09/09/2026
Bancários assinam CCT nesta quarta-feira (9); empregados da Caixa entram em greve a partir do dia 10
Bancários e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) assinam, nesta quarta-feira (9), em São Paulo, a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria.
Na base de Catanduva e região, os trabalhadores de bancos privados aprovaram a proposta em assembleia.
A nova CCT garante a reposição integral da inflação, medida pelo INPC, acrescida de aumento real de 0,6% nos próximos dois anos, aplicado aos salários e a todas as demais verbas remuneratórias, como Vale-Alimentação (VA), Vale-Refeição (VR), Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e auxílios.
Além dos ganhos econômicos, a renovação da Convenção Coletiva assegura importantes avanços para a categoria. Entre eles estão medidas para o combate ao adoecimento mental e ao assédio, o direito à desconexão fora do horário de trabalho, regras de transparência e limites para o monitoramento digital dos trabalhadores, além de um programa de qualificação e recolocação profissional.
“Foram 13 rodadas de negociação e mais de dois meses de mobilização e diálogo com o setor mais lucrativo do país. A assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho representa uma importante conquista da categoria bancária, que, mais uma vez, demonstrou sua capacidade de organização e unidade para defender direitos e avançar em novas conquistas. Garantimos aumento real por dois anos e a manutenção de todas as cláusulas da nossa CCT”, afirma Neiva Ribeiro, uma das coordenadoras do Comando Nacional dos bancários.
“Garantir esses direitos é também criar condições para que a categoria esteja mais organizada e preparada para enfrentar os desafios do mundo do trabalho. Entre nossas prioridades estão o debate sobre a NR-1, o enfrentamento às metas abusivas e a busca por relações e ambientes de trabalho mais saudáveis. Ao mesmo tempo, precisamos lutar por uma regulação do sistema financeiro que coloque os trabalhadores e trabalhadoras no centro da proteção, combatendo a terceirização predatória, a pejotização e outras formas de contratação precária que ganharam espaço após a reforma trabalhista e que fragilizam direitos”, acrescenta o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Roberto Vicentim.
A CCT também prevê melhorias na indenização destinada aos trabalhadores de bancos privados demitidos em decorrência do fechamento de agências.
Caixa entra em greve e BB tem nova assembleia nos dias 10 e 11
Enquanto os bancos privados avançaram na renovação da CCT, os funcionários do BB rejeitaram a proposta e aprovaram a reabertura das negociações sobre o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico. Durante a reunião na terça-feira (8), o banco reafirmou que chegou ao limite da proposta apresentada anteriormente. Com isso, uma nova assembleia será realizada nos dias 10 e 11.
Já os empregados da Caixa decidiram pela greve após rejeitarem a proposta de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), em assembleia encerrada às 19h do dia 4 de setembro.
Com a decisão, os trabalhadores entram em greve por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira, 10 de setembro.
Ontem (8), a Caixa enviou um ofício à Contraf-CUT chamando a entidade para uma reunião de negociação na tarde desta quarta-feira (9).
Na base de Catanduva e região, os trabalhadores de bancos privados aprovaram a proposta em assembleia.
A nova CCT garante a reposição integral da inflação, medida pelo INPC, acrescida de aumento real de 0,6% nos próximos dois anos, aplicado aos salários e a todas as demais verbas remuneratórias, como Vale-Alimentação (VA), Vale-Refeição (VR), Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e auxílios.
Além dos ganhos econômicos, a renovação da Convenção Coletiva assegura importantes avanços para a categoria. Entre eles estão medidas para o combate ao adoecimento mental e ao assédio, o direito à desconexão fora do horário de trabalho, regras de transparência e limites para o monitoramento digital dos trabalhadores, além de um programa de qualificação e recolocação profissional.
“Foram 13 rodadas de negociação e mais de dois meses de mobilização e diálogo com o setor mais lucrativo do país. A assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho representa uma importante conquista da categoria bancária, que, mais uma vez, demonstrou sua capacidade de organização e unidade para defender direitos e avançar em novas conquistas. Garantimos aumento real por dois anos e a manutenção de todas as cláusulas da nossa CCT”, afirma Neiva Ribeiro, uma das coordenadoras do Comando Nacional dos bancários.
“Garantir esses direitos é também criar condições para que a categoria esteja mais organizada e preparada para enfrentar os desafios do mundo do trabalho. Entre nossas prioridades estão o debate sobre a NR-1, o enfrentamento às metas abusivas e a busca por relações e ambientes de trabalho mais saudáveis. Ao mesmo tempo, precisamos lutar por uma regulação do sistema financeiro que coloque os trabalhadores e trabalhadoras no centro da proteção, combatendo a terceirização predatória, a pejotização e outras formas de contratação precária que ganharam espaço após a reforma trabalhista e que fragilizam direitos”, acrescenta o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Roberto Vicentim.
A CCT também prevê melhorias na indenização destinada aos trabalhadores de bancos privados demitidos em decorrência do fechamento de agências.
Caixa entra em greve e BB tem nova assembleia nos dias 10 e 11
Enquanto os bancos privados avançaram na renovação da CCT, os funcionários do BB rejeitaram a proposta e aprovaram a reabertura das negociações sobre o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico. Durante a reunião na terça-feira (8), o banco reafirmou que chegou ao limite da proposta apresentada anteriormente. Com isso, uma nova assembleia será realizada nos dias 10 e 11.
Já os empregados da Caixa decidiram pela greve após rejeitarem a proposta de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), em assembleia encerrada às 19h do dia 4 de setembro.
Com a decisão, os trabalhadores entram em greve por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira, 10 de setembro.
Ontem (8), a Caixa enviou um ofício à Contraf-CUT chamando a entidade para uma reunião de negociação na tarde desta quarta-feira (9).
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