25/10/2018
Conchavo: Bolsonaro pressiona contra nomeações na Caixa, diz Folha de S. Paulo

(Foto: Maurício Morais / Arquivo / Seeb-SP)
Representantes do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) pressionaram o presidente Michel Temer (MDB) a congelar as nomeações de quatro vice-presidentes da Caixa Econômica Federal. A ideia é que o presidenciável indique ele próprio, caso eleito, os nomes para os cargos-chave que estão em aberto.
As informações são da Folha de São Paulo. Segundo a reportagem, Temer teria cedido à pressão e acatado a reivindicação de Bolsonaro.
"É cômico ver que o cara que se diz de fora do sistema já começa a lotear as empresas públicas, como a Caixa Econômica Federal. Deixa todos os bancários sob ameaça! É importante que os empregados reflitam sobre isso no momento do voto. Nossa questão vai muito além da não privatização da Caixa: é a defesa do papel social do banco público na concorrência e na ocupação de espaços no sistema financeiro", afirmou o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa), Dionisio Reis.
Loteamento geral
Ainda de acordo com a Folha, Temer planejava modificar os nomes que seriam indicados para a Caixa e distribuir cargos nos comandos das agências reguladoras entre seus ministros. Segundo a reportagem, a o presidente também teria recuado na nomeação para agências, novamente a pedido de Bolsonaro.
Em setembro, o Conselho de Administração da Caixa deu um golpe contra o banco público, aprovando uma mudança estatutária que estabelece, entre outros itens, alterações nas áreas de controle como a Jurídica, Auditoria e Corregedoria - as duas últimas passam a ser diretorias, permitindo-se que sejam comandadas por agentes externos. A alteração às vésperas da eleição foi considerada, por entidades representativas dos trabalhadores, como uma tentativa de privatizar a gestão da Caixa.
O diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região e funcionário da Caixa, Antônio Júlio Gonçalves Neto, alerta a categoria que, neste segundo turno, o voto é uma importante ferramenta que pode definir o futuro das empresas públicas, inclusive da Caixa Econômica Federal.
"Neste momento, é fundamental que os eleitores comparem os programas de governo dos dois candidatos. São dois projetos opostos que estão sendo colocados para o país. Não podemos, de forma alguma, optar pelo retrocesso e pela retirada de direitos tão importantes para o desenvolvimento do Brasil e de toda a sociedade. Eleger quem defenda o patrimônio do país representa a esperança para o fortalecimento das empresas públicas em nome do interesse coletivo e da soberania nacional", destaca o diretor.
As informações são da Folha de São Paulo. Segundo a reportagem, Temer teria cedido à pressão e acatado a reivindicação de Bolsonaro.
"É cômico ver que o cara que se diz de fora do sistema já começa a lotear as empresas públicas, como a Caixa Econômica Federal. Deixa todos os bancários sob ameaça! É importante que os empregados reflitam sobre isso no momento do voto. Nossa questão vai muito além da não privatização da Caixa: é a defesa do papel social do banco público na concorrência e na ocupação de espaços no sistema financeiro", afirmou o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa), Dionisio Reis.
Loteamento geral
Ainda de acordo com a Folha, Temer planejava modificar os nomes que seriam indicados para a Caixa e distribuir cargos nos comandos das agências reguladoras entre seus ministros. Segundo a reportagem, a o presidente também teria recuado na nomeação para agências, novamente a pedido de Bolsonaro.
Em setembro, o Conselho de Administração da Caixa deu um golpe contra o banco público, aprovando uma mudança estatutária que estabelece, entre outros itens, alterações nas áreas de controle como a Jurídica, Auditoria e Corregedoria - as duas últimas passam a ser diretorias, permitindo-se que sejam comandadas por agentes externos. A alteração às vésperas da eleição foi considerada, por entidades representativas dos trabalhadores, como uma tentativa de privatizar a gestão da Caixa.
O diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região e funcionário da Caixa, Antônio Júlio Gonçalves Neto, alerta a categoria que, neste segundo turno, o voto é uma importante ferramenta que pode definir o futuro das empresas públicas, inclusive da Caixa Econômica Federal.
"Neste momento, é fundamental que os eleitores comparem os programas de governo dos dois candidatos. São dois projetos opostos que estão sendo colocados para o país. Não podemos, de forma alguma, optar pelo retrocesso e pela retirada de direitos tão importantes para o desenvolvimento do Brasil e de toda a sociedade. Eleger quem defenda o patrimônio do país representa a esperança para o fortalecimento das empresas públicas em nome do interesse coletivo e da soberania nacional", destaca o diretor.
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