07/05/2013
Representantes dos empregados reúnem-se com presidente da Caixa durante Feirão da Casa Própria na capital
Em 3 de maio, dirigentes da APCEF, da Comissão Executiva dos Empregados (CEE-Caixa), do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e da Fetec/SP reuniram-se com o presidente da Caixa, Jorge Hereda, logo após a abertura oficial do 9º Feirão da Casa Própria do banco, na capital. O objetivo do encontro foi tratar de itens pendentes da campanha salarial do ano passado e, ainda, pedir soluções para os problemas enfrentados pelos trabalhadores no dia a dia do banco.
Descomissionamento - o primeiro assunto abordado foi referente à criação de critérios para descomissionamento, compromisso assumido pela direção da Caixa na campanha de 2012 e que não foi cumprido dentro do prazo estipulado - 31 de março.
Os representantes dos empregados argumentaram que a falta de regras para o descomissionamento permite que muitos gestores façam uso da ferramenta para a prática de assédio e pressão. Os empregados comissionados vivem em um ambiente de incertezas quanto ao futuro profissional, uma vez que possuem uma função hoje, mas podem amanhecer, no dia seguinte, sem a mesma, não havendo a necessidade de apresentação de uma justificativa plausível para tal decisão pelo gestor.
De acordo com o presidente da Caixa, o descomissionamento é uma ferramenta de gestão do banco e, por esta razão, não pode ser retirada ou movida por regras que a cerceiem.
“Será necessária muita persistência por parte dos empregados na luta pela criação de regras para o descomissionamento, pois a direção da Caixa, de acordo com palavras do próprio presidente do banco, não está disposta a abrir mão da ferramenta ou mesmo a discutir o assunto em mesa de negociação”, comentou o diretor-presidente da APCEF, Sérgio Takemoto, presente à reunião.
Tesoureiros - questionado sobre o plano de ação para resolver situações relacionadas à saúde, à segurança e às condições de trabalho dos tesoureiros, Jorge Hereda afirmou que já orientou o setor da Caixa para que tome as providências necessárias a fim de proporcionar um ambiente digno para todos os empregados.
Mais empregados - em relação ao número insuficiente de trabalhadores nas unidades, a representação dos empregados salientou que o problema acontece, inclusive, nas agências novas, que iniciam suas atividades, muitas vezes, com quatro ou cinco pessoas.
Tal citação causou “espanto” no presidente da Caixa. De acordo com Jorge Hereda, a orientação da direção é para que sejam abertas unidades com o número suficiente de empregados para suprir a demanda. Afirmou, ainda, que não há um limite para contratação de novos trabalhadores.
Representante dos empregados no Conselho da Caixa - ao ser questionado sobre os critérios estabelecidos para a participação dos trabalhadores no Conselho de Administração do banco – os quais, atualmente, impedem que 80% do corpo funcional se candidate ao cargo -, Jorge Hereda informou que a solicitação de alteração estatutária proposta pela representação dos empregados é de alçada do próprio Conselho de Administração.
Postura - no encontro, os dirigentes sindicais enfatizaram a necessidade de uma mudança de postura da direção da Caixa, em especial, na mesa de negociação. “Queremos respeito aos compromissos assumidos nos acordos, no que se refere às cláusulas, aos prazos e à adoção de medidas que melhorem as condições de trabalho nas agências e departamentos” - diz um trecho de uma carta entregue ao presidente do banco na reunião.
Pedido - Jorge Hereda solicitou à representação dos empregados que envie todas as reivindicações e pendências diretamente para a presidência. “Responderei item a item”, afirmou o presidente da Caixa.
No final do encontro, o diretor-presidente da APCEF entregou a Jorge Hereda uma camiseta da campanha “Sou da Caixa, faço um Brasil melhor – sobra trabalho, faltam estrutura e reconhecimento”.
“O presidente da Caixa comprometeu-se a dar um posicionamento sobre todos os itens levados pela representação dos empregados à mesa de negociação. Cobraremos o compromisso assumido por Jorge Hereda e continuaremos na luta para que a Caixa valorize e respeite o seu principal patrimônio: seus trabalhadores”, afirmou Sérgio Takemoto.
Descomissionamento - o primeiro assunto abordado foi referente à criação de critérios para descomissionamento, compromisso assumido pela direção da Caixa na campanha de 2012 e que não foi cumprido dentro do prazo estipulado - 31 de março.
Os representantes dos empregados argumentaram que a falta de regras para o descomissionamento permite que muitos gestores façam uso da ferramenta para a prática de assédio e pressão. Os empregados comissionados vivem em um ambiente de incertezas quanto ao futuro profissional, uma vez que possuem uma função hoje, mas podem amanhecer, no dia seguinte, sem a mesma, não havendo a necessidade de apresentação de uma justificativa plausível para tal decisão pelo gestor.
De acordo com o presidente da Caixa, o descomissionamento é uma ferramenta de gestão do banco e, por esta razão, não pode ser retirada ou movida por regras que a cerceiem.
“Será necessária muita persistência por parte dos empregados na luta pela criação de regras para o descomissionamento, pois a direção da Caixa, de acordo com palavras do próprio presidente do banco, não está disposta a abrir mão da ferramenta ou mesmo a discutir o assunto em mesa de negociação”, comentou o diretor-presidente da APCEF, Sérgio Takemoto, presente à reunião.
Tesoureiros - questionado sobre o plano de ação para resolver situações relacionadas à saúde, à segurança e às condições de trabalho dos tesoureiros, Jorge Hereda afirmou que já orientou o setor da Caixa para que tome as providências necessárias a fim de proporcionar um ambiente digno para todos os empregados.
Mais empregados - em relação ao número insuficiente de trabalhadores nas unidades, a representação dos empregados salientou que o problema acontece, inclusive, nas agências novas, que iniciam suas atividades, muitas vezes, com quatro ou cinco pessoas.
Tal citação causou “espanto” no presidente da Caixa. De acordo com Jorge Hereda, a orientação da direção é para que sejam abertas unidades com o número suficiente de empregados para suprir a demanda. Afirmou, ainda, que não há um limite para contratação de novos trabalhadores.
Representante dos empregados no Conselho da Caixa - ao ser questionado sobre os critérios estabelecidos para a participação dos trabalhadores no Conselho de Administração do banco – os quais, atualmente, impedem que 80% do corpo funcional se candidate ao cargo -, Jorge Hereda informou que a solicitação de alteração estatutária proposta pela representação dos empregados é de alçada do próprio Conselho de Administração.
Postura - no encontro, os dirigentes sindicais enfatizaram a necessidade de uma mudança de postura da direção da Caixa, em especial, na mesa de negociação. “Queremos respeito aos compromissos assumidos nos acordos, no que se refere às cláusulas, aos prazos e à adoção de medidas que melhorem as condições de trabalho nas agências e departamentos” - diz um trecho de uma carta entregue ao presidente do banco na reunião.
Pedido - Jorge Hereda solicitou à representação dos empregados que envie todas as reivindicações e pendências diretamente para a presidência. “Responderei item a item”, afirmou o presidente da Caixa.
No final do encontro, o diretor-presidente da APCEF entregou a Jorge Hereda uma camiseta da campanha “Sou da Caixa, faço um Brasil melhor – sobra trabalho, faltam estrutura e reconhecimento”.
“O presidente da Caixa comprometeu-se a dar um posicionamento sobre todos os itens levados pela representação dos empregados à mesa de negociação. Cobraremos o compromisso assumido por Jorge Hereda e continuaremos na luta para que a Caixa valorize e respeite o seu principal patrimônio: seus trabalhadores”, afirmou Sérgio Takemoto.
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