20/07/2018
Cassi: discurso da chapa eleita é mentiroso
A chapa eleita Mais Cassi vem usando argumentos falsos para aprovar as propostas do Banco do Brasil no Corpo Social do plano. O conselheiro eleito Sergio Faraco e o diretor eleito Luiz Satoru vendem a ideia de que, devido à não implementação do voto de minerva ou voto de qualidade proposto pelo BB, não vem ocorrendo tomadas de decisões. A tese é falaciosa.
O CD é composto por quatro conselheiros eleitos e outros tantos nomeados pelo banco. As propostas que forem analisadas pelo colegiado devem ter maioria para serem aprovadas. O que o banco sugere é que, havendo empate, o voto do Banco do Brasil serviria para desempatar. Atualmente, o que acontece é que, não havendo maioria, a proposta deve ser reformulada de acordo com o que foi debatido para tentar chegar a um ponto de acordo.
“Faraco e Satoru fazem esse discurso de que esses impasses têm impedido as tomadas de decisão, mas é mentira! A própria necessidade de alteração na proposta que está em discussão já é, em si, uma decisão do conselho. Precisamos mudar esta mentalidade”, criticou o mebro da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, João Fukunaga.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região entende que qualquer mudança regimental deve ser feita no sentido de garantir maior democracia e representatividade para os usuários da Cassi – por exemplo, com o voto de minerva sendo garantido para o corpo social através do seu eleito na presidência do Conselho Deliberativo. Os conselheiros eleitos defenderem que o voto de qualificação seja dado pelo próprio banco significa entregar um poder de decisão ainda maior ao BB, que já se mostrou extremamente incapaz de lidar com a gestão de saúde dos seus funcionários.
Caso da Previ
No caso da Previ, o voto de qualidade, ou minerva, é de responsabilidade do presidente do Conselho Deliberativo, que é indicado pelo banco. Entretanto, esse mecanismo foi usado no fundo de previdência poucas vezes ao longo dos últimos 20 anos. Todas as decisões têm sido tomadas em negociação entre a diretoria executiva e os conselheiros eleitos – o que deveria ser exemplo para a Cassi.
O CD é composto por quatro conselheiros eleitos e outros tantos nomeados pelo banco. As propostas que forem analisadas pelo colegiado devem ter maioria para serem aprovadas. O que o banco sugere é que, havendo empate, o voto do Banco do Brasil serviria para desempatar. Atualmente, o que acontece é que, não havendo maioria, a proposta deve ser reformulada de acordo com o que foi debatido para tentar chegar a um ponto de acordo.
“Faraco e Satoru fazem esse discurso de que esses impasses têm impedido as tomadas de decisão, mas é mentira! A própria necessidade de alteração na proposta que está em discussão já é, em si, uma decisão do conselho. Precisamos mudar esta mentalidade”, criticou o mebro da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, João Fukunaga.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região entende que qualquer mudança regimental deve ser feita no sentido de garantir maior democracia e representatividade para os usuários da Cassi – por exemplo, com o voto de minerva sendo garantido para o corpo social através do seu eleito na presidência do Conselho Deliberativo. Os conselheiros eleitos defenderem que o voto de qualificação seja dado pelo próprio banco significa entregar um poder de decisão ainda maior ao BB, que já se mostrou extremamente incapaz de lidar com a gestão de saúde dos seus funcionários.
Caso da Previ
No caso da Previ, o voto de qualidade, ou minerva, é de responsabilidade do presidente do Conselho Deliberativo, que é indicado pelo banco. Entretanto, esse mecanismo foi usado no fundo de previdência poucas vezes ao longo dos últimos 20 anos. Todas as decisões têm sido tomadas em negociação entre a diretoria executiva e os conselheiros eleitos – o que deveria ser exemplo para a Cassi.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Caixa volta atrás, atende Sindicato e decide abonar horas dos jogos do Brasil na Copa
- Põe Mais Dinheiro Caixa! Afinal, o que é o teto?
- COE Itaú entrega pauta de reivindicações ao banco no dia 1º de julho
- Banco do Brasil apresenta proposta insuficiente para recomposição das reservas da Cassi
- Sindicato terá horário especial de atendimento na segunda-feira (29)
- Bancários cobram soluções do INSS para entraves no acesso a benefícios previdenciários
- Falta de segurança nos postos de atendimento do Mercantil coloca trabalhadores em risco
- Super Caixa: participe da consulta e fortaleça a luta por mudanças no programa de remuneração variável
- CUSC cobra mais transparência e melhorias no atendimento durante reunião com gestores do Saúde Caixa
- Categoria bancária aprova minuta de reivindicações para a Campanha Nacional Unificada 2026
- Contraf-CUT entrega à Caixa minuta de reivindicações específicas dos empregados
- Funcionários do Banco do Brasil entregam minuta de reivindicações à direção do banco
- Categoria bancária entrega minuta de reivindicações à Fenaban; Primeira negociação será dia 2 de julho
- Representantes dos funcionários do Itaú entregarão pauta de reivindicações ao banco em 2 de julho
- Entrega da minuta à Fenaban e Caravana da FETEC abrem a Campanha Nacional 2026