09/11/2018
Cassi: diretoria do BB escancara sua mágoa e frustração. Trabalhadores querem negociação!

(Arte: Marcio Baraldi)
A ANABB (Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil) e a Contec (Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito) entregaram à Cassi e ao Banco do Brasil (patrocinadora), na segunda-feira (5), proposta para equilíbrio financeiro da caixa de assistência. Antes mesmo da análise técnica da própria Cassi, o banco recusou o documento sob a alegação de que os termos não sugerem cobrança por dependente, mudança na estrutura organizacional da Cassi e, consequentemente o voto de minerva.
Essas são justamente as premissas rechaçadas na votação da reforma estatutária da Cassi, quando mais de dois terços dos associados que participaram do pleitovotaram contra a proposta do banco.
“Agora parte da diretoria eleita da Cassi e do Banco do Brasil revelam toda sua frustração por não terem conseguido implantar as mudanças que resultariam na perda de direitos dos associados. Parece a diretoria do beicinho magoado”, protesta o membro da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, João Fukunaga.
“Ao invés de abrirem um diálogo construtivo com as entidades representativas dos trabalhadores, se valem de vinganças imaturas e mesquinhas que não contribuem em nada para resolver a situação da caixa de assistência”, afirma o dirigente.
Durante a negociação da Campanha Nacional 2018, a Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT), que representa mais de 90% da categoria bancária, também entregou proposta para equilíbrio financeiro da Cassi, mas o banco sequer se manifestou à respeito da sua viabilidade.
Terrorismo
“Por meio da recusa em aceitar debater as propostas dos representantes dos trabalhadores e tentando a todo custo impor sua vontade que retira direitos, a diretoria do banco mais uma vez reforça seu terrorismo contra os funcionários, como ela sempre praticou como administradora por meio de assédio moral institucionalizado no banco”, afirma João Fukunaga.
O dirigente ressalta o desrespeito dos diretores eleitos Luiz Satoru [diretor] e Sergio Faraco [conselheiro] ao corpo de associados. “Satoro e Faraco parecem ignorar que foram derrotados junto com o banco na proposta que eles vinham defendendo conjuntamente – inclusive por meio de fake news disparadas via Whatsapp – que resultaria na retirada de direitos dos associados”, denuncia Fukunaga.
“Eles foram derrotados e não a toa o banco sequer dialoga mais com eles. E causa estranhamento o silêncio oficial desses representantes eleitos que fizeram até campanha nos locais de trabalho defender a proposta do banco frente aquilo que eles prometeram, que seria a resolução da situação financeira da Cassi. Eles haviam afirmado que iam negociar sozinhos, mas agora o banco os colocou para escanteio, porque não conseguiram emplacara aquilo que a patrocinadora pretendia, que era retirada de direitos dos associados”, afirma Fukunaga.
Trabalhadores cobram negociação
Fukunaga reforça que as entidades representativas dos trabalhadores apresentaram duas propostas para resolver a situação financeira da Cassi que de nada adiantarão se o banco continuar se recuando a negociar.
“Exigimos negociação, porque a decisão dos associados na eleição representa esse anseio. Por isso o banco tem que voltar a abrir um canal de diálogo, porque do contrário, qualquer ônus que impacte na Cassi será de responsabilidade da patrocinadora. Inclusive, o banco terá de arcar com 60% dos custos em uma eventual intervenção da ANS, conforme o estatuto da Cassi determina. Por isso que a negociação é fundamental”, afirma Fukunaga.
Para o secretário geral do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Júlio César Trigo, a retomada das negociações é necessária e urgente.
"Estamos abertos para discutir o custeio e a sustentabilidade do plano, considerando sobretudo a responsabilidade do banco com a promoção da saúde dos trabalhadores. Esperamos que as diretorias do Banco do Brasil e da Cassi revejam seu posicionamento”, finaliza o dirigente.
Essas são justamente as premissas rechaçadas na votação da reforma estatutária da Cassi, quando mais de dois terços dos associados que participaram do pleitovotaram contra a proposta do banco.
“Agora parte da diretoria eleita da Cassi e do Banco do Brasil revelam toda sua frustração por não terem conseguido implantar as mudanças que resultariam na perda de direitos dos associados. Parece a diretoria do beicinho magoado”, protesta o membro da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, João Fukunaga.
“Ao invés de abrirem um diálogo construtivo com as entidades representativas dos trabalhadores, se valem de vinganças imaturas e mesquinhas que não contribuem em nada para resolver a situação da caixa de assistência”, afirma o dirigente.
Durante a negociação da Campanha Nacional 2018, a Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT), que representa mais de 90% da categoria bancária, também entregou proposta para equilíbrio financeiro da Cassi, mas o banco sequer se manifestou à respeito da sua viabilidade.
Terrorismo
“Por meio da recusa em aceitar debater as propostas dos representantes dos trabalhadores e tentando a todo custo impor sua vontade que retira direitos, a diretoria do banco mais uma vez reforça seu terrorismo contra os funcionários, como ela sempre praticou como administradora por meio de assédio moral institucionalizado no banco”, afirma João Fukunaga.
O dirigente ressalta o desrespeito dos diretores eleitos Luiz Satoru [diretor] e Sergio Faraco [conselheiro] ao corpo de associados. “Satoro e Faraco parecem ignorar que foram derrotados junto com o banco na proposta que eles vinham defendendo conjuntamente – inclusive por meio de fake news disparadas via Whatsapp – que resultaria na retirada de direitos dos associados”, denuncia Fukunaga.
“Eles foram derrotados e não a toa o banco sequer dialoga mais com eles. E causa estranhamento o silêncio oficial desses representantes eleitos que fizeram até campanha nos locais de trabalho defender a proposta do banco frente aquilo que eles prometeram, que seria a resolução da situação financeira da Cassi. Eles haviam afirmado que iam negociar sozinhos, mas agora o banco os colocou para escanteio, porque não conseguiram emplacara aquilo que a patrocinadora pretendia, que era retirada de direitos dos associados”, afirma Fukunaga.
Trabalhadores cobram negociação
Fukunaga reforça que as entidades representativas dos trabalhadores apresentaram duas propostas para resolver a situação financeira da Cassi que de nada adiantarão se o banco continuar se recuando a negociar.
“Exigimos negociação, porque a decisão dos associados na eleição representa esse anseio. Por isso o banco tem que voltar a abrir um canal de diálogo, porque do contrário, qualquer ônus que impacte na Cassi será de responsabilidade da patrocinadora. Inclusive, o banco terá de arcar com 60% dos custos em uma eventual intervenção da ANS, conforme o estatuto da Cassi determina. Por isso que a negociação é fundamental”, afirma Fukunaga.
Para o secretário geral do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Júlio César Trigo, a retomada das negociações é necessária e urgente.
"Estamos abertos para discutir o custeio e a sustentabilidade do plano, considerando sobretudo a responsabilidade do banco com a promoção da saúde dos trabalhadores. Esperamos que as diretorias do Banco do Brasil e da Cassi revejam seu posicionamento”, finaliza o dirigente.
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