24/01/2017
Bancos cortaram mais de 20 mil empregos em 2016
O setor bancário, o mais lucrativo da economia brasileira, segue cortando empregos e colaborando para o agravamento da crise no país. De acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), os bancos extinguiram 20.553 postos de trabalho em 2016. Destes, 9.028 apenas em dezembro. Os números são ainda mais assustadores quando comparados com 2015, quando o saldo negativo atingiu 9.886 empregos, menos da metade do registrado ano passado.
“O saldo de dezembro foi fortemente influenciado pela reestruturação no Banco do Brasil, que através do PEAI (Programa Extraordinário de Aposentadoria Incentivada) eliminou 10 mil empregos. Um verdadeiro desmonte. Com essa reestruturação no BB, o governo Temer precariza o atendimento, além de sobrecarregar e adoecer bancários que permanecem na instituição”, avalia a secretária-geral do Sindicato, Ivone Silva, sem poupar os demais bancos pelo saldo negativo. “Entre janeiro e setembro de 2016, os cinco maiores bancos faturaram mais de R$ 45 bilhões. É inadmissível que cortem postos de trabalho desta maneira.”
Rotatividade
Além de cortar postos de trabalho, os bancos faturam com a rotatividade no setor. Em 2016, os trabalhadores admitidos em instituições financeiras ingressaram recebendo em média 54% do que ganhavam os bancários que deixaram os bancos.
“A defesa dos empregos bancários é uma luta permanente do Sindicato. É urgente que, como concessões públicas, as instituições financeiras pratiquem verdadeiramente a responsabilidade social que tanto discursam nas suas propagandas”, conclui a secretária-geral do Sindicato.
São Paulo
O estado de São Paulo registrou o pior saldo de empregos no setor bancário em 2016. Em 12 meses, os bancos fecharam 7.842 postos de trabalho.
E o desmonte não para por aí. Somente o Banco do Brasil, por exemplo, fechará as portas de 222 unidades ao longo de 2017 em todo o estado.
"A certeza é o quanto os clientes serão prejudicados pela falta de qualidade no atendimento ao público e também os funcionários, ao não terem os benefícios garantidos com o fechamento de agências e a extinção de alguns cargos. Apenas nossa união e mobilização podem garantir nossos direitos”, defende o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Carlos Vicentim.
“O saldo de dezembro foi fortemente influenciado pela reestruturação no Banco do Brasil, que através do PEAI (Programa Extraordinário de Aposentadoria Incentivada) eliminou 10 mil empregos. Um verdadeiro desmonte. Com essa reestruturação no BB, o governo Temer precariza o atendimento, além de sobrecarregar e adoecer bancários que permanecem na instituição”, avalia a secretária-geral do Sindicato, Ivone Silva, sem poupar os demais bancos pelo saldo negativo. “Entre janeiro e setembro de 2016, os cinco maiores bancos faturaram mais de R$ 45 bilhões. É inadmissível que cortem postos de trabalho desta maneira.”
Rotatividade
Além de cortar postos de trabalho, os bancos faturam com a rotatividade no setor. Em 2016, os trabalhadores admitidos em instituições financeiras ingressaram recebendo em média 54% do que ganhavam os bancários que deixaram os bancos.
“A defesa dos empregos bancários é uma luta permanente do Sindicato. É urgente que, como concessões públicas, as instituições financeiras pratiquem verdadeiramente a responsabilidade social que tanto discursam nas suas propagandas”, conclui a secretária-geral do Sindicato.
São Paulo
O estado de São Paulo registrou o pior saldo de empregos no setor bancário em 2016. Em 12 meses, os bancos fecharam 7.842 postos de trabalho.
E o desmonte não para por aí. Somente o Banco do Brasil, por exemplo, fechará as portas de 222 unidades ao longo de 2017 em todo o estado.
"A certeza é o quanto os clientes serão prejudicados pela falta de qualidade no atendimento ao público e também os funcionários, ao não terem os benefícios garantidos com o fechamento de agências e a extinção de alguns cargos. Apenas nossa união e mobilização podem garantir nossos direitos”, defende o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Carlos Vicentim.
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