03/07/2015
Entidades cobram da Caixa acordo sobre valorização dos empregados da TI
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) enviaram ofício à Caixa Econômica Federal reivindicando a valorização dos trabalhadores da área de Tecnologia da Informação, nesta quarta-feira (1º). Os documentos foram encaminhados à presidenta do banco, Miriam Belchior, e aos vice-presidentes, Sérgio Pinheiro Rodrigues (Gestão de Pessoas) e Joaquim Lima (TI).
Na campanha salarial de 2014 e na primeira reunião da mesa de negociação permanente, após a greve, realizada em 30 de outubro, a empresa se comprometeu a apresentar no primeiro semestre deste ano uma proposta para a política de retenção de talentos do setor.
"O prazo terminou no dia 30, o que significa que, mais uma vez, a Caixa descumpriu o que ficou acordado. Na última negociação permanente, no fim de maio, os representantes do banco informaram que o estudo está sendo elaborado, mas não deram nenhuma previsão. É preciso acelerar esse processo", afirma Fabiana Matheus, coordenadora da CEE/Caixa-Contraf/CUT.
No ano passado, os empregados se mobilizaram de forma intensa. Em 3 de setembro, dirigentes de entidades representativas e a deputada federal Erika Kokay (PT/DF) participaram de reunião convocada pelo próprio vice-presidente Joaquim Lima. Os trabalhadores também se vestiram de preto, organizaram abaixo-assinado e realizaram várias reuniões. Já o dia 7 de outubro foi marcado por um ato em frente ao edifício Matriz I.
"Só a direção da Caixa ainda não entendeu que as pessoas que trabalharam arduamente nessas áreas precisam ser reconhecidas e valorizadas. Não somos invisíveis e exigimos respeito", diz Wandeir Severo, membro da CEE/Caixa-Contraf/CUT, que é empregado da TI.
Fabiana Matheus lembra ainda que, segundo o acordo feito no ano passado, a proposta a ser apresentada pelo banco terá de ser validada na mesa de negociação permanente. "Queremos negociar os pontos desse plano de carreira. Entre as empresas de economia mista e estatais, a Caixa é a que tem a pior remuneração de ingresso na TI. Mudar esse quadro será uma grande conquista não apenas para o setor, mas para todos os empregados da empresa. Vamos continuar cobrando para que a Caixa respeite o acordo", destaca.
A próxima reunião da mesa de negociação permanente vai ocorrer no dia 22 de julho.
Na campanha salarial de 2014 e na primeira reunião da mesa de negociação permanente, após a greve, realizada em 30 de outubro, a empresa se comprometeu a apresentar no primeiro semestre deste ano uma proposta para a política de retenção de talentos do setor.
"O prazo terminou no dia 30, o que significa que, mais uma vez, a Caixa descumpriu o que ficou acordado. Na última negociação permanente, no fim de maio, os representantes do banco informaram que o estudo está sendo elaborado, mas não deram nenhuma previsão. É preciso acelerar esse processo", afirma Fabiana Matheus, coordenadora da CEE/Caixa-Contraf/CUT.
No ano passado, os empregados se mobilizaram de forma intensa. Em 3 de setembro, dirigentes de entidades representativas e a deputada federal Erika Kokay (PT/DF) participaram de reunião convocada pelo próprio vice-presidente Joaquim Lima. Os trabalhadores também se vestiram de preto, organizaram abaixo-assinado e realizaram várias reuniões. Já o dia 7 de outubro foi marcado por um ato em frente ao edifício Matriz I.
"Só a direção da Caixa ainda não entendeu que as pessoas que trabalharam arduamente nessas áreas precisam ser reconhecidas e valorizadas. Não somos invisíveis e exigimos respeito", diz Wandeir Severo, membro da CEE/Caixa-Contraf/CUT, que é empregado da TI.
Fabiana Matheus lembra ainda que, segundo o acordo feito no ano passado, a proposta a ser apresentada pelo banco terá de ser validada na mesa de negociação permanente. "Queremos negociar os pontos desse plano de carreira. Entre as empresas de economia mista e estatais, a Caixa é a que tem a pior remuneração de ingresso na TI. Mudar esse quadro será uma grande conquista não apenas para o setor, mas para todos os empregados da empresa. Vamos continuar cobrando para que a Caixa respeite o acordo", destaca.
A próxima reunião da mesa de negociação permanente vai ocorrer no dia 22 de julho.
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