22/04/2013
Negociações permanentes: e o DESRESPEITO continua...
A objetividade e o respeito parecem não fazer parte da “cartilha de gestão” da direção da Caixa mesmo.
Prova disso foi o (des)enrolar da reunião entre o banco e os representantes dos empregados.
Na rodada de negociação permanente ocorrida em 17 de abril, na capital federal, a direção da empresa ou disse NÃO às reivindicações dos trabalhadores ou afirmou NÃO saber nada à respeito de denúncias de más condições de trabalho dos empregados.
Primeiro NÃO - nem mesmo a prerrogativa de o descomissionamento de função gratificada fazer parte do acordo coletivo de trabalho assinado pela Caixa em 2012 fez com que a direção da empresa cumprisse o que se comprometeu a fazer em relação ao assunto.
Na campanha salarial, os representantes do banco ficaram de elaborar, até 31 de março deste ano, para a apreciação dos trabalhadores, critérios para descomissionamento.
O coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE-Caixa), Jair Pedro Ferreira, chegou a entregar, em rodada de negociação no último mês de fevereiro, um documento à Caixa com as propostas levantadas junto aos empregados para subsidiar a definição das regras de descomissionamento.
Contudo, na reunião de 17 de abril, depois de todo o processo de negociação sobre o tema, a direção da Caixa simplesmente alegou que não possui uma ferramenta para avaliação de desempenho, o que a impede de definir regras para descomissionamentos.
Os representantes da Caixa limitaram-se, apenas, a apresentar um relatório das movimentações em cargos de função realizadas em 2012, com base no qual “entenderam” que não se faz necessário definir normas. ABSURDO!
Segundo NÃO - a direção da Caixa manteve a posição de intransigência e NÃO aceitou negociar a redução da carga horária de capacitação a distância da Universidade Caixa.
Com isso ficou mantido o que prevê o acordo coletivo: carga horária de 70 horas anuais, com a realização de 6 horas-aulas por mês dentro da jornada. A empresa comprometeu-se a incluir, no texto da cartilha de divulgação da promoção por mérito, a íntegra da cláusula para que todos os empregados tomem conhecimento.
Para o diretor-presidente da APCEF, Sérgio Takemoto, não há empenho da Caixa no sentido de proporcionar condições para a realização dos cursos. “Em nenhuma das unidades visitadas pela Associação no Estado existe um espaço destinado aos empregados para o estudo e tampouco um cronograma ou uma escala para tal. No entanto, as 70 horas são constantemente cobradas”, disse.
Terceiro NÃO - sobre o Conselho de Administração, os representantes dos trabalhadores protestaram contra a posição da Caixa em não modificar as exigências para os candidatos a representante dos trabalhadores no órgão da empresa.
As condições mantidas no estatuto inviabilizam a candidatura de 80% dos empregados. “Continuaremos a insistir para que a decisão seja revogada, de modo a colocar fim à discriminação da participação da maior parte dos trabalhadores no processo eleitoral”, ressaltou o coordenador da CEE-Caixa.
Quarto NÃO - a direção da Caixa também NÃO cumpriu a cláusula 52 do acordo aditivo do banco, que trata da criação de um plano de ação para resolução definitiva das situações apontadas sobre saúde, segurança e condições de trabalho dos tesoureiros.
Como consequência disso, os empregados do setor continuam sobrecarregados e a extrapolação da jornada é constante. Há, também, diversas Rerets sem tesoureiros ou com número muito aquém do suficiente para atender à demanda. Em muitas unidades, a segurança dos empregados está comprometida por causa da falta de corredores exclusivos para o abastecimento dos ATMs.
“É preciso SERIEDADE da direção da Caixa na mesa de negociação, pois a função dos debates é a chegada a um consenso que atenda às necessidades da empresa e às reivindicações dos empregados. O que não pode é o banco ficar nessa enrolação e, inclusive, passar por cima de itens acordados na campanha salarial”, afirmou o diretor-presidente da APCEF.
Prova disso foi o (des)enrolar da reunião entre o banco e os representantes dos empregados.
Na rodada de negociação permanente ocorrida em 17 de abril, na capital federal, a direção da empresa ou disse NÃO às reivindicações dos trabalhadores ou afirmou NÃO saber nada à respeito de denúncias de más condições de trabalho dos empregados.
Primeiro NÃO - nem mesmo a prerrogativa de o descomissionamento de função gratificada fazer parte do acordo coletivo de trabalho assinado pela Caixa em 2012 fez com que a direção da empresa cumprisse o que se comprometeu a fazer em relação ao assunto.
Na campanha salarial, os representantes do banco ficaram de elaborar, até 31 de março deste ano, para a apreciação dos trabalhadores, critérios para descomissionamento.
O coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE-Caixa), Jair Pedro Ferreira, chegou a entregar, em rodada de negociação no último mês de fevereiro, um documento à Caixa com as propostas levantadas junto aos empregados para subsidiar a definição das regras de descomissionamento.
Contudo, na reunião de 17 de abril, depois de todo o processo de negociação sobre o tema, a direção da Caixa simplesmente alegou que não possui uma ferramenta para avaliação de desempenho, o que a impede de definir regras para descomissionamentos.
Os representantes da Caixa limitaram-se, apenas, a apresentar um relatório das movimentações em cargos de função realizadas em 2012, com base no qual “entenderam” que não se faz necessário definir normas. ABSURDO!
Segundo NÃO - a direção da Caixa manteve a posição de intransigência e NÃO aceitou negociar a redução da carga horária de capacitação a distância da Universidade Caixa.
Com isso ficou mantido o que prevê o acordo coletivo: carga horária de 70 horas anuais, com a realização de 6 horas-aulas por mês dentro da jornada. A empresa comprometeu-se a incluir, no texto da cartilha de divulgação da promoção por mérito, a íntegra da cláusula para que todos os empregados tomem conhecimento.
Para o diretor-presidente da APCEF, Sérgio Takemoto, não há empenho da Caixa no sentido de proporcionar condições para a realização dos cursos. “Em nenhuma das unidades visitadas pela Associação no Estado existe um espaço destinado aos empregados para o estudo e tampouco um cronograma ou uma escala para tal. No entanto, as 70 horas são constantemente cobradas”, disse.
Terceiro NÃO - sobre o Conselho de Administração, os representantes dos trabalhadores protestaram contra a posição da Caixa em não modificar as exigências para os candidatos a representante dos trabalhadores no órgão da empresa.
As condições mantidas no estatuto inviabilizam a candidatura de 80% dos empregados. “Continuaremos a insistir para que a decisão seja revogada, de modo a colocar fim à discriminação da participação da maior parte dos trabalhadores no processo eleitoral”, ressaltou o coordenador da CEE-Caixa.
Quarto NÃO - a direção da Caixa também NÃO cumpriu a cláusula 52 do acordo aditivo do banco, que trata da criação de um plano de ação para resolução definitiva das situações apontadas sobre saúde, segurança e condições de trabalho dos tesoureiros.
Como consequência disso, os empregados do setor continuam sobrecarregados e a extrapolação da jornada é constante. Há, também, diversas Rerets sem tesoureiros ou com número muito aquém do suficiente para atender à demanda. Em muitas unidades, a segurança dos empregados está comprometida por causa da falta de corredores exclusivos para o abastecimento dos ATMs.
“É preciso SERIEDADE da direção da Caixa na mesa de negociação, pois a função dos debates é a chegada a um consenso que atenda às necessidades da empresa e às reivindicações dos empregados. O que não pode é o banco ficar nessa enrolação e, inclusive, passar por cima de itens acordados na campanha salarial”, afirmou o diretor-presidente da APCEF.
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