10/09/2026
Itaú paga PLR e PCR dia 24 de setembro
O banco Itaú informou que irá pagar a antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e dos valores referentes à Participação Complementar nos Resultados (PCR) no dia 24 de setembro.
O anúncio acontece um dia após a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2026/2028, que inclui, entre as propostas negociadas pelo Comando Nacional dos Bancários com a Fenaban, a correção pelo acumulado de setembro de 2025 a agosto de 2026, acrescido do aumento real de 0,6%, sobre os salários e em todas as demais verbas, englobando a PLR (com o reajuste tanto na regra básica, quanto na parcela adicional).
O Comando também negociou o crédito da PLR ainda em setembro.
Pela regra básica, será pago o valor correspondente a 54% do salário-base mais um valor fixo, com limite ainda não definido, porque o índice de inflação será divulgado pelo IBGE só amanhã, sexta-feira (11). O valor tem um teto de 12,8% do lucro do semestre.
Pela parcela adicional, o valor de antecipação corresponde à distribuição linear de 2,2% do lucro do semestre, com limite que também dependerá da divulgação do INPC de setembro de 2025 a agosto de 2026.
PCR
Em relação ao Programa Complementar de Remuneração (PCR), o valor a ser pago corresponderá a R$ 4.096,42 (ROE acima de 22,1%), mais o reajuste da categoria (INPC + 0,6%).
O diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Ricardo Jorge Nassar Junior, reforça que tanto a PLR quanto o PCR são resultados da luta da categoria nas mesas de negociação com o banco.
"A antecipação da PLR é fruto direto da organização coletiva, da mobilização permanente e de negociações com o setor financeiro. É uma conquista construída com luta, unidade e representação sindical forte, que reafirma que direitos não são concessões dos bancos, mas resultado da pressão e da capacidade de articulação das trabalhadoras e dos trabalhadores."
"As conquistas se deram pela mobilização da categoria e precisamos nos manter unidos para enfrentar o que está por vir, porque agora vamos debater os problemas específicos do Itaú. Vamos começar uma luta em defesa dos empregos, contra o fechamento das agências, por transparência nas reestruturações, pelo fim do assédio e das metas inalcançáveis e por mais respeito”, completa a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, Valeska Pincovai.
O anúncio acontece um dia após a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2026/2028, que inclui, entre as propostas negociadas pelo Comando Nacional dos Bancários com a Fenaban, a correção pelo acumulado de setembro de 2025 a agosto de 2026, acrescido do aumento real de 0,6%, sobre os salários e em todas as demais verbas, englobando a PLR (com o reajuste tanto na regra básica, quanto na parcela adicional).
O Comando também negociou o crédito da PLR ainda em setembro.
Pela regra básica, será pago o valor correspondente a 54% do salário-base mais um valor fixo, com limite ainda não definido, porque o índice de inflação será divulgado pelo IBGE só amanhã, sexta-feira (11). O valor tem um teto de 12,8% do lucro do semestre.
Pela parcela adicional, o valor de antecipação corresponde à distribuição linear de 2,2% do lucro do semestre, com limite que também dependerá da divulgação do INPC de setembro de 2025 a agosto de 2026.
PCR
Em relação ao Programa Complementar de Remuneração (PCR), o valor a ser pago corresponderá a R$ 4.096,42 (ROE acima de 22,1%), mais o reajuste da categoria (INPC + 0,6%).
O diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Ricardo Jorge Nassar Junior, reforça que tanto a PLR quanto o PCR são resultados da luta da categoria nas mesas de negociação com o banco.
"A antecipação da PLR é fruto direto da organização coletiva, da mobilização permanente e de negociações com o setor financeiro. É uma conquista construída com luta, unidade e representação sindical forte, que reafirma que direitos não são concessões dos bancos, mas resultado da pressão e da capacidade de articulação das trabalhadoras e dos trabalhadores."
"As conquistas se deram pela mobilização da categoria e precisamos nos manter unidos para enfrentar o que está por vir, porque agora vamos debater os problemas específicos do Itaú. Vamos começar uma luta em defesa dos empregos, contra o fechamento das agências, por transparência nas reestruturações, pelo fim do assédio e das metas inalcançáveis e por mais respeito”, completa a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, Valeska Pincovai.
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