06/02/2017
Contra retrocessos, mulheres organizam greve geral para o dia 8 de março
Contra a reforma da Previdência proposta pelo governo Temer, que quer acabar com o direito garantido às mulheres de se aposentarem antes devido à dupla jornada de trabalho, movimentos feministas planejam uma greve geral no dia 8 de março, quando é celebrado o Dia Internacional da Mulher.
"Desde o golpe contra a presidenta eleita (Dilma Rousseff), temos vivido, nesse governo que a gente considera ilegítimo, uma série de ataques que estão retrocedendo nos nossos direitos, nos direitos das mulheres em geral, mas não só, como nos direitos de toda a classe trabalhadora", afirma Thaís Lapa, integrante da Marcha Mundial das Mulheres, em entrevista à repórter Camila Salmazio da Rádio Brasil Atual.
As ameaças aos direitos previdenciários das mulheres, a luta contra o desemprego, além de pautas históricas do movimento feminista, como o fim da violência de gênero e o direito ao próprio corpo também farão parte da mobilização do dia 8 de março. "São razões que a gente acha que é importante ter uma demonstração de indignação, parando a produção", ressalta Thaís.
A mobilização, construída em conjunto com o movimento sindical, também deve contar com articulação internacional. Segundo Jolúzia Batista, assessora técnica do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), surgida na Suécia, cresce a ideia, que vem ganhando força em países como Brasil e Argentina, de realizar uma paralisação mundial de pelo menos uma hora em defesa dos direitos das mulheres.
"É uma mobilização difícil, porque parte da população não entendeu ainda o que significou tirar a presidenta Dilma Rousseff por uma questão que até hoje não está provada. Deram um golpe porque tinham que cumprir determinados acordos. De fato, é uma ofensiva conservadora que se coloca", detalha Jolúzia.
"Desde o golpe contra a presidenta eleita (Dilma Rousseff), temos vivido, nesse governo que a gente considera ilegítimo, uma série de ataques que estão retrocedendo nos nossos direitos, nos direitos das mulheres em geral, mas não só, como nos direitos de toda a classe trabalhadora", afirma Thaís Lapa, integrante da Marcha Mundial das Mulheres, em entrevista à repórter Camila Salmazio da Rádio Brasil Atual.
As ameaças aos direitos previdenciários das mulheres, a luta contra o desemprego, além de pautas históricas do movimento feminista, como o fim da violência de gênero e o direito ao próprio corpo também farão parte da mobilização do dia 8 de março. "São razões que a gente acha que é importante ter uma demonstração de indignação, parando a produção", ressalta Thaís.
A mobilização, construída em conjunto com o movimento sindical, também deve contar com articulação internacional. Segundo Jolúzia Batista, assessora técnica do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), surgida na Suécia, cresce a ideia, que vem ganhando força em países como Brasil e Argentina, de realizar uma paralisação mundial de pelo menos uma hora em defesa dos direitos das mulheres.
"É uma mobilização difícil, porque parte da população não entendeu ainda o que significou tirar a presidenta Dilma Rousseff por uma questão que até hoje não está provada. Deram um golpe porque tinham que cumprir determinados acordos. De fato, é uma ofensiva conservadora que se coloca", detalha Jolúzia.
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