28/01/2020
Banco e ministério da Economia negam, mas Paulo Guedes tem plano para destruir o BB

(Foto: Agência Brasil)
Se a privatização não é o caminho para acabar com o Banco do Brasil como conhecemos hoje, o governo do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Economia, Paulo Guedes, estudam outros meios de atacar o BB. Isso inclui facilitar a demissão de funcionários e vender os ativos do banco.
Segundo reportagem da Reuters, as iniciativas teriam por finalidade "competir melhor com rivais privados", o que incluiria alterar as regras de emprego para facilitar a contratação e demissão de funcionários do banco e remover algumas restrições salariais, manter dividendos em patamares elevados a partir da venda de ativos e fechar parcerias com fintechs e outras startups, segundo fontes não identificadas ouvidas pela reportagem.
Apesar de negativas da direção do banco e do Ministério da Economia sobre mudanças, as informações obtidas pela Reuters confirmam o movimento de Paulo Guedes contra o BB.
É um absurdo dizer que o Banco do Brasil não é competitivo, sendo que ele é um dos maiores bancos do país, sendo construído exatamente por seus funcionários de carreira. Este tipo de iniciativa, vinda de indicados do mercado financeiro para dirigir o BB, serve apenas para destruir o patrimônio contruído durante a história cententária do banco e atender aos interesss corporativos dos bancos privados, acabando com a concorrência.
A proposta de mudança na forma de contratação e demissão também configura um ataque contra o direito dos funcionários, e por isso o movimento sindical não abrirá espaço. Estas novas revelações sobre os planos de Guedes para o banco demonstram que virão mais ataques para cima dos trabalhadores, como tem acontecido desde a reforma trabalhista. A campanha salarial deste ano será muito difícil e será fundamental a unidade e a disposição de luta para garantir direitos.
Segundo reportagem da Reuters, as iniciativas teriam por finalidade "competir melhor com rivais privados", o que incluiria alterar as regras de emprego para facilitar a contratação e demissão de funcionários do banco e remover algumas restrições salariais, manter dividendos em patamares elevados a partir da venda de ativos e fechar parcerias com fintechs e outras startups, segundo fontes não identificadas ouvidas pela reportagem.
Apesar de negativas da direção do banco e do Ministério da Economia sobre mudanças, as informações obtidas pela Reuters confirmam o movimento de Paulo Guedes contra o BB.
É um absurdo dizer que o Banco do Brasil não é competitivo, sendo que ele é um dos maiores bancos do país, sendo construído exatamente por seus funcionários de carreira. Este tipo de iniciativa, vinda de indicados do mercado financeiro para dirigir o BB, serve apenas para destruir o patrimônio contruído durante a história cententária do banco e atender aos interesss corporativos dos bancos privados, acabando com a concorrência.
A proposta de mudança na forma de contratação e demissão também configura um ataque contra o direito dos funcionários, e por isso o movimento sindical não abrirá espaço. Estas novas revelações sobre os planos de Guedes para o banco demonstram que virão mais ataques para cima dos trabalhadores, como tem acontecido desde a reforma trabalhista. A campanha salarial deste ano será muito difícil e será fundamental a unidade e a disposição de luta para garantir direitos.
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