Desmonte trabalhista avança e mobilização é urgente
“A mobilização da classe trabalhadora precisa aumentar", afirma o presidente do Sindicato dos bancários de Catanduva e Região, Roberto Carlos Vicentim. “Devemos nos unir e pressionar os senadores para impedir o avanço do projeto ou será o fim de todos os direitos trabalhistas conquistados com anos de luta e resistência.”
As mudanças na legislação trabalhista defendidas por Temer têm apoio de banqueiros e empresários, que estão de olho no aumento dos lucros em troca da precarização dos empregos.
O relator Ricardo Ferraço (PSDB-ES) não acatou nenhuma emenda, com o objetivo de evitar o retorno do texto à Câmara – aprovado em abril como PL 6.787 (veja os deputados que traíram os trabalhadores). Ferraço também é o relator na CAS, o que indica o “padrão” dos debates na Comissão, desde a última quinta-feira 8.
“Protestar contra a reforma trabalhista é lutar pela manutenção dos empregos e garantia dos direitos. Vamos novamente mobilizar o país numa grande greve geral contra os desmontes propostos pelo governo Temer, no dia 30”, ressalta Vicentim. “De imediato, os trabalhadores devem pressionar os senadores enviando mensagens e deixando claro que nunca mais serão eleitos se votarem contra os direitos trabalhistas.
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