11/02/2015
Miriam Belchior será a nova presidenta da Caixa Econômica Federal
Crédito: Agência Brasil
Em nota divulgada nesta terça-feira, 10, o Palácio do Planalto confirmou que a ex-ministra do Planejamento Miriam Belchior vai assumir a presidência da Caixa Econômica Federal. A posse está marcada para o dia 23 de fevereiro.
O texto divulgado pelo Planalto ressalta que a presidenta Dilma Rousseff "agradeceu a dedicação, a competência e a lealdade de [Jorge] Hereda, que permanecerá na instituição até a conclusão de uma transição e a formação da nova equipe". Ele esteve à frente da empresa por quatro anos.
Devido ao momento de tensão pelo qual a Caixa está passando, com a suposta ameaça de abertura de capital do banco público, o movimento sindical e associativo dos empregados está em alerta. “A Caixa é um patrimônio do povo brasileiro e deve ser mantida como um banco 100% público que deve ser cada vez mais fortalecido. Qualquer ameaça de privatização será duramente combatida pelo movimento sindical”, afirma Antônio Júlio Gonçalves Neto, diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região e empregado da Caixa.
Fabiana Matheus, coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e diretora de Administração e Finanças da Fenae, detalha: "justamente na semana da posse da Miriam Belchior, vamos promover um ato na Câmara dos Deputados, no dia 25; levar nossa causa para a Marcha dos Trabalhadores, no dia 26; e realizar o Dia Nacional de Luta em Defesa da Caixa 100% Pública, no dia 27. Esperamos que ela não entre para a história por tentar privatizar a empresa".
Para o vice-presidente da Fenae, Clotário Cardoso, abrir espaço para a iniciativa privada é colocar em risco os avanços sociais da última década. "A Caixa é parceira do Estado brasileiro na execução de políticas públicas muito importantes que, entre outros avanços, tiraram milhões de brasileiros da miséria e realizaram o sonho da casa própria. O setor privado privilegia o lucro, não tem e nunca terá esse papel social", observa.
Moacir Carneiro, diretor de Cultura da Fenae, acrescenta que a mobilização dos mais de 100 mil empregados será fundamental para que a Caixa continue 100% pública. "Além disso, é indispensável o engajamento da sociedade", diz.
A diretora de Comunicação e Imprensa da Fenae, Natascha Brayner, acrescenta: "independente de quem esteja na presidência do banco, os empregados, as entidades e a sociedade vão lutar contra o fatiamento da Caixa".
Em nota divulgada nesta terça-feira, 10, o Palácio do Planalto confirmou que a ex-ministra do Planejamento Miriam Belchior vai assumir a presidência da Caixa Econômica Federal. A posse está marcada para o dia 23 de fevereiro.O texto divulgado pelo Planalto ressalta que a presidenta Dilma Rousseff "agradeceu a dedicação, a competência e a lealdade de [Jorge] Hereda, que permanecerá na instituição até a conclusão de uma transição e a formação da nova equipe". Ele esteve à frente da empresa por quatro anos.
Devido ao momento de tensão pelo qual a Caixa está passando, com a suposta ameaça de abertura de capital do banco público, o movimento sindical e associativo dos empregados está em alerta. “A Caixa é um patrimônio do povo brasileiro e deve ser mantida como um banco 100% público que deve ser cada vez mais fortalecido. Qualquer ameaça de privatização será duramente combatida pelo movimento sindical”, afirma Antônio Júlio Gonçalves Neto, diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região e empregado da Caixa.
Fabiana Matheus, coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e diretora de Administração e Finanças da Fenae, detalha: "justamente na semana da posse da Miriam Belchior, vamos promover um ato na Câmara dos Deputados, no dia 25; levar nossa causa para a Marcha dos Trabalhadores, no dia 26; e realizar o Dia Nacional de Luta em Defesa da Caixa 100% Pública, no dia 27. Esperamos que ela não entre para a história por tentar privatizar a empresa".
Para o vice-presidente da Fenae, Clotário Cardoso, abrir espaço para a iniciativa privada é colocar em risco os avanços sociais da última década. "A Caixa é parceira do Estado brasileiro na execução de políticas públicas muito importantes que, entre outros avanços, tiraram milhões de brasileiros da miséria e realizaram o sonho da casa própria. O setor privado privilegia o lucro, não tem e nunca terá esse papel social", observa.
Moacir Carneiro, diretor de Cultura da Fenae, acrescenta que a mobilização dos mais de 100 mil empregados será fundamental para que a Caixa continue 100% pública. "Além disso, é indispensável o engajamento da sociedade", diz.
A diretora de Comunicação e Imprensa da Fenae, Natascha Brayner, acrescenta: "independente de quem esteja na presidência do banco, os empregados, as entidades e a sociedade vão lutar contra o fatiamento da Caixa".
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