17/08/2015
Entidades cobram diálogo em reunião com presidente da Caixa em Campinas
O presidente do Sindicato dos Bancários de Campinas e Região, Jeferson Boava, secretário-geral da Federação dos Bancários de SP e MS e integrante do Comando Nacional dos Bancários, entregou na última quinta-feira (13) carta à presidente da Caixa Federal, Miriam Belchior, onde várias entidades exigem a retomada do diálogo e uma política decente de gestão de pessoas.
O encontro com a presidente da Caixa Federal aconteceu na Superintendência Regional, em Campinas. O diretor do Sindicato dos Bancários de Campinas e Região, Carlos Augusto Silva, integrante da Comissão Executiva dos Empregados e também diretor da Apcef São Paulo, participou do encontro. Enquanto os diretores Jeferson e Carlos Augusto conversavam com a presidente da Caixa Federal, dirigentes sindicais realizavam manifestação com faixas em frente a SR.
Na carta à presidente, intitulada "Cadê o diálogo Miriam?", as entidades Contraf-CUT, Apcef SP, Fetec SP e Federação dos Bancários de SP e MS, que assinam o documento, destacam que o canal de diálogo entre empregados e direção da Caixa Federal, garantido em reunião realizada em abril último e reafirmado em nova reunião em maio passado, não existe na prática.
A direção da Caixa Federal, segundo a carta, "tem implantado uma série de medidas que afetam diretamente os empregados de forma unilateral, sem qualquer consulta ou diálogo".
Entre as medidas estão a suspensão da contratação de empregados; recolhimento das vagas e funções daqueles que saíram no programa de Apoio à Aposentadoria (PAA); suspensão do adiantamento odontológico; fim da substituição "em cascata" para períodos menores que sete dias; e criação do programa Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP), que institucionaliza a cobrança de metas individuais, rotula empregados, cria remunerações variáveis e abre espaço para o ranking de desempenho.
Carlos Augusto (Pipoca), diretor do Sindicato, disse à presidente que é fundamental "valorizar a mesa de negociação das questões específicas. Discutem-se todos os temas, mas a mesa não resulta em ações concretas. O que é um retrocesso".
Já o presidente do Sindicato, Jeferson Boava, disse à presidente Miriam Belchior que a Caixa Federal tem papel importante na mesa de negociação da Campanha Nacional, que começa no próximo dia 19. "A Caixa Federal pode contribuir decisivamente para a construção da nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e do novo Aditivo específico dos empregados. É preciso uma postura que agregue soluções. Um Banco público do porte da Caixa Federal pode e deve desatar nós".
Fonte: Seeb Campinas
O encontro com a presidente da Caixa Federal aconteceu na Superintendência Regional, em Campinas. O diretor do Sindicato dos Bancários de Campinas e Região, Carlos Augusto Silva, integrante da Comissão Executiva dos Empregados e também diretor da Apcef São Paulo, participou do encontro. Enquanto os diretores Jeferson e Carlos Augusto conversavam com a presidente da Caixa Federal, dirigentes sindicais realizavam manifestação com faixas em frente a SR.
Na carta à presidente, intitulada "Cadê o diálogo Miriam?", as entidades Contraf-CUT, Apcef SP, Fetec SP e Federação dos Bancários de SP e MS, que assinam o documento, destacam que o canal de diálogo entre empregados e direção da Caixa Federal, garantido em reunião realizada em abril último e reafirmado em nova reunião em maio passado, não existe na prática.
A direção da Caixa Federal, segundo a carta, "tem implantado uma série de medidas que afetam diretamente os empregados de forma unilateral, sem qualquer consulta ou diálogo".
Entre as medidas estão a suspensão da contratação de empregados; recolhimento das vagas e funções daqueles que saíram no programa de Apoio à Aposentadoria (PAA); suspensão do adiantamento odontológico; fim da substituição "em cascata" para períodos menores que sete dias; e criação do programa Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP), que institucionaliza a cobrança de metas individuais, rotula empregados, cria remunerações variáveis e abre espaço para o ranking de desempenho.
Carlos Augusto (Pipoca), diretor do Sindicato, disse à presidente que é fundamental "valorizar a mesa de negociação das questões específicas. Discutem-se todos os temas, mas a mesa não resulta em ações concretas. O que é um retrocesso".
Já o presidente do Sindicato, Jeferson Boava, disse à presidente Miriam Belchior que a Caixa Federal tem papel importante na mesa de negociação da Campanha Nacional, que começa no próximo dia 19. "A Caixa Federal pode contribuir decisivamente para a construção da nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e do novo Aditivo específico dos empregados. É preciso uma postura que agregue soluções. Um Banco público do porte da Caixa Federal pode e deve desatar nós".
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