20/04/2018

Luta internacional: Encontro na Colômbia discute defesa dos bancos públicos


Dionísio Reis fala sobre desmonte da Caixa no governo Temer

(Foto: Contraf-CUT)

 
A Alianza Latino-Americana em defesa dos Bancos Públicos realizou nova reunião na terça (17) e quarta-feira (18). O encontro foi em Bogotá, capital da Colômbia, e contou com a participação de entidades sindicais, entre elas a Contraf-CUT.

O grupo reuniu-se para analisar as deliberações do 4º Encontro da Alianza, ocorrido em novembro de 2017, em Montevideo (Uruguai). A UNI Global Union (sindicato mundial que representa mais de 20 milhões de trabalhadores de cerca de 900 sindicatos em todo o mundo) está preparando, para maio, uma pesquisa técnica para coletar informações que vão alimentar o banco de dados do Observatório Latino Americano em Defesa dos Bancos Públicos.

No primeiro dia do encontro, na terça-feira (17), foi realizado um debate técnico-ideológico sobre bancos públicos, os formatos em que eles se apresentam nos países, quais os pontos consensuais de defesa dos papéis que representam.

Roberto von der Osten, secretário de Relações Internacionais da Contraf-CUT, fez uma análise da situação política no Brasil. Em seguida, os representantes do Brasil expuseram os ataques e o desmonte que os bancos públicos estão sofrendo no governo golpista de Temer.

Gustavo Tabatinga, secretário-geral da Contraf-CUT, apresentou os ataques sofridos pelo Banco do Brasil em seu papel social e sua posição no mercado.

Dionísio Reis, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, fez a apresentação sobre o desmonte pelo qual a Caixa está passando.

Além da Contraf-CUT, participaram do evento dirigentes da Associación La Bancária da Argentina, dirigentes da AEBU Uruguay, dirigentes da ANEBRE e da Sintrabancol da Colômbia.

Na manhã de quarta (18), foi feito o fechamento do documento político da coordenação. Em seguida, os participantes visitaram a Associação Nacional de Empregados do Banco da República (ANEBRE), que está vivendo duras negociações com os bancos e o governo neoliberal da Colômbia.
Fonte: Contraf-CUT, com edição do Seeb Catanduva

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