13/07/2015
Unidades do Santander viram agências de negócios em SP
O Santander está transformando algumas agências localizadas em shoppings, na capital paulista, em agências de negócios. Para isso, o banco está retirando desses locais os caixas e coordenadores.
“Somos contrários a essa mudança por parte do Santander. Entendemos que o banco é uma instituição de concessão pública e tem o dever de atender a todos, sem discriminação”, declara a dirigente sindical Maria Lellis, do Sindicato dos Bancários de São Paulo.
Questionado pela entidade, o banco assegurou que os trabalhadores retirados dessas agências não serão demitidos, e sim realocados em outros locais onde existe a necessidade de aumentar o número de funcionários.
Algumas das unidades transformadas em agências de negócios pelo Santander contam com uma empresa terceirizada para abastecer o autoatendimento e recolher os envelopes de depósitos para o posterior processamento. Sob a alegação de que nessas unidades não se trabalha com numerário, o banco também retirou os vigilantes dessas agências.
“O fato de não ter caixa ou cofre não assegura que a agência está livre da ação de assaltantes. O autoatendimento atrai a atenção dos bandidos”, afirma Maria Lellis. “É dever do banco zelar pela segurança de seus trabalhadores e clientes que, sem vigilantes, correm mais risco de serem vítimas das famosas ‘saidinhas’ ou mesmo de sequestros relâmpagos”, acrescenta.
“Somos contrários a essa mudança por parte do Santander. Entendemos que o banco é uma instituição de concessão pública e tem o dever de atender a todos, sem discriminação”, declara a dirigente sindical Maria Lellis, do Sindicato dos Bancários de São Paulo.
Questionado pela entidade, o banco assegurou que os trabalhadores retirados dessas agências não serão demitidos, e sim realocados em outros locais onde existe a necessidade de aumentar o número de funcionários.
Algumas das unidades transformadas em agências de negócios pelo Santander contam com uma empresa terceirizada para abastecer o autoatendimento e recolher os envelopes de depósitos para o posterior processamento. Sob a alegação de que nessas unidades não se trabalha com numerário, o banco também retirou os vigilantes dessas agências.
“O fato de não ter caixa ou cofre não assegura que a agência está livre da ação de assaltantes. O autoatendimento atrai a atenção dos bandidos”, afirma Maria Lellis. “É dever do banco zelar pela segurança de seus trabalhadores e clientes que, sem vigilantes, correm mais risco de serem vítimas das famosas ‘saidinhas’ ou mesmo de sequestros relâmpagos”, acrescenta.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- PLR 2025: bancos confirmam datas de pagamento da segunda parcela
- SantanderPrevi abre prazo para alteração do perfil de investimento até 24 de março
- AGO Cabesp: Últimas horas para registrar seu voto; votação acaba às 12h desta segunda-feira (23)!
- Reforma Administrativa perde força, dificultando a votação da PEC 38/2025 em 2026
- CNBB lança Campanha da Fraternidade 2026. Tema deste ano é o direito à moradia digna
- Fabi Uehara: experiência e compromisso para manter a voz dos empregados no CA
- Nota de Solidariedade da CUT às Centrais Sindicais da Argentina
- AGO judicializada acarreta em mudança na orientação de voto das entidades
- AGO: Presidente da Cabesp faz manobra descabida, confronta Estatuto, e impede voto sobre prestação de contas
- Nova NR-1 passa a valer em maio; mudança é avanço, mas erra ao não prever participação dos trabalhadores
- Conquista do Sindicato: Mais 310 mulheres se formam com bolsas do projeto Mais Mulheres na TI
- PLR do Bradesco será paga no dia 27 de fevereiro
- Banco Mercantil pagará segunda parcela da PLR no dia 4 de março
- Fique atento ao horário especial de funcionamento do Sindicato no Carnaval
- Sindicato, empregados e demais entidades sindicais apoiam candidatura de Fabiana Uehara para o CA da Caixa