24/05/2023
Demissões, sobrecarga, filas nas agências: #AVergonhaContinuaBradesco chega aos trending topics do Twitter
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e região participou na manhã desta quarta-feira (24) de um tuitaço nacional contra as demissões, fechamento de agências e as metas abusivas praticadas pelo Bradesco, com a #AVergonhaContinuaBradesco.
A mobilização nas redes visou expor a irresponsabilidade social do banco, que lucra alto e devolve esse resultado à sociedade com corte de empregos e mau atendimento a usuários e correntistas. Com bastante engajamento, o assunto chegou ao terceiro lugar nos trending topics Brasil e se manteve entre os sete primeiros por mais de duas horas após o início do tuitaço.
"Nossa ação faz parte da campanha que denuncia a postura do banco. Mesmo com lucro de R$ 4,3 bilhões só no 1º trimestre deste ano, o Bradesco está cortando empregos, sobrecarregando os funcionários, fechando agências e oferecendo péssimo atendimento aos clientes, que inclui insegurança nas unidades de negócio. O quadro de funcionários nas agências já é extremamente enxuto e essa economia tem sido prejudicial à toda a sociedade, tanto por restringir e dificultar o acesso da população aos serviços bancários como por contribuir com o desemprego no Brasil aos colocar seus funcionários na rua", destaca o diretor do Sindicato, Luiz Eduardo Campolungo.
Nas últimas mesas de negociação com o Bradesco, esses problemas apareceram de maneira frequente. “O banco já disse, em momento anterior, que o fechamento de unidades segue uma tendência do setor, o avanço tecnológico, e que é um movimento constante de avaliação de cenário. Mas nenhum avanço tecnológico justifica o que a gente tem visto ultimamente, sobretudo em regiões mais afastadas dos centros comerciais: filas enormes, às vezes para fora da unidade, agências com poucas pessoas para realizar atendimento, sem contar a pressão velada para encaminhar os clientes de menor renda para atendimento no Bradesco Expresso”, conta Erica de Oliveira, representante de São Paulo na Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco.
O movimento sindical tem acompanhado o esforço dos bancários para atender os clientes, e constatado que realmente falta gente; e tem acompanhado também as demissões promovidas pelo banco nos departamentos. Essas demissões têm gerado enorme apreensão entre os bancários. Muitos deles têm bastante tempo de banco e estão próximos da aposentadoria.
"O banco promoveu o fechamento de 2.169 postos de trabalho de janeiro a março deste ano, paralelamente ao aumento do número de clientes, que cresceu em 1,9 milhão nos últimos 12 meses. Apopulação precisa saber que os bancários, sobrecarregados, são tão vítimas quanto ela. A categoria bancária, clientes e Sindicato precisam estar unidos para inverter essa lógica e manter os direitos dos trabalhadores, por isso a importância da nossa mobilização. Estamos em luta e não mediremos esforços para barrar esta falta de responsabilidade social”, reforça Eduardo, diretor do Sindicato.
A mobilização nas redes visou expor a irresponsabilidade social do banco, que lucra alto e devolve esse resultado à sociedade com corte de empregos e mau atendimento a usuários e correntistas. Com bastante engajamento, o assunto chegou ao terceiro lugar nos trending topics Brasil e se manteve entre os sete primeiros por mais de duas horas após o início do tuitaço.
"Nossa ação faz parte da campanha que denuncia a postura do banco. Mesmo com lucro de R$ 4,3 bilhões só no 1º trimestre deste ano, o Bradesco está cortando empregos, sobrecarregando os funcionários, fechando agências e oferecendo péssimo atendimento aos clientes, que inclui insegurança nas unidades de negócio. O quadro de funcionários nas agências já é extremamente enxuto e essa economia tem sido prejudicial à toda a sociedade, tanto por restringir e dificultar o acesso da população aos serviços bancários como por contribuir com o desemprego no Brasil aos colocar seus funcionários na rua", destaca o diretor do Sindicato, Luiz Eduardo Campolungo.
Nas últimas mesas de negociação com o Bradesco, esses problemas apareceram de maneira frequente. “O banco já disse, em momento anterior, que o fechamento de unidades segue uma tendência do setor, o avanço tecnológico, e que é um movimento constante de avaliação de cenário. Mas nenhum avanço tecnológico justifica o que a gente tem visto ultimamente, sobretudo em regiões mais afastadas dos centros comerciais: filas enormes, às vezes para fora da unidade, agências com poucas pessoas para realizar atendimento, sem contar a pressão velada para encaminhar os clientes de menor renda para atendimento no Bradesco Expresso”, conta Erica de Oliveira, representante de São Paulo na Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco.
O movimento sindical tem acompanhado o esforço dos bancários para atender os clientes, e constatado que realmente falta gente; e tem acompanhado também as demissões promovidas pelo banco nos departamentos. Essas demissões têm gerado enorme apreensão entre os bancários. Muitos deles têm bastante tempo de banco e estão próximos da aposentadoria.
"O banco promoveu o fechamento de 2.169 postos de trabalho de janeiro a março deste ano, paralelamente ao aumento do número de clientes, que cresceu em 1,9 milhão nos últimos 12 meses. Apopulação precisa saber que os bancários, sobrecarregados, são tão vítimas quanto ela. A categoria bancária, clientes e Sindicato precisam estar unidos para inverter essa lógica e manter os direitos dos trabalhadores, por isso a importância da nossa mobilização. Estamos em luta e não mediremos esforços para barrar esta falta de responsabilidade social”, reforça Eduardo, diretor do Sindicato.
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