Se defende sua cidade, defende também os bancos públicos. Sem eles, o país vai parar!
Seja no sonho da casa própria, no alimento que vai para mesa do jantar, na faculdade dos filhos, na saúde, no saneamento básico, na indústria, nas pequenas e médias empresas, sempre tem um banco público por trás.
Mesmo sabendo disso, o governo Temer está promovendo uma série de ataques ao Banco do Brasil, à Caixa Federal, ao BNDES. E a população brasileira é a maior prejudicada.
O BB já foi forçado, após o golpe, a eliminar 10 mil postos de trabalho e fechou 400 agências. A Caixa cortou 4,7 mil vagas de emprego e quer fechar outras 5 mil. São menos bancários e agências para te atender. Além disso, a direção da Caixa está reduzindo departamentos responsáveis pelas funções sociais do banco, como os que gerenciam o FGTS, os programas sociais, e o crédito habitacional. O governo também vai aumentar o custo dos empréstimos do BNDES.
Para João Fukunaga, integrante da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, a diminuição desses bancos só beneficia os bancos privados. “Eles terão ainda menos concorrência e poderão cobrar juros e tarifas ainda mais caras da população e do setor produtivo. Só eles ganham e toda a sociedade perde.”
“Banco do Brasil, Caixa e BNDES são fundamentais para o desenvolvimento do país”, afirma o coordenador da CEE/Caixa, Dionísio Reis. “Por isso, o movimento sindical está numa luta intensa contra o desmonte dessas instituições.”
O papel dos bancos públicos é fundamental, eles aumentaram sua participação no crédito, passando de 36% para 56% do total concedido entre 2008 e 2016. Os bancos privados, por outro lado, tiveram redução de 3% no saldo de crédito nos últimos dois anos. Atualmente, o Banco do Brasil representa 19,6% do total de crédito no Sistema Financeiro Nacional (SFN) e 58,4% de crédito no agronegócio.
"Defender os bancos públicos significa, portanto, defender um país melhor, mais desenvolvido, menos desigual, mais justo e mais fortalecido. Se é banco público, é para todos!", enfatiza o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região Carlos Alberto Moretto.

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