13/11/2018
Movimento sindical entrega proposta à direção do banco e participa de reunião na Cassi

A Contraf-CUT encaminhou ao Banco do Brasil, na segunda-feira, 12 de novembro, uma nova proposta para sustentabilidade da Cassi com o objetivo de reestabelecer o processo de negociação entre patrocinador BB e Corpo de Associados, representados pelas Entidades da Mesa de Negociação.
A proposta da Contraf-CUT está fundamentada nos seguintes pilares:
a) Manutenção do princípio da solidariedade, sem a criação de novos custos para os associados;
b) Metas para adesão de novos associados ao modelo assistencial definido para a Caixa de Assistência após a reforma estatutária de 1996, de Estratégia de Saúde da Família (ESF), referendado pela Consultoria contratada para fazer o diagnóstico da Cassi;
c) Manter a estrutura de governança da Caixa de Assistência, com as diretorias que cuidam dos serviços assistências sob o comando dos representantes dos associados da Cassi, os donos da autogestão, ou no máximo sendo gerida de forma paritária entre associados e patrocinador;
d) Contribuições extraordinárias dos associados e do patrocinador até 2023, de 1,5% dos associados e ressarcimento do patrocinador correspondente a 2,25%, mantendo a proporção atual do Estututo da Cassi de 60/40 entre patrocinador e associados.
A proposta foi construída usando cálculos atuariais para sustentação financeira, bem como utilizando propostas sugeridas no Relatório da Consultoria Accenture disponibilizado na página dos Associados da Cassi. (Veja aqui a proposta da Contraf para a Cassi)
Reunião com a Cassi e entidades
A Contraf-CUT participou ainda de reunião convocada pela Diretoria da Cassi com as Entidades da Mesa de Negociação. Na ocasião, o presidente da Cassi informou sobre a proposta de criação de um GT - Grupo de Trabalho Técnico com o objetivo de se construir uma proposta junto com as áreas técnicas da Cassi.
O representante da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Wagner Nascimento, criticou a ausência do Banco do Brasil na reunião e no GT a ser criado, uma vez que as negociações devem ser sempre com o patrocinador. A Contraf-CUT, mesmo tendo recebido o convite ao final da tarde de sexta-feira, ainda assim fez o esforço para estar na reunião e indicará nomes para composição do GT.
Para Wagner Nascimento “precisamos unir todos os esforços para construir uma proposta de equilíbrio financeiro para a Cassi. Se os representantes do BB não estão interessados na sustentabilidade da Cassi, nós, representantes dos associados, estamos e vamos garantir a continuidade de atendimento aos funcionários da ativa e aposentados.”
Para o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Carlos Vicentim, o banco tenta difundir a ideia de que a Cassi é deficitária para fazer valer suas propostas de retirada de direitos dos associados.
"Os dados apontam que a Caixa de Assistência continua sendo a principal responsável pela saúde dos funcionários do BB. O Sindicato, como representante dos trabalhadores, sempre buscou igualdade de oportunidades na sociedade e no trabalho, e por isso luta pela retomada das mesas de negociação sobre a Cassi e contra a retirada de direitos de toda a categoria. Nossa mobilização é fundamental para defender a Caixa de Assistência, resistir às ameaças que pairam sobre ela, encontrar soluções para seus problemas e garantir a sustentabilidade de nosso plano de saúde", defende Vicentim.
A proposta da Contraf-CUT está fundamentada nos seguintes pilares:
a) Manutenção do princípio da solidariedade, sem a criação de novos custos para os associados;
b) Metas para adesão de novos associados ao modelo assistencial definido para a Caixa de Assistência após a reforma estatutária de 1996, de Estratégia de Saúde da Família (ESF), referendado pela Consultoria contratada para fazer o diagnóstico da Cassi;
c) Manter a estrutura de governança da Caixa de Assistência, com as diretorias que cuidam dos serviços assistências sob o comando dos representantes dos associados da Cassi, os donos da autogestão, ou no máximo sendo gerida de forma paritária entre associados e patrocinador;
d) Contribuições extraordinárias dos associados e do patrocinador até 2023, de 1,5% dos associados e ressarcimento do patrocinador correspondente a 2,25%, mantendo a proporção atual do Estututo da Cassi de 60/40 entre patrocinador e associados.
A proposta foi construída usando cálculos atuariais para sustentação financeira, bem como utilizando propostas sugeridas no Relatório da Consultoria Accenture disponibilizado na página dos Associados da Cassi. (Veja aqui a proposta da Contraf para a Cassi)
Reunião com a Cassi e entidades
A Contraf-CUT participou ainda de reunião convocada pela Diretoria da Cassi com as Entidades da Mesa de Negociação. Na ocasião, o presidente da Cassi informou sobre a proposta de criação de um GT - Grupo de Trabalho Técnico com o objetivo de se construir uma proposta junto com as áreas técnicas da Cassi.
O representante da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Wagner Nascimento, criticou a ausência do Banco do Brasil na reunião e no GT a ser criado, uma vez que as negociações devem ser sempre com o patrocinador. A Contraf-CUT, mesmo tendo recebido o convite ao final da tarde de sexta-feira, ainda assim fez o esforço para estar na reunião e indicará nomes para composição do GT.
Para Wagner Nascimento “precisamos unir todos os esforços para construir uma proposta de equilíbrio financeiro para a Cassi. Se os representantes do BB não estão interessados na sustentabilidade da Cassi, nós, representantes dos associados, estamos e vamos garantir a continuidade de atendimento aos funcionários da ativa e aposentados.”
Para o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Carlos Vicentim, o banco tenta difundir a ideia de que a Cassi é deficitária para fazer valer suas propostas de retirada de direitos dos associados.
"Os dados apontam que a Caixa de Assistência continua sendo a principal responsável pela saúde dos funcionários do BB. O Sindicato, como representante dos trabalhadores, sempre buscou igualdade de oportunidades na sociedade e no trabalho, e por isso luta pela retomada das mesas de negociação sobre a Cassi e contra a retirada de direitos de toda a categoria. Nossa mobilização é fundamental para defender a Caixa de Assistência, resistir às ameaças que pairam sobre ela, encontrar soluções para seus problemas e garantir a sustentabilidade de nosso plano de saúde", defende Vicentim.
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