Golpe tirou direitos e trouxe aumento da desigualdade e desemprego ao país

O golpe que tirou do poder uma presidenta legitimamente eleita foi contra os trabalhadores brasileiros e a maioria da população. O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região e todo o movimento sindical afirmavam isso desde antes da aprovação do impeachment pela Câmara, em 17 de abril de 2016, e continuou depois, em reportagens no site e no Informação Bancária. O golpe foi para colocar no poder um projeto de país com aumento das desigualdades sociais, da pobreza, achatamento dos salários e da renda dos trabalhadores e trabalhadoras, extinção de direitos previstos na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) – o que ocorreu com a reforma trabalhista –, ataques aos investimentos em Saúde e Educação e fim da aposentadoria pública – que eles ainda não conseguiram aprovar porque enfrentam a resistência dos movimentos sindical e sociais.
O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região preparou um quadro com posts sobre o projeto de país que estávamos realizando e outros sobre o retrocesso que estamos vivendo desde que Temer e seus aliados no Congresso Nacional passaram a comandar o Brasil.
Em outubro teremos eleições para presidente da República e para o Legislativo (deputados federais, senadores), e o que está em jogo é a escolha entre esses dois projetos: um que retoma o caminho da justiça social e da soberania, com fortalecimento da democracia; e o outro que agrava este cenário que já se mostra tão nefasto para a população.
Veja abaixo, compare e reflita.
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