31/07/2018
Ameaças ao Saúde Caixa serão tema de Facebook Live nesta terça-feira (31)

As ameaças ao Saúde Caixa serão tema do Facebook Live que será promovido pela Fenae nesta terça-feira (31). Na transmissão, que vai ocorrer a partir das 19h na página da entidade na rede social (www.facebook.com/fenaefederacao), a diretora de Saúde e Previdência da Federação, Fabiana Matheus, e a diretora da Contraf-CUT Fabiana Uehara vão falar sobre os ataques do governo federal direcionados ao plano de saúde.
“As resoluções da CGPAR e as mudanças feitas no estatuto da Caixa prejudicam o Saúde Caixa e outros planos de empresas estatais. Temos direitos assegurados com muita luta, não vamos abrir mão deles”, afirma Fabiana Matheus. Ela acrescenta: “só a mobilização dos empregados será capaz de barrar esse e outros retrocessos, motivo pelo qual lançamos a campanha ‘Saúde Caixa: eu defendo’. Por isso, é fundamental que a categoria esteja bem informada sobre essas ameaças. É sobre isso que vamos conversar”.
A manutenção do Saúde Caixa é o assunto que mais tem preocupado empregados ativos e aposentados da Caixa. Em janeiro deste ano, o governo apresentou a resolução 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União, que estabelece diretrizes que ameaçam a sustentabilidade dos planos de saúde dos trabalhadores das empresas estatais.
Para piorar, a aprovação da reforma trabalhista retirou a garantia de ultratividade do último ACT, impedindo que os benefícios de saúde se mantenham até a negociação de um novo acordo. “Temos que vencer a intransigência desse governo golpista e da Caixa. Se forem implementadas as resoluções CGPAR e se for mantida a previsão do estatuto do banco, que estabelece o limite de 6,5% da folha de pagamento para participação nas despesas com assistência à saúde dos empregados, o Saúde Caixa vai encarecer e se tornar excludente”, diz Fabiana Uehara.
"As investidas contra os planos de saúde dos empregados de empresas públicas estão na esteira do desmonte da CLT aprovado pelo governo Temer e buscam reduzir custos a fim de preparar o terreno para a privatização dessas instituições estratégicas para a população e a economia do país. A defesa dessas empresas deve ser a prioridade absoluta tanto para os trabalhadores quanto para a população. Mais do que nunca é hora de reforçar a mobilização de todos para barrar a retirada de um direito fundamental, sobretudo para nós, bancários usuários do Saúde Caixa e da Cassi, que estamos em Campanha Nacional", conclama Tony.
“As resoluções da CGPAR e as mudanças feitas no estatuto da Caixa prejudicam o Saúde Caixa e outros planos de empresas estatais. Temos direitos assegurados com muita luta, não vamos abrir mão deles”, afirma Fabiana Matheus. Ela acrescenta: “só a mobilização dos empregados será capaz de barrar esse e outros retrocessos, motivo pelo qual lançamos a campanha ‘Saúde Caixa: eu defendo’. Por isso, é fundamental que a categoria esteja bem informada sobre essas ameaças. É sobre isso que vamos conversar”.
A manutenção do Saúde Caixa é o assunto que mais tem preocupado empregados ativos e aposentados da Caixa. Em janeiro deste ano, o governo apresentou a resolução 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União, que estabelece diretrizes que ameaçam a sustentabilidade dos planos de saúde dos trabalhadores das empresas estatais.
Para piorar, a aprovação da reforma trabalhista retirou a garantia de ultratividade do último ACT, impedindo que os benefícios de saúde se mantenham até a negociação de um novo acordo. “Temos que vencer a intransigência desse governo golpista e da Caixa. Se forem implementadas as resoluções CGPAR e se for mantida a previsão do estatuto do banco, que estabelece o limite de 6,5% da folha de pagamento para participação nas despesas com assistência à saúde dos empregados, o Saúde Caixa vai encarecer e se tornar excludente”, diz Fabiana Uehara.
PDC que suspende CGPAR tem apoio de 95%. Vote você também!
Até as 16h de segunda-feira (30), 95% das pessoas que participaram da enquete eram a favor do projeto que defende os planos de saúde das empresas públicas, como Cassi e Economus (do BB) e Saúde Caixa. Dos 31,5 mil votantes até esse horário, quase 30 mil apoiam o PDC 956/2018.Os bancários da Caixa e do Banco do Brasil devem CLICAR AQUI para participar, selecionando a opção “Concordo”. Não é necessário se identificar.
"As investidas contra os planos de saúde dos empregados de empresas públicas estão na esteira do desmonte da CLT aprovado pelo governo Temer e buscam reduzir custos a fim de preparar o terreno para a privatização dessas instituições estratégicas para a população e a economia do país. A defesa dessas empresas deve ser a prioridade absoluta tanto para os trabalhadores quanto para a população. Mais do que nunca é hora de reforçar a mobilização de todos para barrar a retirada de um direito fundamental, sobretudo para nós, bancários usuários do Saúde Caixa e da Cassi, que estamos em Campanha Nacional", conclama Tony.
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