Com pressão de movimentos sindicais, Justiça suspende reajustes no Saúde Caixa
A Justiça do Trabalho do Distrito Federal concedeu liminar, na noite desta terça-feira (31), anulando os novos valores a serem cobrados dos assistidos pelo Saúde Caixa, a partir de 1º de fevereiro. A ação foi impetrada pela Contraf-CUT, pela Fenae e por sindicatos de bancários de todo o Brasil após a Caixa anunciar o reajuste nas contribuições do Saúde Caixa.
Para o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), Dionísio Reis, a decisão é importante marco na defesa do acordo firmado com a Caixa após mobilização dos empregados de todo o país. “A direção da Caixa não pode desrespeitar os empregados assim."
O diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Antonio Julio Gonçalves Neto, comemora a decisão e critica a posição da Caixa em manipular números do Saúde Caixa para justificar os reajustes do plano. "A Caixa tentou, mais uma vez, desrespeitar o empregado e, sobretudo, o próprio acordo coletivo. Não iríamos nos calar diante disso. Essa decisão é uma vitória importante e, sobretudo, um ato de Justiça com os trabalhadores."
Conselho dos Usuários
Dionísio lembra que ainda na terça-feira (31) os empregados da Caixa decidiram que a chapa “Movimento Pela Saúde” é a mais apropriada para defender o Saúde Caixa. “O Conselho dos usuários deve ser deliberativo. Os maiores interessados na sustentabilidade do plano são os empregados, a direção do banco só se interessa em aumentar a rentabilidade."
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