20/01/2026
Novas regras que aumentam segurança do PIX entram em vigor em fevereiro; veja o que muda no alerta de golpe
Todo dia, brasileiros são vítimas de golpes eletrônicos. As fraudes são muitas. A partir de fevereiro, todas as instituições financeiras do país deverão seguir novas normas do Banco Central voltadas à ampliação da segurança nas operações via Pix.
A medida busca combater o avanço de golpes e fraudes que vêm se multiplicando desde a popularização do sistema.
Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), hoje os criminosos atuam com mais agilidade do que o sistema de rastreamento das instituições, o que dificulta a recuperação dos valores. Atualmente, menos de 10% do dinheiro roubado por meio de golpes envolvendo o Pix é recuperado, o que, segundo especialistas, incentiva a continuidade dessas práticas criminosas.
Com as novas regras, a resposta será mais rápida: assim que a vítima registrar a denúncia — que poderá ser feita diretamente pelo aplicativo do banco — o sistema bloqueará automaticamente a conta para a qual o valor foi enviado. Caso o montante já tenha sido transferido para outra conta, o bloqueio seguirá em cadeia, rastreando os recursos por todas as movimentações feitas após o golpe.
"Qual que é o nosso grande objetivo aqui? É que, além de a gente aumentar a recuperação, a gente traga novos mecanismos para tornar cada vez mais caro esse empréstimo de contas ou uso de contas laranjas", diz Ivo Mósca, diretor-executivo de Inovação, Produtos e Serviços Bancários da Febraban.
A medida busca combater o avanço de golpes e fraudes que vêm se multiplicando desde a popularização do sistema.
Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), hoje os criminosos atuam com mais agilidade do que o sistema de rastreamento das instituições, o que dificulta a recuperação dos valores. Atualmente, menos de 10% do dinheiro roubado por meio de golpes envolvendo o Pix é recuperado, o que, segundo especialistas, incentiva a continuidade dessas práticas criminosas.
Com as novas regras, a resposta será mais rápida: assim que a vítima registrar a denúncia — que poderá ser feita diretamente pelo aplicativo do banco — o sistema bloqueará automaticamente a conta para a qual o valor foi enviado. Caso o montante já tenha sido transferido para outra conta, o bloqueio seguirá em cadeia, rastreando os recursos por todas as movimentações feitas após o golpe.
"Qual que é o nosso grande objetivo aqui? É que, além de a gente aumentar a recuperação, a gente traga novos mecanismos para tornar cada vez mais caro esse empréstimo de contas ou uso de contas laranjas", diz Ivo Mósca, diretor-executivo de Inovação, Produtos e Serviços Bancários da Febraban.
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