24/08/2017
1º Seminário de Segurança Bancária debateu estratégias contra violência nas agências
Na terça-feira (22), foi realizado no Auditório Amarelo do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, o 1º Seminário de Segurança Bancária da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). O evento abordou as mudanças na Lei de Segurança Privada, Inovações Tecnológicas na Segurança Bancária, Organização dos Trabalhadores contra a violência e como os vigilantes e bancários enfrentam as situações de medo nas agências.
De acordo com o presidente da Contraf-CUT, Roberto von der Osten, a realização do seminário visou disseminar os debates sobre segurança bancária entre as federações e sindicatos, para que seja possível diminuir os casos de violência contra a categoria. “Não queremos violência e riscos no nosso trabalho. Os ataques aos bancos, principalmente os que colocam em risco a vida humana e que nos amedrontam, tem que ser evitados”, disse o presidente da entidade.
O seminário discutiu os ataques e a estratégia para impedir ou minimizar os danos físicos e psicológicos. “Existem maneiras para evitá-los, mas sempre esbarram na negativa dos bancos em investir na segurança das pessoas. Estão mais interessados na segurança patrimonial”, criticou Roberto.
Mesmo com a preocupação em aprimorar os cuidados com a segurança, ainda há muita dificuldade em mensurar os casos de violência nas agências. “Os ataques podem provocar também adoecimento nos trabalhadores. Síndrome do pânico, por exemplo, pode ser desencadeada quando a segurança falha e o trabalhador sofre violência”, explicou Valdir Machado de Oliveira, secretário de Relações Sindicais e representante da Federação dos Bancários da CUT de São Paulo (FETEC-CUT/SP) no Seminário.
A implantação de portas de segurança com recuo antes do autoatendimento, câmeras de monitoramento em tempo real, vidro blindado nas faixadas, aberturas das agências feitas pelas agências de segurança, biombos entre filas e caixas estão entre as propostas apresentadas para a melhoria da segurança bancária.
“Precisamos discutir o que foi apresentado no seminário com os sindicatos e fazer com que os bancários tenham acesso a uma cultura de segurança, para enfrentar o medo e a reduzir os ataques”, conclui Valdir.
De acordo com o presidente da Contraf-CUT, Roberto von der Osten, a realização do seminário visou disseminar os debates sobre segurança bancária entre as federações e sindicatos, para que seja possível diminuir os casos de violência contra a categoria. “Não queremos violência e riscos no nosso trabalho. Os ataques aos bancos, principalmente os que colocam em risco a vida humana e que nos amedrontam, tem que ser evitados”, disse o presidente da entidade.
O seminário discutiu os ataques e a estratégia para impedir ou minimizar os danos físicos e psicológicos. “Existem maneiras para evitá-los, mas sempre esbarram na negativa dos bancos em investir na segurança das pessoas. Estão mais interessados na segurança patrimonial”, criticou Roberto.
Mesmo com a preocupação em aprimorar os cuidados com a segurança, ainda há muita dificuldade em mensurar os casos de violência nas agências. “Os ataques podem provocar também adoecimento nos trabalhadores. Síndrome do pânico, por exemplo, pode ser desencadeada quando a segurança falha e o trabalhador sofre violência”, explicou Valdir Machado de Oliveira, secretário de Relações Sindicais e representante da Federação dos Bancários da CUT de São Paulo (FETEC-CUT/SP) no Seminário.
A implantação de portas de segurança com recuo antes do autoatendimento, câmeras de monitoramento em tempo real, vidro blindado nas faixadas, aberturas das agências feitas pelas agências de segurança, biombos entre filas e caixas estão entre as propostas apresentadas para a melhoria da segurança bancária.
“Precisamos discutir o que foi apresentado no seminário com os sindicatos e fazer com que os bancários tenham acesso a uma cultura de segurança, para enfrentar o medo e a reduzir os ataques”, conclui Valdir.
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