21/07/2015
Empregados da Caixa cobram contratações e fim da GDP
Os integrantes da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) vão exigir da Caixa medidas concretas para melhorar o ambiente de trabalho nas agências e departamentos em todo o país. A reivindicação será feita na rodada de negociação permanente, na quarta-feira 22.
“De dezembro de 2014 a março de 2015 houve saldo negativo de 1.188 postos de trabalho. E no mesmo período foram abertas 10 novas agências. Isso por si só mostra como é urgente a contratação de mais pessoas. Não só nas agências, mas em todos os setores que perderão trabalhadores experientes que aderiram ao Plano de Apoio à Aposentadoria”, afirma Dionísio Reis, um dos integrantes da CEE.
Além de cobrar a instituição financeira em negociações, sindicatos e a Apcef-SP promovem atos por mais contratações, com coletas de assinaturas junto à população. As adesões serão encaminhadas à direção da empresa nas próximas reuniões.
Na reunião, os dirigentes voltarão a cobrar o fim da GDP (Gestão de Desempenho de Pessoas), que institui cobrança de metas individuais e acirra a competitividade entre os trabalhadores.
Outra reivindicação é que a direção do banco público revogue o desconto de quem aderiu ao Dia Nacional de Luta contra o PL da Terceirização, ocorrido em 29 de maio. “Isso é prática antissindical que não aceitamos em hipótese alguma. O banco público não pode punir quem se manifesta em defesa dos direitos de todos os trabalhadores”, acrescenta Dionísio.
“De dezembro de 2014 a março de 2015 houve saldo negativo de 1.188 postos de trabalho. E no mesmo período foram abertas 10 novas agências. Isso por si só mostra como é urgente a contratação de mais pessoas. Não só nas agências, mas em todos os setores que perderão trabalhadores experientes que aderiram ao Plano de Apoio à Aposentadoria”, afirma Dionísio Reis, um dos integrantes da CEE.
Além de cobrar a instituição financeira em negociações, sindicatos e a Apcef-SP promovem atos por mais contratações, com coletas de assinaturas junto à população. As adesões serão encaminhadas à direção da empresa nas próximas reuniões.
Na reunião, os dirigentes voltarão a cobrar o fim da GDP (Gestão de Desempenho de Pessoas), que institui cobrança de metas individuais e acirra a competitividade entre os trabalhadores.
Outra reivindicação é que a direção do banco público revogue o desconto de quem aderiu ao Dia Nacional de Luta contra o PL da Terceirização, ocorrido em 29 de maio. “Isso é prática antissindical que não aceitamos em hipótese alguma. O banco público não pode punir quem se manifesta em defesa dos direitos de todos os trabalhadores”, acrescenta Dionísio.
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