26/09/2018
Votou contra os trabalhadores, não volta! Pleito será decisivo para barrar retrocessos

Os trabalhadores já estão sofrendo na pele os resultados desastrosos da reforma trabalhista, que está substituindo vagas formais por contratos precários, e da terceirização irrestrita, que permite às empresas substituírem seus empregados diretos por terceirizados até nas suas atividades essenciais. Outras ameaças, como a reforma da Previdência, que pode tornar a aposentadoria um sonho impossível, continuam engatilhadas. Reverter os retrocessos dos últimos dois anos de golpe e impedir novos desastres depende do resultado das urnas no dia 7 de outubro.
O diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Luiz Eduardo Campolungo, ressalta a importância da população, sobretudo a categoria bancária, buscar informações relevantes sobre os candidatos, como os partidos aos quais pertencem, as pautas que defendem e projetos aprovados, para que não elejam quem votou contra os direitos dos trabalhadores.
"O Brasil atravessa um momento de constantes retrocessos e, nestas eleições, temos a chance de modificar os rumos do país e trazer de volta o desenvolvimento por meio de planos de governo que priorizem políticas públicas voltadas à educação, saúde, habitação. Para isso, é fundamental eleger candidatos que representem e lutem pelos anseios da classe trabalhadora. Nos últimos dois anos, assistimos ao crescimento das taxas de desemprego e desigualdade social, à tentativa de desmonte dos bancos públicos e ameaças de privatização do patrimônio nacional. Medidas que tiveram o apoio da maioria do Congresso Nacional. Por isso, informação de qualidade é fundamental."
Na Campanha Nacional deste ano, os bancários tiveram importantes vitórias contra a reforma trabalhista, mantendo todas as cláusulas da CCT por dois anos. Isso demonstra a capacidade de mobilização dos trabalhadores, que deve se mostrar ainda mais fortalecida para impedir que um Congresso Nacional, formado predominantemente por grandes empresários e latifundiários, acabe com direitos e conquistas. Após uma campanha vitoriosa, o próximo passo deve ser eleger candidatos comprometidos com a revogação das medidas nefastas de Temer e com a pauta dos trabalhadores.
O diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Luiz Eduardo Campolungo, ressalta a importância da população, sobretudo a categoria bancária, buscar informações relevantes sobre os candidatos, como os partidos aos quais pertencem, as pautas que defendem e projetos aprovados, para que não elejam quem votou contra os direitos dos trabalhadores.
"O Brasil atravessa um momento de constantes retrocessos e, nestas eleições, temos a chance de modificar os rumos do país e trazer de volta o desenvolvimento por meio de planos de governo que priorizem políticas públicas voltadas à educação, saúde, habitação. Para isso, é fundamental eleger candidatos que representem e lutem pelos anseios da classe trabalhadora. Nos últimos dois anos, assistimos ao crescimento das taxas de desemprego e desigualdade social, à tentativa de desmonte dos bancos públicos e ameaças de privatização do patrimônio nacional. Medidas que tiveram o apoio da maioria do Congresso Nacional. Por isso, informação de qualidade é fundamental."
Na Campanha Nacional deste ano, os bancários tiveram importantes vitórias contra a reforma trabalhista, mantendo todas as cláusulas da CCT por dois anos. Isso demonstra a capacidade de mobilização dos trabalhadores, que deve se mostrar ainda mais fortalecida para impedir que um Congresso Nacional, formado predominantemente por grandes empresários e latifundiários, acabe com direitos e conquistas. Após uma campanha vitoriosa, o próximo passo deve ser eleger candidatos comprometidos com a revogação das medidas nefastas de Temer e com a pauta dos trabalhadores.
Em 2014, foi eleito um dos legislativos mais conservadores desde a ditadura militar, e sua composição não representa a sociedade brasileira: quase metade dos deputados da Câmara tem patrimônio superior a R$ 1 milhão, enquanto que 60% (Pnad) dos trabalhadores brasileiros têm renda de até dois salários mínimos.



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