05/07/2018
Primeiro Seminário Nacional do Macrossetor Serviços da CUT define plano de lutas
O 1º Seminário Nacional do Macrossetor Serviços da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Realizado na terça (3) e quarta-feira (4), na sede do Departamento de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em São Paulo (SP), definfiu o plano de lutas do Macrossetor que contém a luta unitária da categorias como ponto fundamental. O documento contem ainda a criação de plenárias nos estados para debater os encaminhamentos e a criação de coordenações estaduais.
Vinicius Assumpção, vice-presidente da Contraf-CUT, explicou que o documento contem três eixos principais. “Tecnologia, emprego no setor de serviços; Macrossetor e a Conjuntura e Organização e Estruturação.”
Em tecnologia, emprego no setor de serviço a ideia é compartilhar as estruturas de comunicação para maximização das sindicalizações e das ações políticas; promover programas de formação e requalificação para dirigentes e trabalhadores de base e elaborar e apresentar as principais propostas e princípios do Macrossetor às candidaturas em 2018.
Já para macrossetor e a conjuntura ficou definido que os ramos irão ampliar acordos e estudar modelos de Macrossetores existentes; estimular negociações nacionais, em mesas únicas, em diversas pautas; levantar dados de empresas, entidades e acordos para estabelecer um banco de dados, superar corporativismos e dar respostas rápidas e conjuntas e aproximar entidades sindicais da sociedade e movimentos sociais organizados para ampliação das mobilizações.
Para organização e estruturação as ações promovidas serão avançar nas representações sindicais; construir o Macrossetor como organismo da CUT e construir calendário com reuniões periódicas.
O Macrossetor Serviços é um dos quatro criados pela CUT para fortalecer lutas e ações comuns dos trabalhadores das respectivas categorias. Os outros três são Indústria, Serviço Público e Trabalhadores Rurais. Além da Contraf-CUT, participaram do grupo a Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras no Comércio e Serviços da CUT (Contracs), a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), a Confederação Nacional dos Vigilantes e Prestadores de Serviços (CNTV), a Federação Nacional dos Trabalhadores em Processamento de Dados (Fenadados), a Federação Interestadual dos Trabalhadores em Radiodifusão e Televisão (Fitert) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transpore e Logística (CNTTL).
Vinicius Assumpção, vice-presidente da Contraf-CUT, explicou que o documento contem três eixos principais. “Tecnologia, emprego no setor de serviços; Macrossetor e a Conjuntura e Organização e Estruturação.”
Em tecnologia, emprego no setor de serviço a ideia é compartilhar as estruturas de comunicação para maximização das sindicalizações e das ações políticas; promover programas de formação e requalificação para dirigentes e trabalhadores de base e elaborar e apresentar as principais propostas e princípios do Macrossetor às candidaturas em 2018.
Já para macrossetor e a conjuntura ficou definido que os ramos irão ampliar acordos e estudar modelos de Macrossetores existentes; estimular negociações nacionais, em mesas únicas, em diversas pautas; levantar dados de empresas, entidades e acordos para estabelecer um banco de dados, superar corporativismos e dar respostas rápidas e conjuntas e aproximar entidades sindicais da sociedade e movimentos sociais organizados para ampliação das mobilizações.
Para organização e estruturação as ações promovidas serão avançar nas representações sindicais; construir o Macrossetor como organismo da CUT e construir calendário com reuniões periódicas.
O Macrossetor Serviços é um dos quatro criados pela CUT para fortalecer lutas e ações comuns dos trabalhadores das respectivas categorias. Os outros três são Indústria, Serviço Público e Trabalhadores Rurais. Além da Contraf-CUT, participaram do grupo a Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras no Comércio e Serviços da CUT (Contracs), a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), a Confederação Nacional dos Vigilantes e Prestadores de Serviços (CNTV), a Federação Nacional dos Trabalhadores em Processamento de Dados (Fenadados), a Federação Interestadual dos Trabalhadores em Radiodifusão e Televisão (Fitert) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transpore e Logística (CNTTL).
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