19/04/2018
Estatização do sistema bancário: bandeira do Sindicato é destaque em editorial do JN

Arte: Márcio Baraldi
A estatização do sistema bancário brasileiro, bandeira do Sindicato, ganhou destaque esta semana nas páginas do Jornal do Brasil (JB). Em editorial (leia aqui a íntegra) na edição de domingo,15 de abril, intitulado “Estatizar os bancos para o Brasil crescer”, o periódico carioca ressalta que o oligopólio (de seis bancos: Itaú, Bradesco, Santander, Safra, BB e Caixa) que controla o segmento “demonstra não ser sensível às demandas da sociedade por juros mais baixos e linhas de crédito em condições suportáveis pelos trabalhadores e empresas”.
O texto lembra que quatro famílias “administram 60% da base monetária” no país e acrescenta que o oligopólio “não se sensibiliza diante do caos instalado na economia, cujo principal motivo são as taxas de juros que cobram, não só de quem cria riquezas e gera empregos, mas também de 62 milhões de trabalhadores que se encontram inadimplentes junto aos bancos e financeiras”.
O presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Carlos Vicentim, destaca que a criação e o fortalecimento das instituições financeiras regionais bem como a estatização do sistema bancário sempre foi defendido pelo Sindicato como medidas fundamentais para o crescimento do país, haja vista as necessidades da sociedade por incentivos que colaborem para o desenvolvimento dos trabalhadores e das empresas, como taxas de juros e linhas de crédito acessíveis.
É válido lembrar ainda, que mesmo com a queda da Selic, taxa de juros básica da economia brasileira, para 6,5% ao ano, o spread bancário (diferença entre o que os bancos gastam para captar dinheiro e quanto eles cobram para emprestá-lo) continua alto.
“Os bancos públicos sempre exerceram, em sua essência, o papel de fomentador de políticas públicas econômicas em áreas fundamentais ao país como habitação, educação, agricultura, sobretudo quando voltadas à população de baixa renda. Em cenários de dificuldades, são essas instituições que deveriam fornecer suporte à economia, já que atuam em setores nos quais os bancos privados não têm nenhum interesse em atuar", acrescenta Vicentim.
O texto lembra que quatro famílias “administram 60% da base monetária” no país e acrescenta que o oligopólio “não se sensibiliza diante do caos instalado na economia, cujo principal motivo são as taxas de juros que cobram, não só de quem cria riquezas e gera empregos, mas também de 62 milhões de trabalhadores que se encontram inadimplentes junto aos bancos e financeiras”.
O presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Carlos Vicentim, destaca que a criação e o fortalecimento das instituições financeiras regionais bem como a estatização do sistema bancário sempre foi defendido pelo Sindicato como medidas fundamentais para o crescimento do país, haja vista as necessidades da sociedade por incentivos que colaborem para o desenvolvimento dos trabalhadores e das empresas, como taxas de juros e linhas de crédito acessíveis.
É válido lembrar ainda, que mesmo com a queda da Selic, taxa de juros básica da economia brasileira, para 6,5% ao ano, o spread bancário (diferença entre o que os bancos gastam para captar dinheiro e quanto eles cobram para emprestá-lo) continua alto.
“Os bancos públicos sempre exerceram, em sua essência, o papel de fomentador de políticas públicas econômicas em áreas fundamentais ao país como habitação, educação, agricultura, sobretudo quando voltadas à população de baixa renda. Em cenários de dificuldades, são essas instituições que deveriam fornecer suporte à economia, já que atuam em setores nos quais os bancos privados não têm nenhum interesse em atuar", acrescenta Vicentim.
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