19/03/2019
22 de março é dia de lutar contra a reforma da Previdência. Reaja ou morra trabalhando!

(Arte: Alex Capuano/CUT)
Ao contrário do que diz o governo Jair Bolsonaro (PSL), a reforma da Previdência não vai garantir a aposentadoria das gerações futuras nem da atual, vai restringir o acesso à aposentadoria e reduzir o valor dos benefícios, em especial dos trabalhadores mais pobres.
A reportagem é do Portal CUT.
Se o Congresso Nacional aprovar o texto da Proposta de Emenda Constitucional (PEC 06/2019) milhares de trabalhadores não vão conseguir se aposentar e muitos se aposentarão com benefícios de menos de um salário mínimo. E os que já estão aposentados terão o valor dos benefícios achatados. A reforma de Bolsonaro é muito pior do que a de Michel Temer (MDB).
A PEC impõe a obrigatoriedade da idade mínima de 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres) se aposentarem, aumenta o tempo de contribuição de 15 para 20 anos para receber benefício parcial e acaba com a vinculação entre os benefícios previdenciários e o salário mínimo. Isso significa que os reajustes dos aposentados serão menores do que os reajustes dos salários mínimos. E mais: a reforma de Bolsonaro prevê que a idade mínima aumentará a cada quatro anos a partir de 2024. Ou seja, a regra para que um trabalhador possa se aposentar no futuro poderá ficar ainda pior.
“Todos serão prejudicados, os que já estão inseridos no mercado de trabalho e os que ainda vão entrar, os aposentados e os que estão prestes a se aposentar”, diz o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Carlos Vicentim, destacado que é preciso a organização e mobilização de todos para barrar a aprovação desta reforma. "A única saída é o enfrentamento," reforça o dirigente.
Reaja agora, ou morra trabalhando
Na sexta-feira (22), Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência, a CUT, demais centrais e movimentos sociais vão as ruas de todo o país para lutar contra essa reforma que acaba com as chances de milhões de trabalhadores de se aposentar. É um esquenta para a greve geral que os trabalhadores vão fazer se Bolsonaro insistir em aprovar essa reforma perversa.
Confira a lista de cidades onde já tem atos marcados:
Belém/PA - às 7h30, concentração em frente ao Banco do Brasil da Avenida Ponte Vargas e caminhada, a partir das 9h, do BB até a agência do INSS, na Av Nazaré.
A reportagem é do Portal CUT.
Se o Congresso Nacional aprovar o texto da Proposta de Emenda Constitucional (PEC 06/2019) milhares de trabalhadores não vão conseguir se aposentar e muitos se aposentarão com benefícios de menos de um salário mínimo. E os que já estão aposentados terão o valor dos benefícios achatados. A reforma de Bolsonaro é muito pior do que a de Michel Temer (MDB).
A PEC impõe a obrigatoriedade da idade mínima de 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres) se aposentarem, aumenta o tempo de contribuição de 15 para 20 anos para receber benefício parcial e acaba com a vinculação entre os benefícios previdenciários e o salário mínimo. Isso significa que os reajustes dos aposentados serão menores do que os reajustes dos salários mínimos. E mais: a reforma de Bolsonaro prevê que a idade mínima aumentará a cada quatro anos a partir de 2024. Ou seja, a regra para que um trabalhador possa se aposentar no futuro poderá ficar ainda pior.
“Todos serão prejudicados, os que já estão inseridos no mercado de trabalho e os que ainda vão entrar, os aposentados e os que estão prestes a se aposentar”, diz o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Carlos Vicentim, destacado que é preciso a organização e mobilização de todos para barrar a aprovação desta reforma. "A única saída é o enfrentamento," reforça o dirigente.
Reaja agora, ou morra trabalhando
Na sexta-feira (22), Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência, a CUT, demais centrais e movimentos sociais vão as ruas de todo o país para lutar contra essa reforma que acaba com as chances de milhões de trabalhadores de se aposentar. É um esquenta para a greve geral que os trabalhadores vão fazer se Bolsonaro insistir em aprovar essa reforma perversa.
Confira a lista de cidades onde já tem atos marcados:
Belém/PA - às 7h30, concentração em frente ao Banco do Brasil da Avenida Ponte Vargas e caminhada, a partir das 9h, do BB até a agência do INSS, na Av Nazaré.
- Marabá/PA - pela manhã defronte do INSS e às 15h, seminário sobre reforma da Previdência na Faculdade Carajás
Belo Horizonte/MG - às 17h tem ato na Praça Sete. Na parte da manhã, sindicalsitas e militantes percorrerão com carro de som dois bairros populosos da capital - Barreiro e Venda Nova - explicando as perversidades da reforma de Bolsonaro e fazendo panfletagens.
- Montes Claros, 16h - Ato na Praça Dr. João Alves (Praça do Automóvel Clube)
Brasília/DF - As entidades filiadas deverão realizar reuniões, seminários, assembleias, atos ou paralisações junto a suas bases, denunciando os perigos da reforma de Bolsonaro e construindo a Greve Geral.
Campo Grande/MS – 9h, paralisação com ato público, na Praça do Rádio Clube. Em todo o estado a FETEMS realizou assembleias com os trabalhadores, que aprovaram greve geral no dia 22.
Cuiabá/MT - ato às 16h, na Praça Ipiranga.
Florianópolis/SC – ato às 17h, no Ticen.
- Blumenau, ato às 10h, em frente ao INSS
- Joinville, às 14h tem ato na Praça da Bandeira
Fortaleza/CE - ato às 8h na Praça da Imprensa (bairro Dionizio Torres)
- Juazeiro do Norte, ato às 16h, no Giradouro
Goiania/GO - às 6h, ato perto da Serra Dourada, na altura do KM 153 da BR
Maceió/AL, ato às15h - Praça Centenário
- Mossoró, às 6h, manifestação na base da Petrobrás e, às 8h - concentração no INSS
Porto Alegre/RS - ato às 18h, na Esquina Democrática
Recife/PE - ato às 15h, na Praça do Derby
Rio Branco/AC – ato às 8h, em frente à sede do governo do estado (Palácio Rio Branco), tem panfletagem também
Rio de Janeiro/RJ - ato às 16 na Candelária. Depois segue em caminhada até a Central do Brasil
Salvador/BA- ato às 9h, no Rótulo do Abacaxi
São Paulo/SP - ato às 17h, em frente ao MASP, na Avenida Paulista
- São Carlos, ato a partir das 9h, na praça em frente ao Mercado Municipal - Centro
- Bauru, ato a partir das 14h, Audiência Pública na Câmara Municipal - Praça Dom Pedro II, 1-50 - Centro
- Campinas, 10h00 – Ato dos professores e Servidores Públicos no Largo do Rosário, no centro; 16h30 – Concentração para o ato e panfletagem na rua 13 de Maio e diversos terminais de ônibus; 18h00 – Ato político com representante das centrais, das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, movimentos sociais e sindicatos
- Grande ABC, 7h – Caminhada com a participação dos sindicatos da região saindo da porta da Mercedes Benz e da Ford
Teresina/PI - ato às 8h, na Praça Rio Branco, em frente ao INSS.
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