12/09/2016
Remuneração maior só para Executivos; aos trabalhadores, bancos empurram perdas
Os bancários chegaram nesta segunda-feira (12) ao sétimo dia de greve nacional. A paralisação seguirá por tempo indeterminado até que os bancos apresentem uma proposta decente à categoria.
Na sexta-feira, a Fenaban voltou à mesa de negociação com uma nova proposta, ainda rebaixada, de 7% de reajuste para salários, PLR, piso, vales e auxílios, mais um abono de R$ 3.300, que não incide sobre férias, 13º, FGTS, previdência.
Os bancos insistem em tentar reviver a política de reajuste rebaixado com abono, que tantas perdas trouxe aos trabalhadores nos anos 1990. Mas isso só vale para os bancários. Para seus executivos, a lógica é outra: grandes aumentos.
O Santander prevê elevar em 29,1% a remuneração de seus executivos. É o maior índice entre todos os bancos e fará com que esses “chefões” ganhem quase 145 vezes mais que o salário de um escriturário.
Todos os bancos mantêm essa política, de grandes salários para os executivos, enquanto que para os bancários, na linha de frente das agências e departamentos, querem empurrar perdas.
No Itaú, os executivos ganham 255 vezes mais que o escriturário. No Bradesco, 109 vezes. E no BB, a diferença é de 42,54 vezes.
Na sexta-feira, a Fenaban voltou à mesa de negociação com uma nova proposta, ainda rebaixada, de 7% de reajuste para salários, PLR, piso, vales e auxílios, mais um abono de R$ 3.300, que não incide sobre férias, 13º, FGTS, previdência.
Os bancos insistem em tentar reviver a política de reajuste rebaixado com abono, que tantas perdas trouxe aos trabalhadores nos anos 1990. Mas isso só vale para os bancários. Para seus executivos, a lógica é outra: grandes aumentos.
O Santander prevê elevar em 29,1% a remuneração de seus executivos. É o maior índice entre todos os bancos e fará com que esses “chefões” ganhem quase 145 vezes mais que o salário de um escriturário.
Todos os bancos mantêm essa política, de grandes salários para os executivos, enquanto que para os bancários, na linha de frente das agências e departamentos, querem empurrar perdas.
No Itaú, os executivos ganham 255 vezes mais que o escriturário. No Bradesco, 109 vezes. E no BB, a diferença é de 42,54 vezes.
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