01/07/2014
Caixa volta a cobrar metas individuais, desrespeitando o Acordo Coletivo
Combatida pelas entidades sindicais, a cobrança de metas individuais está sendo desrespeitada pela Caixa Econômica Federal. O banco divulgou recentemente um documento com as diretrizes para a implantação do Programa de Gestão de Desempenho de Pessoas, que descreve as etapas do processo de cumprimento de metas.
O documento do programa ressalta que “haverá consequências pertinentes ao desempenho de cada um”, o que significa que será elaborado um ranking individual dos empregados, que pode culminar na distribuição privilegiada dos lucros entre o alto escalão do banco.
Antônio Júlio Gonçalves Neto, diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região e da APCEF/SP, ressalta a importância de combater esse tipo de prática, que provoca um aumento da pressão sobre os empregados: “A cobrança de metas individuais, muitas vezes abusivas, gera assédio moral e o adoecimento do bancário, além de estimular uma competição predatória entre os empregados de uma mesma agência”.
O Programa de Gestão de Desempenho de Pessoas, que já está em vigor em muitas unidades, tem outro problema: a exposição dos empregados, que é coibida pela cláusula 36 do Acordo Coletivo dos Bancários referente ao Monitoramento de Resultados.
De acordo com o Acordo Coletivo vigente “os bancos não exporão, publicamente, o ranking individual de seus empregados” e “é vedada a cobrança de cumprimento de resultados por torpedos (SMS), pelo gestor, no telefone particular do empregado”.
A APCEF/SP relatou que desde a implantação do Programa, vem recebendo uma série denúncias de empregados de várias unidades que sofrem com pressão e assédio para cumprimento de metas.
“Nós sabemos o quanto isso é prejudicial às condições de trabalho dos empregados. As consequências serão ainda mais adoecimentos. Por isso, a APCEF/SP e as entidades representativas repudiam a atitude da Caixa e já pediram a revogação da medida”, afirma o presidente da APCEF/SP Kardec de Jesus Bezerra.
Fonte: Seeb Catanduva, com Apcef/SP
O documento do programa ressalta que “haverá consequências pertinentes ao desempenho de cada um”, o que significa que será elaborado um ranking individual dos empregados, que pode culminar na distribuição privilegiada dos lucros entre o alto escalão do banco.
Antônio Júlio Gonçalves Neto, diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região e da APCEF/SP, ressalta a importância de combater esse tipo de prática, que provoca um aumento da pressão sobre os empregados: “A cobrança de metas individuais, muitas vezes abusivas, gera assédio moral e o adoecimento do bancário, além de estimular uma competição predatória entre os empregados de uma mesma agência”.
O Programa de Gestão de Desempenho de Pessoas, que já está em vigor em muitas unidades, tem outro problema: a exposição dos empregados, que é coibida pela cláusula 36 do Acordo Coletivo dos Bancários referente ao Monitoramento de Resultados.
De acordo com o Acordo Coletivo vigente “os bancos não exporão, publicamente, o ranking individual de seus empregados” e “é vedada a cobrança de cumprimento de resultados por torpedos (SMS), pelo gestor, no telefone particular do empregado”.
A APCEF/SP relatou que desde a implantação do Programa, vem recebendo uma série denúncias de empregados de várias unidades que sofrem com pressão e assédio para cumprimento de metas.
“Nós sabemos o quanto isso é prejudicial às condições de trabalho dos empregados. As consequências serão ainda mais adoecimentos. Por isso, a APCEF/SP e as entidades representativas repudiam a atitude da Caixa e já pediram a revogação da medida”, afirma o presidente da APCEF/SP Kardec de Jesus Bezerra.
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