14/01/2026
Bancários do Itaú aprovam Acordo Coletivo de Trabalho para 2026
Em assembleia virtual na terça-feira (13), das 8h às 20h, os trabalhadores do banco Itaú lotados na base do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região aprovaram, por ampla maioria dos votos, o acordo coletivo de trabalho (ACT) que prevê uma série de garantias aos empregados.
O acordo contém medidas para uma gestão ética nas relações de trabalho, com regras explícitas para a fiscalização do trabalho, principalmente em home office; reconhece o regime de teletrabalho, com avanços; o sistema alternativo de ponto eletrônico; o regime de compensação de horas; renova, com reajustes, a ajuda de custo pelo teletrabalho e o programa de concessão de bolsas de estudo; e ainda estabelece o Programa de Acolhimento, para o retorno de afastados por saúde, e cria a Mesa Bipartite, que coloca o Sindicato na discussão de qualquer iniciativa da empresa sobre reestruturações e fechamento de agências que venham a impactar os empregados.
Bolsa educação
O programa de bolsas de estudo prevê 5.500 bolsas de graduação ou pós-graduação, sendo 1 mil para empregados PCDs e 500 para as demais empresas do grupo.
Assim como o auxílio home office, o valor das bolsas será reajustado em 5,22% (INPC mais 1% de aumento real), assim, a bolsa corresponderá a 70% da mensalidade (limitado em R$ 631,32/mês).
Com a proposta aprovada, já na próxima semana os empregados receberão do Itaú as informações sobre o cronograma para as inscrições, análise e pagamento do auxílio da bolsa estudo. Portanto, fiquem atentos aos prazos.
“Agradecemos a todos os trabalhadores e trabalhadoras da nossa base que participaram ativamente da assembleia. A aprovação do ACT garante avanços concretos, amplia direitos e fortalece a organização dos bancários do Itaú. Sabemos que ainda há muitos desafios a enfrentar, especialmente no que diz respeito à saúde, à sobrecarga e à pressão por metas. Por isso, seguiremos firmes na luta, com unidade e mobilização, para avançar ainda mais”, afirmou Ricardo Jorge Nassar Jr, diretor do Sindicato.
Para o dirigente, a aprovação do acordo reafirma o papel essencial do Sindicato como instrumento de defesa da categoria, capaz de negociar, pressionar e conquistar benefícios que dialogam com as reais necessidades dos trabalhadores, reforçando que nenhuma conquista acontece sem participação e luta coletiva.
Saiba o que foi aprovado
O acordo contém medidas para uma gestão ética nas relações de trabalho, com regras explícitas para a fiscalização do trabalho, principalmente em home office; reconhece o regime de teletrabalho, com avanços; o sistema alternativo de ponto eletrônico; o regime de compensação de horas; renova, com reajustes, a ajuda de custo pelo teletrabalho e o programa de concessão de bolsas de estudo; e ainda estabelece o Programa de Acolhimento, para o retorno de afastados por saúde, e cria a Mesa Bipartite, que coloca o Sindicato na discussão de qualquer iniciativa da empresa sobre reestruturações e fechamento de agências que venham a impactar os empregados.
Bolsa educação
O programa de bolsas de estudo prevê 5.500 bolsas de graduação ou pós-graduação, sendo 1 mil para empregados PCDs e 500 para as demais empresas do grupo.
Assim como o auxílio home office, o valor das bolsas será reajustado em 5,22% (INPC mais 1% de aumento real), assim, a bolsa corresponderá a 70% da mensalidade (limitado em R$ 631,32/mês).
Com a proposta aprovada, já na próxima semana os empregados receberão do Itaú as informações sobre o cronograma para as inscrições, análise e pagamento do auxílio da bolsa estudo. Portanto, fiquem atentos aos prazos.
“Agradecemos a todos os trabalhadores e trabalhadoras da nossa base que participaram ativamente da assembleia. A aprovação do ACT garante avanços concretos, amplia direitos e fortalece a organização dos bancários do Itaú. Sabemos que ainda há muitos desafios a enfrentar, especialmente no que diz respeito à saúde, à sobrecarga e à pressão por metas. Por isso, seguiremos firmes na luta, com unidade e mobilização, para avançar ainda mais”, afirmou Ricardo Jorge Nassar Jr, diretor do Sindicato.
Para o dirigente, a aprovação do acordo reafirma o papel essencial do Sindicato como instrumento de defesa da categoria, capaz de negociar, pressionar e conquistar benefícios que dialogam com as reais necessidades dos trabalhadores, reforçando que nenhuma conquista acontece sem participação e luta coletiva.
Saiba o que foi aprovado
- Reajuste do auxílio educação: 70% da mensalidade (limitado em R$ 631,32/mês);
- 5.500 bolsas de graduação ou pós-graduação, sendo 1 mil para empregados PCDs e 500 para as demais empresas do grupo, todas reajustadas em 5,22% (INPC mais 1% de aumento real);
- Reajuste do auxílio de teletrabalho em 5,22%, que passará a R$ 115,14 mensais (ou R$ 1.381,68 anuais), e a formalização de regras e garantias para o trabalho remoto;
- Controle e validação da jornada de trabalho, com canal específico para que irregularidades sejam denunciadas ao Sindicato;
- Regras e fiscalização do banco de horas, garantindo melhorias nas formas de compensação;
- Gestão ética da tecnologia para que abusos sejam coibidos;
- Programa de Acolhimento voltado para empregados e empregadas que ficam afastados do trabalho na rede de agências físicas ou digitais por período igual ou superior a 180 dias, com redução das metas;
- Instituição da Mesa Bipartite de negociação, garantindo diálogo permanente sobre quaisquer medidas de reestruturação ou fechamento de agências.
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