Greve Geral dia 28 contra retirada de direitos. Reaja!
São tão claros e numerosos os motivos para cruzar os braços na greve geral do dia 28, que pelo menos oito em cada dez bancários decidiram pela participação da categoria na mobilização por todo o país. O índice de aprovação, 81%, saiu de votações em assembleias realizadas em dezenas de locais de trabalho, com a participação de 15.613 trabalhadores de bancos públicos e privados.
Atendendo às orientações do Comando Nacional dos Bancários, os bancários de Catanduva e região também deliberaram pelo apoio à greve geral em assembleia realizada na última quarta-feira (19).
Na ocasião, o Sindicato debateu com a categoria sobre as ‘reformas’ previdenciária e trabalhista e ainda sobre a Terceirização e a defesa dos bancos públicos. “A aprovação desses projetos vai significar o fim da aposentadoria, do emprego e de diversos direitos que conquistamos para assegurar saúde, segurança e a qualidade de vida aos trabalhadores, sobretudo aos bancários. Vamos voltar a um passado sem leis e no qual prevalecia o regime de exploração da mão de obra”, criticou Carlos Alberto Moretto, diretor do Sindicato.
Na tarde de quinta-feira (20), o Sindicato, através de seu presidente Roberto Carlos Vicentim, participou de reunião realizada na sede do Clube do Lago, em São José do Rio Preto, para organizar e definir as ações para a greve geral juntamente com diversas entidades sindicais e movimento sociais.
A greve geral foi convocada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores) e demais centrais sindicais em resistência aos diversos ataques feitos pelo governo Temer contra a classe trabalhadora. Dentre eles, a extinção da Previdência Social e da CLT, travestida nas reformas da Previdência e trabalhista, o desmonte dos bancos públicos e a terceirização generalizada
Elencamos os maiores estragos que acontecerão na sua vida (veja abaixo), caso essas reformas sejam aprovadas no Congresso Nacional. A terceirização ilimitada já passou e somada à reforma trabalhista, que será votada via PL 6.787/2016, representa uma tragédia para os trabalhadores. E ainda tem a reforma Previdência, com a PEC 287 (Proposta de Emenda Constitucional), que praticamente acaba com o direito de se aposentar. Por tudo isso, o Sindicato lembra que é preciso também pressionar os parlamentares e convoca os bancários e demais categorias a enviar e-mails a todos eles dizendo que não serão reeleitos se votarem a favor dessas reformas.
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