23/08/2016
Debates com BB começaram pela remuneração
A renovação do acordo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da Campanha 2016 começou a ser discutida pelos representantes dos funcionários e do Banco do Brasil dando atenção especial aos relacionados à remuneração. Na primeira rodada de negociação, realizada nesta terça-feira 23, os sindicalistas insistiram que precisa haver melhora significativa no Plano de Cargos e Remuneração (PCR).
Os bancários do BB cobram a adoção do salário mínimo do Dieese como piso, a aplicação do índice de 6% entre as faixas da tabela de antiguidade, além da inclusão dos escriturários no plano.
“São questões consideradas essenciais para os trabalhadores, medidas que promovem a valorização profissional e, ao mesmo tempo retiram a dependência que hoje têm em relação às comissões”, afirma o diretor do Sindicato e integrante da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, João Fukunaga.
Para que os trabalhadores não tenham redução em sua remuneração, foi cobrado que seja paga Verba de Caráter Pessoal (VCP) a todos os funcionários de setores envolvidos em reestruturação. Além disso, a incorporação anual do equivalente a 10% de sua comissão ao salário do funcionário.
Para evitar o desvio de função, foi cobrado o pagamento de substituição ao bancário que ocupe o cargo esporadicamente devido a afastamento do superior hierárquico.
A manutenção dos auxílios refeição e alimentação durante licenças maternidade e de saúde também foi reivindicada. Atualmente só é pago o alimentação, comprometendo, por exemplo, a renda mensal de quem faz a junção dos valores no vale-alimentação.
Fim das perseguições
Os dirigentes sindicais reivindicaram, ainda, que não sejam mais assinaladas como faltas de greve as ausências de funcionários que aderem às paralisações por melhores condições de trabalho. Essa sinalização no prontuário é motivo de perseguição quando os bancários disputam cargos no TAO (Talentos e Oportunidades). “Essa prática antissindical tem de acabar. As pessoas têm direito constitucional de lutar por salários justos e tratamento digno na empresa, sem sofrer retaliações por conta disto”, afirma João Fukunaga.
Saúde do trabalhador
A necessidade de adoção da pausa de dez minutos a cada 50 trabalhados e outras medidas de prevenção à saúde nas agências digitais também foi enfatizada pela comissão de empresa. Outra proposta foi que o banco adote medidas preventivas ao adoecimento dos funcionários e que, inclusive, arque com todas as despesas relativas a tratamentos psicológicos.
Sem data
Os representantes do BB se limitaram a ouvir os argumentos dos dirigentes sindicais e afirmaram que avaliariam as propostas.
Ainda não foi agendada nova rodada de negociação.
Os bancários do BB cobram a adoção do salário mínimo do Dieese como piso, a aplicação do índice de 6% entre as faixas da tabela de antiguidade, além da inclusão dos escriturários no plano.
“São questões consideradas essenciais para os trabalhadores, medidas que promovem a valorização profissional e, ao mesmo tempo retiram a dependência que hoje têm em relação às comissões”, afirma o diretor do Sindicato e integrante da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, João Fukunaga.
Para que os trabalhadores não tenham redução em sua remuneração, foi cobrado que seja paga Verba de Caráter Pessoal (VCP) a todos os funcionários de setores envolvidos em reestruturação. Além disso, a incorporação anual do equivalente a 10% de sua comissão ao salário do funcionário.
Para evitar o desvio de função, foi cobrado o pagamento de substituição ao bancário que ocupe o cargo esporadicamente devido a afastamento do superior hierárquico.
A manutenção dos auxílios refeição e alimentação durante licenças maternidade e de saúde também foi reivindicada. Atualmente só é pago o alimentação, comprometendo, por exemplo, a renda mensal de quem faz a junção dos valores no vale-alimentação.
Fim das perseguições
Os dirigentes sindicais reivindicaram, ainda, que não sejam mais assinaladas como faltas de greve as ausências de funcionários que aderem às paralisações por melhores condições de trabalho. Essa sinalização no prontuário é motivo de perseguição quando os bancários disputam cargos no TAO (Talentos e Oportunidades). “Essa prática antissindical tem de acabar. As pessoas têm direito constitucional de lutar por salários justos e tratamento digno na empresa, sem sofrer retaliações por conta disto”, afirma João Fukunaga.
Saúde do trabalhador
A necessidade de adoção da pausa de dez minutos a cada 50 trabalhados e outras medidas de prevenção à saúde nas agências digitais também foi enfatizada pela comissão de empresa. Outra proposta foi que o banco adote medidas preventivas ao adoecimento dos funcionários e que, inclusive, arque com todas as despesas relativas a tratamentos psicológicos.
Sem data
Os representantes do BB se limitaram a ouvir os argumentos dos dirigentes sindicais e afirmaram que avaliariam as propostas.
Ainda não foi agendada nova rodada de negociação.
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