14/08/2025
Faltam 8 dias para o início da 27ª Conferência Nacional dos Bancários
A Contraf-CUT e o Comando Nacional dos Bancários estão nos preparativos finais para a 27ª Conferência Nacional dos Trabalhadores das Bancárias e Bancários, que vai reunir mais de 650 trabalhadores do setor, em São Paulo, entre os dias 22 e 24 de agosto, para definir as prioridades e o plano de lutas da categoria até o ano que vem.
A Conferência Nacional é precedida por 11 conferências estaduais, ou regionais, que reúnem bancários em todo o país em debates sobre diversas questões do dia a dia de trabalho da categoria e da sociedade brasileira. Além das conferências regionais da categoria, são realizados encontros estaduais/regionais de trabalhadores de cada um dos principais bancos do país. As propostas trazidas destas conferências e encontros específicos por bancos se juntam aos resultados da Consulta Nacional às bancárias e aos bancários, que contou com mais de 33 mil respondentes para servir como base para a definição das resoluções da Conferência Nacional.
“É um processo bastante democrático, do qual toda a categoria pode participar, apontando suas prioridades em questões, relacionadas à defesa do emprego bancário, à implementação de novas tecnologias nos bancos, ao adoecimento relacionado ao trabalho, ao preconceito e equidade, à melhoria dos salários e rendas complementares, enfim mais específicas da categoria”, explicou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e vice-presidenta da CUT, Juvandia Moreira, que é uma das coordenadoras do Comando Nacional do Bancários. “Mas também outras que envolvem a classe trabalhadora em geral e a sociedade como um todo, ligadas ao orçamento familiar; isenção de imposto de renda e outras questões tributárias; jornada de trabalho; crédito pessoal; e igualdade de gênero”, completou.
"Mesmo sem uma campanha nacional neste ano, em função do acordo de dois anos conquistado em 2024, a Conferência Nacional dos Bancários segue sendo um momento estratégico e indispensável para o fortalecimento da nossa organização. É nesse espaço democrático que reafirmamos o compromisso com os reais anseios da categoria, debatemos os desafios do presente e projetamos o futuro da nossa luta. A força do movimento sindical bancário está justamente na construção coletiva, na escuta ativa dos trabalhadores e na atuação firme em defesa dos direitos e da valorização de toda a classe trabalhadora. Seguiremos unidos, atentos e mobilizados, porque só assim garantimos avanços concretos!", acrescentou o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Roberto Vicentim.
A Conferência Nacional é precedida por 11 conferências estaduais, ou regionais, que reúnem bancários em todo o país em debates sobre diversas questões do dia a dia de trabalho da categoria e da sociedade brasileira. Além das conferências regionais da categoria, são realizados encontros estaduais/regionais de trabalhadores de cada um dos principais bancos do país. As propostas trazidas destas conferências e encontros específicos por bancos se juntam aos resultados da Consulta Nacional às bancárias e aos bancários, que contou com mais de 33 mil respondentes para servir como base para a definição das resoluções da Conferência Nacional.
“É um processo bastante democrático, do qual toda a categoria pode participar, apontando suas prioridades em questões, relacionadas à defesa do emprego bancário, à implementação de novas tecnologias nos bancos, ao adoecimento relacionado ao trabalho, ao preconceito e equidade, à melhoria dos salários e rendas complementares, enfim mais específicas da categoria”, explicou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e vice-presidenta da CUT, Juvandia Moreira, que é uma das coordenadoras do Comando Nacional do Bancários. “Mas também outras que envolvem a classe trabalhadora em geral e a sociedade como um todo, ligadas ao orçamento familiar; isenção de imposto de renda e outras questões tributárias; jornada de trabalho; crédito pessoal; e igualdade de gênero”, completou.
"Mesmo sem uma campanha nacional neste ano, em função do acordo de dois anos conquistado em 2024, a Conferência Nacional dos Bancários segue sendo um momento estratégico e indispensável para o fortalecimento da nossa organização. É nesse espaço democrático que reafirmamos o compromisso com os reais anseios da categoria, debatemos os desafios do presente e projetamos o futuro da nossa luta. A força do movimento sindical bancário está justamente na construção coletiva, na escuta ativa dos trabalhadores e na atuação firme em defesa dos direitos e da valorização de toda a classe trabalhadora. Seguiremos unidos, atentos e mobilizados, porque só assim garantimos avanços concretos!", acrescentou o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Roberto Vicentim.
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