22/07/2019
Incertezas demandam comprometimento e exigem participação dos associados da Cassi

(Arte: Divulgação)
Em dezembro terminam os recursos extraordinários da Cassi garantidos por contribuições adicionais de associados e do patrocinador (Banco do Brasil). Aliado ao cenário no qual a medicina exige custos cada vez maiores, a situação exige unidade e participação dos associados, que devem debater o futuro da caixa de assistência.
De onde virão os recursos necessários para o equilíbrio financeiro da Cassi para os próximos 5 anos? Se o patrocinador não aceitar entrar com a parte dele na atual equação (60% 40%) do custeio estatutário, o que será feito? E se o Banco do Brasil for privatizado? Como ficará a relação com a Cassi e seus associados? E se o quadro do Banco se reduzir pela metade e os novos seguirem sem direito à Cassi? Essas são algumas questões colocadas diante do cenário atual.
Os conselhos de usuários, associações de aposentados e demais associações da comunidade Banco do Brasil são esferas de participação que podem se debruçar sobre essas questões.
“É fundamental desenvolver estratégias para a manutenção da Caixa de Assistência nos próximos anos, para a manutenção dos direitos em saúde de seus associados e para a construção de maior unidade nas ações, mais espírito de pertencimento à autogestão Cassi e maior empoderamento sobre o sistema para enfrentarmos os desafios enormes contrários à existência da Cassi e demais autogestões”, propõe em artigo William Mendes, ex-diretor da Cassi eleito pelos associados.
De onde virão os recursos necessários para o equilíbrio financeiro da Cassi para os próximos 5 anos? Se o patrocinador não aceitar entrar com a parte dele na atual equação (60% 40%) do custeio estatutário, o que será feito? E se o Banco do Brasil for privatizado? Como ficará a relação com a Cassi e seus associados? E se o quadro do Banco se reduzir pela metade e os novos seguirem sem direito à Cassi? Essas são algumas questões colocadas diante do cenário atual.
Os conselhos de usuários, associações de aposentados e demais associações da comunidade Banco do Brasil são esferas de participação que podem se debruçar sobre essas questões.
“É fundamental desenvolver estratégias para a manutenção da Caixa de Assistência nos próximos anos, para a manutenção dos direitos em saúde de seus associados e para a construção de maior unidade nas ações, mais espírito de pertencimento à autogestão Cassi e maior empoderamento sobre o sistema para enfrentarmos os desafios enormes contrários à existência da Cassi e demais autogestões”, propõe em artigo William Mendes, ex-diretor da Cassi eleito pelos associados.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- União sindical em ação: Diretor e presidente do Sindicato participam como mesários de eleição no SEEB Jundiaí
- É conquista! Itaú inicia vacinação contra a gripe na segunda-feira (27)
- Coletivo de Segurança do Ramo Financeiro debate aumento de fraudes e precarização da segurança nas unidades bancárias
- Caixa inicia campanha de vacinação contra a gripe para empregados
- Eleições na Previ entram na reta final e a Chapa 2 defende governança e gestão
- Encontro Nacional de Saúde debate adoecimento da categoria e prepara pauta para a Campanha Nacional 2026
- Itaú repete falhas na divulgação de metas e amplia insatisfação entre bancários
- BB: Sindicato apoia Lucas Lima e Rodrigo Leite nas Eleições 2026 do Economus. Saiba como votar!
- 74% dos clientes brasileiros preferem agências físicas para serviços complexos
- Sindicato participa de Encontro Nacional de Saúde dos Bancários
- Movimento sindical cobra reunião urgente com presidente da Caixa sobre Bônus Caixa
- Sindicato percorre agências com candidato ao Economus e reforça mobilização para eleição
- Apoiada pelo Sindicato, Chapa 1 – Nossa Luta vence eleição da Apcef/SP
- Movimento sindical propõe e Fenaban aceita negociar cláusulas sobre gestão ética de tecnologia na relação de trabalho
- Governo propõe salário mínimo de R$ 1.717 em 2027