18/03/2015
Comitê em Defesa da Caixa 100% Pública cobra audiência com governo
O Comitê Nacional em Defesa da Caixa 100% Pública, integrado por Contraf-CUT, Fenae, CUT, CTB, Intersindical e CSP-Conlutas, protocolou na segunda-feira (16) novos ofícios nos quais reforça o pedido de audiência com a presidenta Dilma Rousseff e com o ministro Miguel Rossetto, da Secretaria-Geral da Presidência da República. O objetivo das reuniões é cobrar uma posição oficial do governo federal sobre a proposta de abertura de capital do banco.
Nos documentos, as seis entidades lembram que a primeira solicitação foi feita em 23 de dezembro de 2014, logo que foram veiculadas notícias de que o governo estaria estudando a abertura de capital da Caixa.
Ofícios reiterando o pedido foram enviados em 9 de fevereiro. Já no último dia 6, o Comitê Nacional, após reunião realizada em Brasília, solicitou audiência com a nova presidente do banco, Miriam Belchior. Nenhuma resposta foi dada até o momento.
"Queremos uma posição oficial do governo, caso contrário vamos continuar mobilizados e intensificando a pressão na sociedade, pois não admitimos a possibilidade de abertura do capital da Caixa", afirma o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro. "A Caixa é patrimônio do povo brasileiro e precisa seguir 100% pública", reforça.
"No último dia 9, uma nota do jornal Valor Econômico disse que o governo desistiu de abrir o capital da Caixa. Mas, como argumentamos nos ofícios enviados hoje, isso não basta. É necessário e urgente que o Planalto se pronuncie oficialmente", destaca o presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira. Ele acrescenta: "A Caixa é muito mais que um patrimônio dos brasileiros. É fundamental que os mais de 100 mil empregados e toda a sociedade lutem para que ela continue 100% pública".
Tuitaço
Na quarta-feira da próxima semana, 25 de abril, a partir das 20h, será realizado um "tuitaço" contra a proposta de abertura de capital do banco. Empregados da instituição, dirigentes de entidades do movimento sindical e associativo e todos os brasileiros que apoiam a causa devem postar, no Twitter, mensagens com a hashtag #DilmanãovendaaCaixa.
Para ampliar a mobilização, a hashtag pode ser usada em outras redes sociais, como Facebook e Instagram.
Comitês estaduais
Seguindo a orientação do Comitê Nacional em Defesa da Caixa 100% Pública, entidades estão criando fóruns estaduais para debater o tema e promover mobilizações regionais. No Espírito Santo e no Paraná, os comitês já foram instalados. Em São Paulo, haverá reunião nesta quarta-feira (18).
A data-limite para a implantação é 20 de março. A composição deve respeitar a do comitê nacional, agregando Apcefs, Fenacef, Fenag, Agecef, Advocef e Aneac, entre outras.
Fonte: Contraf-CUT com Fenae
Nos documentos, as seis entidades lembram que a primeira solicitação foi feita em 23 de dezembro de 2014, logo que foram veiculadas notícias de que o governo estaria estudando a abertura de capital da Caixa.
Ofícios reiterando o pedido foram enviados em 9 de fevereiro. Já no último dia 6, o Comitê Nacional, após reunião realizada em Brasília, solicitou audiência com a nova presidente do banco, Miriam Belchior. Nenhuma resposta foi dada até o momento.
"Queremos uma posição oficial do governo, caso contrário vamos continuar mobilizados e intensificando a pressão na sociedade, pois não admitimos a possibilidade de abertura do capital da Caixa", afirma o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro. "A Caixa é patrimônio do povo brasileiro e precisa seguir 100% pública", reforça.
"No último dia 9, uma nota do jornal Valor Econômico disse que o governo desistiu de abrir o capital da Caixa. Mas, como argumentamos nos ofícios enviados hoje, isso não basta. É necessário e urgente que o Planalto se pronuncie oficialmente", destaca o presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira. Ele acrescenta: "A Caixa é muito mais que um patrimônio dos brasileiros. É fundamental que os mais de 100 mil empregados e toda a sociedade lutem para que ela continue 100% pública".
Tuitaço
Na quarta-feira da próxima semana, 25 de abril, a partir das 20h, será realizado um "tuitaço" contra a proposta de abertura de capital do banco. Empregados da instituição, dirigentes de entidades do movimento sindical e associativo e todos os brasileiros que apoiam a causa devem postar, no Twitter, mensagens com a hashtag #DilmanãovendaaCaixa.
Para ampliar a mobilização, a hashtag pode ser usada em outras redes sociais, como Facebook e Instagram.
Comitês estaduais
Seguindo a orientação do Comitê Nacional em Defesa da Caixa 100% Pública, entidades estão criando fóruns estaduais para debater o tema e promover mobilizações regionais. No Espírito Santo e no Paraná, os comitês já foram instalados. Em São Paulo, haverá reunião nesta quarta-feira (18).
A data-limite para a implantação é 20 de março. A composição deve respeitar a do comitê nacional, agregando Apcefs, Fenacef, Fenag, Agecef, Advocef e Aneac, entre outras.
Fonte: Contraf-CUT com Fenae
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