24/06/2015
Contraf-CUT e CEE/Caixa reivindicam comitê paritário para debater PSIC
Em ofício enviado à Caixa Econômica Federal na segunda-feira (22), a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) reivindicaram a criação de um comitê paritário para acompanhar e sugerir melhorias no Processo de Seleção Interna por Competência (PSIC) para formação de banco de habilitados. O principal motivo são as inúmeras denúncias sobre problemas na aplicação das provas da sistemática que está em andamento desde abril deste ano.
Entre as principais falhas, conforme já noticiado pela Fenae e outras entidades do movimento sindical e associativo, destacam-se questões erradas e mal redigidas, dificuldades na visualização dos testes, conteúdo diferente do solicitado nos editais, falta de transparência e não permissão de recursos e de acesso aos resultados individuais. Também há a informação de que alguns candidatos teriam consultado os materiais de estudo e até recebido ajuda de superiores para responder às questões.
Anexada ao ofício, foi enviada à Caixa uma relação com comentários feitos em uma postagem sobre o assunto na página da Fenae no Facebook. Alguns deles: "Não conheço empregado capaz de fazer a média sem ajuda de Deus"; "Processo cheio de falhas, fraude generalizada; "Foi um nojo. Até agora tento entender algumas questões e não chego a lugar nenhum"; "Não prever recurso é um absurdo. Ainda mais com uma prova mal elaborada"; "O concurso estava mais fácil que essa prova". "Mais uma forma de promover quem eles querem".
Para Fabiana Matheus, coordenadora da CEE/Caixa-Contraf/CUT, é fundamental que o PSIC seja conduzido com transparência e equidade. "As reclamações dos empregados mostram que o processo está desacreditado. Os trabalhadores e as entidades representativas sempre estiveram prontos para contribuir, nem sempre encontrando a mesma disposição do banco. A criação do comitê paritário, com a participação de representantes da categoria e da empresa, que já era uma necessidade, tornou-se urgente", afirma.
Entre as principais falhas, conforme já noticiado pela Fenae e outras entidades do movimento sindical e associativo, destacam-se questões erradas e mal redigidas, dificuldades na visualização dos testes, conteúdo diferente do solicitado nos editais, falta de transparência e não permissão de recursos e de acesso aos resultados individuais. Também há a informação de que alguns candidatos teriam consultado os materiais de estudo e até recebido ajuda de superiores para responder às questões.
Anexada ao ofício, foi enviada à Caixa uma relação com comentários feitos em uma postagem sobre o assunto na página da Fenae no Facebook. Alguns deles: "Não conheço empregado capaz de fazer a média sem ajuda de Deus"; "Processo cheio de falhas, fraude generalizada; "Foi um nojo. Até agora tento entender algumas questões e não chego a lugar nenhum"; "Não prever recurso é um absurdo. Ainda mais com uma prova mal elaborada"; "O concurso estava mais fácil que essa prova". "Mais uma forma de promover quem eles querem".
Para Fabiana Matheus, coordenadora da CEE/Caixa-Contraf/CUT, é fundamental que o PSIC seja conduzido com transparência e equidade. "As reclamações dos empregados mostram que o processo está desacreditado. Os trabalhadores e as entidades representativas sempre estiveram prontos para contribuir, nem sempre encontrando a mesma disposição do banco. A criação do comitê paritário, com a participação de representantes da categoria e da empresa, que já era uma necessidade, tornou-se urgente", afirma.
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