e a sociedade civil unam esforços para adotar medidas de conscientização e prevenção da violência de gênero no país. “Iniciativas como a campanha Fenae com Elas, desenvolvida pela Fenae precisam ser ampliadas para o enfrentamento e a redução dos casos de morte violenta de mulheres no Brasil”, finalizou.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e região também disponibiliza o programa “Basta! Não irão nos calar!”, mais uma materialização do compromisso do movimento sindical bancário com a implantação de canais de apoio concreto. Lançado em 2021 pela Contraf-CUT, o projeto oferece assessoria jurídica e acolhimento humanizado para mulheres bancárias em situação de violência doméstica e familiar.
Em Catanduva e região, o Basta! Não Irão nos Calar está disponível desde março de 2023, com horário de funcionamento de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Para serem atendidas, as bancárias podem entrar em contato pelo número (11) 99591-7733, que funciona exclusivamente via WhatsApp. Em poucos minutos, uma advogada do escritório Crivelli Advogados, parceiro da entidade no projeto, retornará o contato.
Além da base do Sindicato, o canal está presente em outras 14 entidades, cobrindo 485 cidades nas cinco regiões do país, e já realizou mais de 530 atendimentos.
"Para o Sindicato, não existe neutralidade quando se trata de enfrentar a violência contra as mulheres. Estamos nas campanhas, nas mesas de negociação, nos processos formativos e em cada iniciativa que ajude a transformar essa realidade tão urgente. A força da categoria nas ruas e o fortalecimento de iniciativas como o “Basta!” mostram que o combate à violência é uma agenda permanente e essencial para o movimento sindical, transformando denúncias em proteção real e ações concretas para todas as mulheres bancárias", reforçou Vicentim.
Campanha Fenae com elas
A campanha Fenae com Elas foi viabilizada a partir da assinatura da carta-compromisso com o Ministério das Mulheres, que garantiu a adesão da entidade à Articulação Nacional pelo Feminicídio Zero. O compromisso reafirma a atuação permanente da Fenae na defesa dos direitos das mulheres e na implementação de ações voltadas ao combate a todas as formas de violência de gênero.
Por meio da campanha Fenae com Elas, foi incluído no Edital 004 de Responsabilidade Social da Federação o eixo de empoderamento de mulheres e meninas, voltado à promoção da equidade de gênero. Atualmente, os projetos sociais desenvolvidos nos estados do Amazonas (Empoderar), Maranhão (Sou Porque Somos: Ubuntu na Luta pelo Feminicídio Zero), Minas Gerais (Mulheres fortalecendo o território na perspectiva de gênero), Pernambuco(Modelando o Amanhã- Preservação da Arte do Barro), Piauí (Projeto Caneleiro), Rondônia (Mulheres Conectadas), São Paulo (Entrelaçando Historias e Rendas), Sergipe (Conhecimento que liberta) e no Distrito Federal (Projeto Viva Mulher Segura!) são direcionados exclusivamente para esse eixo, beneficiando, até o final de 2026, cerca de 1.030 mulheres e meninas diretamente e outras 4.010 de forma indireta.
Além dessas nove iniciativas já citadas, os projetos desenvolvidos nos demais 18 estados também têm o compromisso de incorporar ações alinhadas ao eixo de equidade de gênero. Entre essas ações estão palestras, oficinas e atividades formativas que destacam a importância do combate à violência doméstica e do fortalecimento do empoderamento feminino, especialmente nos projetos que atuam nas áreas de inclusão produtiva, educação complementar e segurança alimentar.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Em assembleia, bancários do Mercantil aprovam renovação do acordo de PLR
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões
- Santander lucra R$ 9,7 bilhões, mas fecha quase 6 mil postos de trabalho
- INSS alerta para golpes que usam informação falsa sobre biometria
- Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz Abras
- Mercantil antecipa pagamento da 13ª cesta-alimentação para esta sexta (30)
- COE Itaú cobra avanços em teletrabalho, monitoramento digital e condições de trabalho na renovação do Acordo Coletivo
- Caixa pública é patrimônio do Brasil e instrumento estratégico de desenvolvimento
- Itaú anuncia compra de startup de inteligência artificial por R$ 2,925 bilhões
- Bradesco lucra R$ 20,9 bilhões e fecha 3,2 mil postos de trabalho bancário em um ano
- Sindicato convoca bancários do Mercantil para deliberar ACT da PLR. Confira o edital
- NOTA DE PESAR: Rosângela de Farias Silva Lorenzetti
- A esperança venceu com a energia das ruas para construir o futuro
- Nota de Pesar: Sindicato dos Bancários de Catanduva e região lamenta a morte de Maria Heloísa Pereira Marcos
- "Tesouraço" de Flávio eliminaria até 2,2 milhões de empregos e impactaria PIB negativamente em 1,55%, diz Dieese