Votação deve ficar para junho; Pressão popular está dando resultado e deve continuar
A declaração do líder do governo na Câmara mostra a insegurança da base aliada de Temer para garantir mais que os 308 votos necessários na Câmara para aprovar a proposta de emenda à Constituição, no caso a PEC 287, que trata da reforma da Previdência. Diante da incerteza quanto à aprovação da reforma, o governo Temer deve protelar a votação para junho. De acordo com Onix Oliveira – que é vice-líder do DEM, partido da base governista, mas contrário à PEC 287 – o Planalto teria hoje no máximo 250 votos.
Para o vice-líder do PDT, deputado André Figueiredo (CE), "é indispensável que a população brasileira se mobilize [contra a PEC 287] porque a pressão está vindo por parte do governo, individual, em cima de cada parlamentar: oferecendo cargos, ameaçando tirar emendas parlamentares ou oferecendo mais”.
Reaja – A insegurança do governo Temer quanto ao número de votos que possui na Câmara em favor da reforma da Previdência é resultado da luta feita pela sociedade contra a proposta, que tem pressionado os parlamentares com um recado claro: quem votar pelo fim da aposentadoria não será reeleito.
O Sindicato convoca toda a categoria a continuar na luta em defesa da aposentadoria e contra a retirada de direitos com a reforma trabalhista. Além de participar das mobilizações promovidas pelo movimento sindical, os bancários podem enviar mensagens aos deputados (bit.ly/DepSP) e senadores (bit.ly/ SenadoBR) pressionando pela não aprovação das reformas.
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