28/04/2017
Bancários de Catanduva se mobilizam contra os retrocessos e apoiam Greve Geral neste 28 de abril
Nesta sexta-feira (28), o povo brasileiro saiu às ruas para decretar Greve Geral como resposta às propostas do governo golpista. Diversos municípios brasileiros declararam apoio ao ato com manifestações e passeatas.
Em Catanduva (SP), dirigentes do Sindicato dos Bancários percorreram as principais agências da cidade para explicar aos bancários o que representam as reformas encaminhadas ao Congresso Nacional pelo governo Michel Temer (PMDB) e orientar a categoria na paralisação das unidades locais e em outros municípios pertencentes a sua base territorial.
“É muito importante a participação de todos os trabalhadores e trabalhadoras neste movimento para frear essa onda neoliberal que tomou conta do país. Mais do que nunca, precisamos ir as ruas para defender os direitos conquistados com muita luta e impedir que acabem com nossos empregos e nossa aposentadoria”, ressalta Roberto Carlos Vicentim, presidente do Sindicato e coordenador da subsede da CUT em São José do Rio Preto (SP).
Nas agências, foi distribuído material informativo com os principais pontos das reformas trabalhista e previdenciária, alertando para a precariedade do emprego caso sejam aprovadas na forma como estão. A abertura de algumas unidades também foi retardada em protesto.
“Ressaltamos aos funcionários, sobretudo aos das instituições públicas como Caixa e BB, que essa luta também é deles, pois vários pontos das reformas interessam muito aos bancos, como, por exemplo, o parcelamento das férias, descomissionamento, terceirização e a ampliação da jornada de trabalho”, relata o dirigente sindical Aparecido Augusto Marcelo.
O movimento convocado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais é nacional e está amparado pela Lei de Greve. Em nota pública divulgada nesta quinta-feira (27), o Ministério Público do Trabalho (MPT) enfatizou “a legitimidade dos interesses que se pretende defender por meio da anunciada Greve Geral como movimento justo e adequado de resistência dos trabalhadores às reformas trabalhista e previdenciária, em trâmite açodado no Congresso Nacional, diante da ausência de consulta efetiva aos representantes dos trabalhadores.”
Duas unidades da Caixa Econômica Federal de Catanduva decidiram pela adesão geral ao movimento. Para o diretor do Sindicato e funcionário da Caixa Antônio Júlio Gonçalves Neto, o Tony, é fundamental que os trabalhadores façam sua parte para derrubar as reformas antipopulares e democratizar o sistema político. Essa união e mobilização, sobretudo da categoria bancária, demonstra que a classe trabalhadora brasileira não aceitará voltar a um passado sem leis e no qual prevalecia o regime de exploração da mão de obra.”
Em São José do Rio Preto, manifestantes pararam a BR 153. No centro da cidade, diversas categorias se uniram em um ato contra as reformas e o corte de direitos, e pela defesa do emprego.
Em São Paulo, com a paralisação do transporte público e trancamento nas principais vias, a capital paulista amanheceu vazia. Alguns diretores do Sindicato estiveram presentes no fechamento de agências bancárias em algumas regiões da cidade durante a manhã e participarão do ato na Av Paulista, representando o Sindicato e defendendo os direitos da classe trabalhadora.
Dentre as principais mudanças, as reformas representam o fim dos direitos trabalhistas, a terceirização irrestrita a todas as atividades (até mesmo as principais, como é o caso dos caixas e gerentes nos bancos), o fim da previdência social, o desmonte dos bancos públicos, o congelamento dos investimentos na Saúde e Educação por 20 anos, enquanto as classes dominantes permanecem intocadas.
Em Catanduva (SP), dirigentes do Sindicato dos Bancários percorreram as principais agências da cidade para explicar aos bancários o que representam as reformas encaminhadas ao Congresso Nacional pelo governo Michel Temer (PMDB) e orientar a categoria na paralisação das unidades locais e em outros municípios pertencentes a sua base territorial.
“É muito importante a participação de todos os trabalhadores e trabalhadoras neste movimento para frear essa onda neoliberal que tomou conta do país. Mais do que nunca, precisamos ir as ruas para defender os direitos conquistados com muita luta e impedir que acabem com nossos empregos e nossa aposentadoria”, ressalta Roberto Carlos Vicentim, presidente do Sindicato e coordenador da subsede da CUT em São José do Rio Preto (SP).
Nas agências, foi distribuído material informativo com os principais pontos das reformas trabalhista e previdenciária, alertando para a precariedade do emprego caso sejam aprovadas na forma como estão. A abertura de algumas unidades também foi retardada em protesto.
“Ressaltamos aos funcionários, sobretudo aos das instituições públicas como Caixa e BB, que essa luta também é deles, pois vários pontos das reformas interessam muito aos bancos, como, por exemplo, o parcelamento das férias, descomissionamento, terceirização e a ampliação da jornada de trabalho”, relata o dirigente sindical Aparecido Augusto Marcelo.
O movimento convocado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais é nacional e está amparado pela Lei de Greve. Em nota pública divulgada nesta quinta-feira (27), o Ministério Público do Trabalho (MPT) enfatizou “a legitimidade dos interesses que se pretende defender por meio da anunciada Greve Geral como movimento justo e adequado de resistência dos trabalhadores às reformas trabalhista e previdenciária, em trâmite açodado no Congresso Nacional, diante da ausência de consulta efetiva aos representantes dos trabalhadores.”
Duas unidades da Caixa Econômica Federal de Catanduva decidiram pela adesão geral ao movimento. Para o diretor do Sindicato e funcionário da Caixa Antônio Júlio Gonçalves Neto, o Tony, é fundamental que os trabalhadores façam sua parte para derrubar as reformas antipopulares e democratizar o sistema político. Essa união e mobilização, sobretudo da categoria bancária, demonstra que a classe trabalhadora brasileira não aceitará voltar a um passado sem leis e no qual prevalecia o regime de exploração da mão de obra.”
Em São José do Rio Preto, manifestantes pararam a BR 153. No centro da cidade, diversas categorias se uniram em um ato contra as reformas e o corte de direitos, e pela defesa do emprego.
Em São Paulo, com a paralisação do transporte público e trancamento nas principais vias, a capital paulista amanheceu vazia. Alguns diretores do Sindicato estiveram presentes no fechamento de agências bancárias em algumas regiões da cidade durante a manhã e participarão do ato na Av Paulista, representando o Sindicato e defendendo os direitos da classe trabalhadora.
Dentre as principais mudanças, as reformas representam o fim dos direitos trabalhistas, a terceirização irrestrita a todas as atividades (até mesmo as principais, como é o caso dos caixas e gerentes nos bancos), o fim da previdência social, o desmonte dos bancos públicos, o congelamento dos investimentos na Saúde e Educação por 20 anos, enquanto as classes dominantes permanecem intocadas.
Reaja, trabalhador! Participe da luta por nenhum direito a menos.


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