22/05/2015
Entidades divulgam campanha de mobilização contra o GDP
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) iniciam nesta segunda-feira (18) campanha de conscientização e mobilização contra o programa Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP), imposto de forma unilateral pela direção da Caixa Econômica Federal. Cartilhas e cartazes já estão sendo encaminhados às unidades do banco e entidades sindicais de todo o país, visando mobilizar os trabalhadores para cobrarem o fim da medida.
O GDP foi implantado pela Caixa sem qualquer discussão com o movimento dos empregados da Caixa. O programa, entre outras coisas, institucionaliza a cobrança de metas individuais, que estão entre as principais causas do adoecimento no trabalho. Além disso, rotula o empregado, cria remunerações variáveis e abre espaço para rankings de desempenho, medidas combatidas pelas representações dos trabalhadores.
Desde que começou a ser implantado, o GDP vem sendo criticado pelas entidades sindicais e do movimento associativo dos empregados da Caixa, que cobraram da empresa a sua revogação, mas a Caixa insiste em mantê-lo. “O fim do programa só virá com a pressão dos empregados”, destaca Fabiana Matheus, coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados e diretora de Administração e Finanças da Fenae.
Na cartilha, as entidades representativas esclarecem porque é preciso combater o programa Gestão de Desempenho de Pessoas. Para Jair Pedro Ferreira, presidente da Fenae, “o GDP afronta todos os princípios coletivos da relação de trabalho, pois estabelece um contrato individual entre o empregado e o gestor imediato”. Ele diz que, entre as regras do programa, “está a assinatura pelo trabalhador de um acordo, no qual deve se comprometer com metas a serem cumpridas em determinado período”.
O documento divulgado pela Contraf/CUT, CEE/Caixa e Fenae afirma ainda que, considerando as atuais condições de trabalho nas unidades da Caixa, o programa “torna-se ainda mais cruel. Faltam empregados, e os que já atuam nas agências enfrentam, todos os dias, grandes dificuldades para terem seus direitos respeitados”.
De acordo com Fabiana Matheus, o combate ao GDP será debatido durante o 31º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef), que será realizado em São Paulo entre os dias 12 e 14 de junho. A CEE/Caixa – Contraf/CUT deve realizar em breve um abaixo-assinado nacional contra o programa.
“No segundo semestre, caso a Caixa insista no GDP, poderemos recorrer à Justiça”, acrescenta Jair Ferreira.
O GDP foi implantado pela Caixa sem qualquer discussão com o movimento dos empregados da Caixa. O programa, entre outras coisas, institucionaliza a cobrança de metas individuais, que estão entre as principais causas do adoecimento no trabalho. Além disso, rotula o empregado, cria remunerações variáveis e abre espaço para rankings de desempenho, medidas combatidas pelas representações dos trabalhadores.
Desde que começou a ser implantado, o GDP vem sendo criticado pelas entidades sindicais e do movimento associativo dos empregados da Caixa, que cobraram da empresa a sua revogação, mas a Caixa insiste em mantê-lo. “O fim do programa só virá com a pressão dos empregados”, destaca Fabiana Matheus, coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados e diretora de Administração e Finanças da Fenae.
Na cartilha, as entidades representativas esclarecem porque é preciso combater o programa Gestão de Desempenho de Pessoas. Para Jair Pedro Ferreira, presidente da Fenae, “o GDP afronta todos os princípios coletivos da relação de trabalho, pois estabelece um contrato individual entre o empregado e o gestor imediato”. Ele diz que, entre as regras do programa, “está a assinatura pelo trabalhador de um acordo, no qual deve se comprometer com metas a serem cumpridas em determinado período”.
O documento divulgado pela Contraf/CUT, CEE/Caixa e Fenae afirma ainda que, considerando as atuais condições de trabalho nas unidades da Caixa, o programa “torna-se ainda mais cruel. Faltam empregados, e os que já atuam nas agências enfrentam, todos os dias, grandes dificuldades para terem seus direitos respeitados”.
De acordo com Fabiana Matheus, o combate ao GDP será debatido durante o 31º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef), que será realizado em São Paulo entre os dias 12 e 14 de junho. A CEE/Caixa – Contraf/CUT deve realizar em breve um abaixo-assinado nacional contra o programa.
“No segundo semestre, caso a Caixa insista no GDP, poderemos recorrer à Justiça”, acrescenta Jair Ferreira.
>> Clique aqui e baixe a cartilha contra o GDP
Fonte: Fenae
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