13/01/2017
Sindicato apoia Fabiano Felix para Caref do Banco do Brasil
Profundo conhecimento sobre as caixas de assistência (Cassi) e de previdência (Previ), da realidade dos funcionários de agências e concentrações e preparo técnico. Esses são os atributos de Fabiano Félix, o candidato apoiado pelo Sindicato na eleição que definirá o Conselheiro de Administração Representante dos Funcionários (Caref) do Banco do Brasil.
A votação, por funcionários da ativa de todo o país, ocorre de 23 a 27 de janeiro, por meio de sistema eletrônico que será disponibilizado pelo Banco do Brasil. O voto é feito inserindo o número de matrícula funcional do candidato, o de Fabiano Félix é F3154029.
“A direção do banco, por meio do Estatuto das Estatais, tentou limitar ao máximo a participação dos trabalhadores. Impondo, por exemplo, a exigência de o funcionário ter ocupado cargo de gerência para poder se candidatar. Por isso, dos 120 inscritos, apenas 57 tiveram as candidaturas homologadas”, critica o diretor do Sindicato e integrante da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, João Fukunaga. “A candidatura de Fabiano representa a resistência do funcionalismo a desrespeitos como esse e também ao processo de desmonte que está em curso no BB.”
O Caref tem mandato de dois anos e, entre suas funções, está a fiscalização da execução da política geral de negócios e serviços da instituição financeira.
O candidato – Fabiano Félix ingressou no Banco do Brasil em 2000. É formado em Física e em Direito e possui MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria. Além disso, é pós-graduando em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho.
Exerceu cargos de gerências médias em agências de Recife e foi assessor empresarial na Coger-Contadoria (DF). Atualmente é gerente de núcleo na Superintendência de Pernambuco.
Foi secretário-geral do Sindicato dos Bancários de Pernambuco e integrou o Conselho de Usuários da Cassi (Caixa de Assistência dos Funcionários do BB) por dois mandatos. Em 2010, foi o primeiro participante do Plano Previ Futuro eleito para o Conselho Fiscal do fundo de pensão. Em 2014, se tornou presidente do Conselho Fiscal.
A votação, por funcionários da ativa de todo o país, ocorre de 23 a 27 de janeiro, por meio de sistema eletrônico que será disponibilizado pelo Banco do Brasil. O voto é feito inserindo o número de matrícula funcional do candidato, o de Fabiano Félix é F3154029.
“A direção do banco, por meio do Estatuto das Estatais, tentou limitar ao máximo a participação dos trabalhadores. Impondo, por exemplo, a exigência de o funcionário ter ocupado cargo de gerência para poder se candidatar. Por isso, dos 120 inscritos, apenas 57 tiveram as candidaturas homologadas”, critica o diretor do Sindicato e integrante da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, João Fukunaga. “A candidatura de Fabiano representa a resistência do funcionalismo a desrespeitos como esse e também ao processo de desmonte que está em curso no BB.”
O Caref tem mandato de dois anos e, entre suas funções, está a fiscalização da execução da política geral de negócios e serviços da instituição financeira.
O candidato – Fabiano Félix ingressou no Banco do Brasil em 2000. É formado em Física e em Direito e possui MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria. Além disso, é pós-graduando em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho.
Exerceu cargos de gerências médias em agências de Recife e foi assessor empresarial na Coger-Contadoria (DF). Atualmente é gerente de núcleo na Superintendência de Pernambuco.
Foi secretário-geral do Sindicato dos Bancários de Pernambuco e integrou o Conselho de Usuários da Cassi (Caixa de Assistência dos Funcionários do BB) por dois mandatos. Em 2010, foi o primeiro participante do Plano Previ Futuro eleito para o Conselho Fiscal do fundo de pensão. Em 2014, se tornou presidente do Conselho Fiscal.
Ao final de seu mandato na Previ, ainda em 2014, foi eleito para o Conselho Deliberativo da Cassi. El seguida, ocupou a presidência do Conselho Deliberativo. Nesse cargo, teve papel fundamental na solução negociada para resolver a situação deficitária do Plano de Associados.
“Quero ser fiel porta-voz do funcionalismo na principal instância decisória do BB. Processos de reestruturação, por exemplo, não podem ocorrer sem que os principais afetados, os trabalhadores, sejam consultados”, diz Fabiano Félix. “Defendo ainda que a instituição retome seu papel de banco público, sendo agente para desenvolver políticas públicas como o financiamento ao pequeno agricultor e outras ações essenciais para o país.”
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