10/09/2026
Empregados da Caixa iniciam greve por tempo indeterminado em Catanduva e região
Os empregados da Caixa Econômica Federal, lotados na base do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, iniciaram nesta quinta-feira (10) uma greve por tempo indeterminado. A paralisação faz parte do movimento nacional da categoria em defesa de avanços no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Na quarta-feira (9), o Sindicato percorreu todas as agências para dialogar com a categoria, sanar dúvidas e fortalecer a mobilização. Já nesta quinta-feira (10), desde as primeiras horas do movimento, a diretoria do Sindicato esteve acompanhando as atividades, reforçando o compromisso da entidade com a defesa dos direitos e das reivindicações dos empregados.
A greve foi definida democraticamente em assembleia, após a categoria rejeitar a proposta apresentada pelo banco para a renovação do ACT. Em todo o país, a insatisfação dos empregados foi expressiva e levou à decisão pela paralisação. A mobilização também contribuiu para a retomada das negociações entre a Caixa e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE).
Saúde Caixa é um dos principais pontos de impasse
Entre os principais pontos que permanecem sem acordo está o Saúde Caixa. A representação dos empregados reivindica mudanças no modelo de custeio para garantir maior participação da Caixa e preservar os princípios de solidariedade e pacto intergeracional.
Atualmente, a participação da Caixa está limitada a 70% das despesas do plano ou a 6,5% da folha de pagamento e proventos, prevalecendo o menor valor. A CEE defende a retirada desse teto e a efetiva manutenção da lógica de custeio de 70% pela Caixa e 30% pelos beneficiários.
A proposta apresentada pelo banco também gerou resistência por prever aumento da participação dos usuários, com mudanças nas contribuições e no teto de comprometimento da renda familiar. Para a representação dos trabalhadores, a solução para a sustentabilidade do plano não pode ocorrer com a transferência de custos para empregados, aposentados e pensionistas.
Além do Saúde Caixa, permanecem em debate questões relacionadas à carreira e funções, condições de trabalho, contratação de novos empregados, teletrabalho, promoção por mérito, remuneração variável e outras reivindicações específicas da categoria.
Mobilização é fundamental para avançar
Para o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto, a mobilização demonstra a disposição dos empregados em defender seus direitos e pressionar o banco por uma proposta que atenda efetivamente às necessidades da categoria.
“A greve é uma decisão construída pela categoria e mostra que os empregados estão mobilizados e conscientes da importância de lutar por seus direitos. Neste momento, é fundamental manter a unidade, fortalecer o movimento e mostrar à Caixa que os trabalhadores esperam avanços na mesa de negociação”, afirma Tony.
A mobilização ocorre justamente em um momento de retomada das negociações. Após a forte rejeição da proposta nas assembleias realizadas pelo país, a Caixa voltou à mesa com a CEE nesta quarta-feira (9). A reunião terminou sem apresentação de uma nova proposta, e o banco se comprometeu a apresentar uma nova proposta nesta quinta-feira (10).
“Os trabalhadores da Caixa merecem ser valorizados. São eles que, todos os dias, garantem o atendimento à população, executam as políticas públicas e constroem o lucro do banco. A luta por melhores condições de trabalho, por um Saúde Caixa sustentável e por direitos é também uma luta pelo reconhecimento e pela valorização desses profissionais”, destaca Roberto Vicentim, presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região.
Negociação continua nesta quinta-feira (10)
A Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) segue em mesa de negociação com a direção do banco nesta quinta-feira (10), buscando avanços na proposta.
A retomada das negociações, no entanto, não suspende a greve. A paralisação por tempo indeterminado continua até que a categoria avalie os novos rumos do processo negocial e delibere sobre eventuais propostas apresentadas pelo banco.
O Sindicato permanece ao lado dos empregados, acompanhando de perto as negociações e a mobilização e oferecendo todo o apoio necessário aos trabalhadores durante o movimento.
Acompanhe os canais oficiais da entidade para informações atualizadas sobre a greve e os próximos passos da negociação.
Na quarta-feira (9), o Sindicato percorreu todas as agências para dialogar com a categoria, sanar dúvidas e fortalecer a mobilização. Já nesta quinta-feira (10), desde as primeiras horas do movimento, a diretoria do Sindicato esteve acompanhando as atividades, reforçando o compromisso da entidade com a defesa dos direitos e das reivindicações dos empregados.
A greve foi definida democraticamente em assembleia, após a categoria rejeitar a proposta apresentada pelo banco para a renovação do ACT. Em todo o país, a insatisfação dos empregados foi expressiva e levou à decisão pela paralisação. A mobilização também contribuiu para a retomada das negociações entre a Caixa e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE).
Saúde Caixa é um dos principais pontos de impasse
Entre os principais pontos que permanecem sem acordo está o Saúde Caixa. A representação dos empregados reivindica mudanças no modelo de custeio para garantir maior participação da Caixa e preservar os princípios de solidariedade e pacto intergeracional.
Atualmente, a participação da Caixa está limitada a 70% das despesas do plano ou a 6,5% da folha de pagamento e proventos, prevalecendo o menor valor. A CEE defende a retirada desse teto e a efetiva manutenção da lógica de custeio de 70% pela Caixa e 30% pelos beneficiários.
A proposta apresentada pelo banco também gerou resistência por prever aumento da participação dos usuários, com mudanças nas contribuições e no teto de comprometimento da renda familiar. Para a representação dos trabalhadores, a solução para a sustentabilidade do plano não pode ocorrer com a transferência de custos para empregados, aposentados e pensionistas.
Além do Saúde Caixa, permanecem em debate questões relacionadas à carreira e funções, condições de trabalho, contratação de novos empregados, teletrabalho, promoção por mérito, remuneração variável e outras reivindicações específicas da categoria.
Mobilização é fundamental para avançar
Para o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto, a mobilização demonstra a disposição dos empregados em defender seus direitos e pressionar o banco por uma proposta que atenda efetivamente às necessidades da categoria.
“A greve é uma decisão construída pela categoria e mostra que os empregados estão mobilizados e conscientes da importância de lutar por seus direitos. Neste momento, é fundamental manter a unidade, fortalecer o movimento e mostrar à Caixa que os trabalhadores esperam avanços na mesa de negociação”, afirma Tony.
A mobilização ocorre justamente em um momento de retomada das negociações. Após a forte rejeição da proposta nas assembleias realizadas pelo país, a Caixa voltou à mesa com a CEE nesta quarta-feira (9). A reunião terminou sem apresentação de uma nova proposta, e o banco se comprometeu a apresentar uma nova proposta nesta quinta-feira (10).
“Os trabalhadores da Caixa merecem ser valorizados. São eles que, todos os dias, garantem o atendimento à população, executam as políticas públicas e constroem o lucro do banco. A luta por melhores condições de trabalho, por um Saúde Caixa sustentável e por direitos é também uma luta pelo reconhecimento e pela valorização desses profissionais”, destaca Roberto Vicentim, presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região.
Negociação continua nesta quinta-feira (10)
A Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) segue em mesa de negociação com a direção do banco nesta quinta-feira (10), buscando avanços na proposta.
A retomada das negociações, no entanto, não suspende a greve. A paralisação por tempo indeterminado continua até que a categoria avalie os novos rumos do processo negocial e delibere sobre eventuais propostas apresentadas pelo banco.
O Sindicato permanece ao lado dos empregados, acompanhando de perto as negociações e a mobilização e oferecendo todo o apoio necessário aos trabalhadores durante o movimento.
Acompanhe os canais oficiais da entidade para informações atualizadas sobre a greve e os próximos passos da negociação.
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