19/07/2018
O 25 de julho será Dia Nacional de Luta em Defesa dos Programas de Saúde dos Trabalhadores

Mais uma etapa da mobilização das entidades que representam o pessoal da Caixa em defesa da assistência à saúde está prevista para o dia 25 de julho em todo Brasil. Fenae, Contraf-CUT, Apcefs, Fenag, Advocef, Fenacef, Aneac, Social Caixa e Anacef vêm realizando diversos atos pela revogação das novas resoluções do governo federal e pela alteração do estatuto da Caixa. Desta vez, a mobilização conta com a adesão de outras categorias que vivem o mesmo dilema, entre elas a dos trabalhadores do Banco do Brasil, Petrobras, BNDES e Correios.
As entidades realizarão debates em todo o país ao longo da próxima semana, culminando nos atos da quarta-feira. Nos próximos dias, será divulgada a agenda de eventos e mobilizações para que todos possam participar.
“Precisamos manter nosso pessoal mobilizado. A situação é tão grave que só temos garantido mais um mês de Saúde Caixa como ele é hoje, isso porque no dia 31 de agosto se encerra a vigência do Acordo Coletivo. Depois disso, não sabemos o que pode acontecer”, afirma a diretora de Saúde e Previdência da Fenae, Fabiana Matheus.
Se forem implementadas as resoluções da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), e se for mantida a previsão do estatuto da Caixa, que estabelece o limite de 6,5% da folha de pagamento para participação do banco nas despesas com assistência à saúde dos empregados, o Saúde Caixa ficará cada vez mais caro e excludente.
Por meio da campanha Saúde Caixa: eu defendo, as entidades do pessoal da Caixa têm levado informações sobre o funcionamento do programa de saúde, sobre as medidas apresentadas pelo governo e, principalmente, têm estimulado os empregados da ativa e aposentados a valorizar esse direito.
O que pode mudar
A resolução 23 da CGPAR prevê cobrança de mensalidade por pessoa e por faixa etária, e a inclusão como dependentes indiretos somente para de filhos até 24 anos cursando o 3º grau, e não mais para aqueles que tinham até 27 anos. Além disso, pai e mãe, hoje elegíveis, serão excluídos. Os aposentados também não poderão mais contar com o Saúde Caixa. Os planos de estatais estão proibidos de admitir novos usuários, até que estejam adequados a essas regras, ou seja, gestantes que esperam seus bebês, por exemplo, não poderão incluí-los como dependentes. Estas são algumas determinações que a CGPAR está impondo por meio da resolução.
Saiba mais sobre os impactos dessas medidas.
As entidades realizarão debates em todo o país ao longo da próxima semana, culminando nos atos da quarta-feira. Nos próximos dias, será divulgada a agenda de eventos e mobilizações para que todos possam participar.
“Precisamos manter nosso pessoal mobilizado. A situação é tão grave que só temos garantido mais um mês de Saúde Caixa como ele é hoje, isso porque no dia 31 de agosto se encerra a vigência do Acordo Coletivo. Depois disso, não sabemos o que pode acontecer”, afirma a diretora de Saúde e Previdência da Fenae, Fabiana Matheus.
Se forem implementadas as resoluções da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), e se for mantida a previsão do estatuto da Caixa, que estabelece o limite de 6,5% da folha de pagamento para participação do banco nas despesas com assistência à saúde dos empregados, o Saúde Caixa ficará cada vez mais caro e excludente.
Por meio da campanha Saúde Caixa: eu defendo, as entidades do pessoal da Caixa têm levado informações sobre o funcionamento do programa de saúde, sobre as medidas apresentadas pelo governo e, principalmente, têm estimulado os empregados da ativa e aposentados a valorizar esse direito.
O que pode mudar
A resolução 23 da CGPAR prevê cobrança de mensalidade por pessoa e por faixa etária, e a inclusão como dependentes indiretos somente para de filhos até 24 anos cursando o 3º grau, e não mais para aqueles que tinham até 27 anos. Além disso, pai e mãe, hoje elegíveis, serão excluídos. Os aposentados também não poderão mais contar com o Saúde Caixa. Os planos de estatais estão proibidos de admitir novos usuários, até que estejam adequados a essas regras, ou seja, gestantes que esperam seus bebês, por exemplo, não poderão incluí-los como dependentes. Estas são algumas determinações que a CGPAR está impondo por meio da resolução.
Saiba mais sobre os impactos dessas medidas.
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