06/07/2015
GDP avança e atinge mais empregados da Caixa; movimento luta pelo fim do programa
Mais uma vez, e de maneira unilateral e autoritária, a Caixa Econômica Federal decidiu estender a Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP) para os cargos de nível médio. Comunicado interno com esse objetivo foi divulgado pelo banco nesta semana e visa estabelecer que, no chamado “Ciclo 2015”, o público-alvo do programa passe a abranger também empregados em funções gratificadas dos demais níveis de gestão, além dos chefes das unidades.
Desde que surgiu, a GDP está sendo implantada em ciclos e o banco tem a intenção de atingir todos os empregados até 2016. Ao conduzirem a mobilização contra a medida em todo o país, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) esclarecem que, entre outros problemas, o programa estipula contrato individual entre o empregado e sua chefia e impõe acordo ao trabalhador, no qual deve se comprometer com metas a serem cumpridas em determinado período.
Uma das maiores reclamações se refere ao fato de que a GDP ameaça conquistas históricas dos empregados da Caixa, como a PLR Social e a promoção por mérito. “O principal papel da Caixa é aprimorar sua função social a serviço da população e pelo desenvolvimento do país. Em vez de aumentar o número de pessoal para isso, a Caixa não contrata e ainda usa a GDP para impor a lógica de mercado, massacrando os empregados por resultados cada vez maiores. Temos de reagir a tudo isso para melhorar as condições de trabalho”, denuncia Fabiana Matheus, coordenadora de CEE/Caixa – Contraf/CUT e diretora de Administração e Finanças da Fenae.
Como a GDP abre espaço para cobrança por metas abusivas, assédio moral e provoca conflitos no ambiente de trabalho, o presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira, convoca os empregados a aumentarem a mobilização contra o programa. “Esse combate permanente é necessário para que o programa não prejudique ainda mais o trabalho em equipe dentro da Caixa, piorando muito o clima das unidades“, alfineta.
A situação é tão cruel que o 31º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef), realizado no período de 12 a 14 de julho, em São Paulo (SP), decidiu realizar uma campanha nacional pelo fim da GDP, de modo a obrigar a direção da Caixa a assinar um acordo estabelecendo o fim das metas abusivas e individuais no âmbito de suas agências e postos de atendimento.
Desde que surgiu, a GDP está sendo implantada em ciclos e o banco tem a intenção de atingir todos os empregados até 2016. Ao conduzirem a mobilização contra a medida em todo o país, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) esclarecem que, entre outros problemas, o programa estipula contrato individual entre o empregado e sua chefia e impõe acordo ao trabalhador, no qual deve se comprometer com metas a serem cumpridas em determinado período.
Uma das maiores reclamações se refere ao fato de que a GDP ameaça conquistas históricas dos empregados da Caixa, como a PLR Social e a promoção por mérito. “O principal papel da Caixa é aprimorar sua função social a serviço da população e pelo desenvolvimento do país. Em vez de aumentar o número de pessoal para isso, a Caixa não contrata e ainda usa a GDP para impor a lógica de mercado, massacrando os empregados por resultados cada vez maiores. Temos de reagir a tudo isso para melhorar as condições de trabalho”, denuncia Fabiana Matheus, coordenadora de CEE/Caixa – Contraf/CUT e diretora de Administração e Finanças da Fenae.
Como a GDP abre espaço para cobrança por metas abusivas, assédio moral e provoca conflitos no ambiente de trabalho, o presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira, convoca os empregados a aumentarem a mobilização contra o programa. “Esse combate permanente é necessário para que o programa não prejudique ainda mais o trabalho em equipe dentro da Caixa, piorando muito o clima das unidades“, alfineta.
A situação é tão cruel que o 31º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef), realizado no período de 12 a 14 de julho, em São Paulo (SP), decidiu realizar uma campanha nacional pelo fim da GDP, de modo a obrigar a direção da Caixa a assinar um acordo estabelecendo o fim das metas abusivas e individuais no âmbito de suas agências e postos de atendimento.
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