18/03/2019
Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas articula Frente no Congresso

Articular no Congresso Nacional a criação de uma frente parlamentar ampla em defesa das empresas públicas. A proposta, que consta das resoluções de seminário realizado no mês passado pelo Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, foi um dos principais encaminhamentos da reunião ocorrida na quinta-feira (14), em Brasília, na sede da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), em sistema de videoconferência.
“A orientação é para que as representações dos trabalhadores procurem deputados e senadores nos estados para buscar apoio à frente”, explica a coordenadora do Comitê, Rita Serrano, que também é diretora da Fenae. Para tanto, o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) vai encaminhar às entidades a relação dos parlamentares a serem contatados.
Segundo Rita, a prioridade do governo neste primeiro semestre deverá ser a aprovação da reforma da Previdência. Mas, no segundo semestre, centrará fogo nas privatizações. Na próxima semana, o Comitê disponibilizará às entidades informações que derrubam falácias sobre as privatizações, com o objetivo de esclarecer os parlamentares e a sociedade em geral. Esse mesmo material, com foco nos mitos e verdades sobre as privatizações, será usado nas ações no Congresso Nacional. A meta é mobilizar deputados e senadores para atingir no mínimo 198 assinaturas para criação da Frente Parlamentar. Paralelamente às ações no Congresso, devem ocorrer reativações ou criações dos comitês estaduais em defesa das empresas públicas.
Durante o encontro, também ficou definido como indicativo o mês de junho para o relançamento nacional da campanha Se é Público, é para Todos. A ideia é promover um grande ato, no Rio de Janeiro, e atividades simultâneas nos estados. Nesse momento, também, já se organizam seminários e debates de entidades representativas de trabalhadores de empresas estatais, a exemplo de Eletrobras e Embrapa, além dos bancários, que, nesta sexta-feira (15), realizam seminário no sindicato da categoria, em Belém, no Pará.
Além de Rita Serrano, participaram da videoconferência a diretora de Juventude da Fenae, Rachel Weber, e representantes de entidades dos trabalhadores bancários e petroleiros.
“A orientação é para que as representações dos trabalhadores procurem deputados e senadores nos estados para buscar apoio à frente”, explica a coordenadora do Comitê, Rita Serrano, que também é diretora da Fenae. Para tanto, o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) vai encaminhar às entidades a relação dos parlamentares a serem contatados.
Segundo Rita, a prioridade do governo neste primeiro semestre deverá ser a aprovação da reforma da Previdência. Mas, no segundo semestre, centrará fogo nas privatizações. Na próxima semana, o Comitê disponibilizará às entidades informações que derrubam falácias sobre as privatizações, com o objetivo de esclarecer os parlamentares e a sociedade em geral. Esse mesmo material, com foco nos mitos e verdades sobre as privatizações, será usado nas ações no Congresso Nacional. A meta é mobilizar deputados e senadores para atingir no mínimo 198 assinaturas para criação da Frente Parlamentar. Paralelamente às ações no Congresso, devem ocorrer reativações ou criações dos comitês estaduais em defesa das empresas públicas.
Durante o encontro, também ficou definido como indicativo o mês de junho para o relançamento nacional da campanha Se é Público, é para Todos. A ideia é promover um grande ato, no Rio de Janeiro, e atividades simultâneas nos estados. Nesse momento, também, já se organizam seminários e debates de entidades representativas de trabalhadores de empresas estatais, a exemplo de Eletrobras e Embrapa, além dos bancários, que, nesta sexta-feira (15), realizam seminário no sindicato da categoria, em Belém, no Pará.
Além de Rita Serrano, participaram da videoconferência a diretora de Juventude da Fenae, Rachel Weber, e representantes de entidades dos trabalhadores bancários e petroleiros.
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