06/01/2017
Contraf-CUT repudia redução da Caixa
A Contraf-CUT repudia veementemente o enfraquecimento da Caixa Econômica Federal. Na quarta-feira 4, os veículos de imprensa divulgaram que o banco prevê economizar até R$ 1,5 bilhão por ano, a partir de 2018, com o plano de demissão voluntária (PDV) desenhado para este ano.
A ideia do banco estatal é conseguir o desligamento de 10 mil funcionários, ou quase 10% do total de empregados atual. Já em 2016, a Caixa cortou o número de funcionários de 100,3 mil para 97 mil.
“Não somos contra o PDV. Somos contra a não reposição de trabalhadores, o que acarretará em piora nas condições de trabalho e na qualidade do serviço prestado à sociedade”, esclarece Sérgio Takemoto, secretário de Finanças da Contraf-CUT.
A medida une-se ao risco de outras ações que também já foram veiculadas pela imprensa, como a retirada do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) do banco e o fechamento de agências. A Caixa tem atualmente 4,2 mil agências e pontos de atendimento. “Nós vemos com extrema preocupação as movimentações da nova diretoria, pois o objetivo é claro, o enfraquecimento da Caixa”, completa Takemoto.
Dia Nacional de Luta
Com este cenário, a Contraf-CUT convoca todos os bancários da Caixa para o Dia Nacional de Luta, que será realizado na quinta-feira 12, data em que é comemorado o aniversário do banco. Como presente aos funcionários, a atual diretoria promove a piora das condições de trabalho.
A manifestação também será pelo fim dos descomissionamentos arbitrários, pelo fim do caixa minuto e em defesa da Caixa 100% pública.
A ideia do banco estatal é conseguir o desligamento de 10 mil funcionários, ou quase 10% do total de empregados atual. Já em 2016, a Caixa cortou o número de funcionários de 100,3 mil para 97 mil.
“Não somos contra o PDV. Somos contra a não reposição de trabalhadores, o que acarretará em piora nas condições de trabalho e na qualidade do serviço prestado à sociedade”, esclarece Sérgio Takemoto, secretário de Finanças da Contraf-CUT.
A medida une-se ao risco de outras ações que também já foram veiculadas pela imprensa, como a retirada do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) do banco e o fechamento de agências. A Caixa tem atualmente 4,2 mil agências e pontos de atendimento. “Nós vemos com extrema preocupação as movimentações da nova diretoria, pois o objetivo é claro, o enfraquecimento da Caixa”, completa Takemoto.
Dia Nacional de Luta
Com este cenário, a Contraf-CUT convoca todos os bancários da Caixa para o Dia Nacional de Luta, que será realizado na quinta-feira 12, data em que é comemorado o aniversário do banco. Como presente aos funcionários, a atual diretoria promove a piora das condições de trabalho.
A manifestação também será pelo fim dos descomissionamentos arbitrários, pelo fim do caixa minuto e em defesa da Caixa 100% pública.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Cliente ameaça funcionários do Mercantil em agência de Belo Horizonte e movimento sindical cobra reforço na segurança
- Campanha Nacional dos Bancários 2026 ganha ainda mais visibilidade na fachada do Sindicato
- Atos pelo fim da escala 6x1 e pela redução da jornada mobilizam trabalhadores nesta terça-feira (30)
- Clube permanecerá fechado para manutenção no período de 1º a 14 de julho
- Às vésperas da implementação, Itaú anuncia reestruturação do Uniclass sem saber como ela vai funcionar
- COE Itaú entrega pauta de reivindicações ao banco no dia 1º de julho
- Põe Mais Dinheiro Caixa! Afinal, o que é o teto?
- Caixa volta atrás, atende Sindicato e decide abonar horas dos jogos do Brasil na Copa
- Banco do Brasil apresenta proposta insuficiente para recomposição das reservas da Cassi
- Sindicato terá horário especial de atendimento na segunda-feira (29)
- Bancários cobram soluções do INSS para entraves no acesso a benefícios previdenciários
- Super Caixa: participe da consulta e fortaleça a luta por mudanças no programa de remuneração variável
- CUSC cobra mais transparência e melhorias no atendimento durante reunião com gestores do Saúde Caixa
- Falta de segurança nos postos de atendimento do Mercantil coloca trabalhadores em risco
- Categoria bancária entrega minuta de reivindicações à Fenaban; Primeira negociação será dia 2 de julho