03/04/2023
COE Bradesco lamenta postura negativa do banco em reunião
Em reunião na última sexta-feira (31), com a direção do Bradesco, a Comissão de Organização dos Empregados (COE) cobrou o fim do fechamento de agências e das demissões decorrentes. O banco informou que o processo é resultado de estudos e que os funcionários estão sendo realocados e reaproveitados.
“Nós reforçamos a insegurança entre os funcionários quanto ao futuro do banco e a preocupação deles com o emprego”, revelou Magaly Fagundes, coordenadora da COE. “Solicitamos que o banco nos informasse qual a previsão para o fim do fechamento das agências, mas negaram ao dizer que não podem informar. Isso mostra que os fechamentos devem continuar, infelizmente”, completou.
No mesmo dia, durante a manhã, diretores do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região realizaram uma manifestação em frente a agência Urbana, unidade localizada em Catanduva que terá suas portas fechadas, para denunciar a política gananciosa da empresa à sociedade.
Dialogamos com a população, explicando os prejuízos para o município, clientes e usuários, e deixamos claro aos trabalhadores da unidade - que estão apreensivos com o anúncio - que estaremos atentos e vigilantes neste processo, tanto no que compete a transferência dos bancários, quanto a adaptação em outro local de trabalho”, explicou o secretário geral do Sindicato, Júlio César Trigo.
“Com toda a lucratividade que tem, o Bradesco não precisava encerrar essas unidades. Pelo contrário, deveria abrir mais agências e contratar mais bancários. Os investimentos deveriam ocorrer não somente no atendimento digital, mas também no presencial, beneficiando a população com atendimento de qualidade e seus trabalhadores, que já sofrem com a sobrecarga de trabalho e as metas abusivas e terão sua segurança ainda mais comprometida no modelo Unidade de Negócios. Funcionárias e funcionários devem denunciar ao Sindicato, por meio de nossos canais de comunicação, qualquer situação anormal”, reforçou o dirigente.
“Nós reforçamos a insegurança entre os funcionários quanto ao futuro do banco e a preocupação deles com o emprego”, revelou Magaly Fagundes, coordenadora da COE. “Solicitamos que o banco nos informasse qual a previsão para o fim do fechamento das agências, mas negaram ao dizer que não podem informar. Isso mostra que os fechamentos devem continuar, infelizmente”, completou.
No mesmo dia, durante a manhã, diretores do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região realizaram uma manifestação em frente a agência Urbana, unidade localizada em Catanduva que terá suas portas fechadas, para denunciar a política gananciosa da empresa à sociedade.
Dialogamos com a população, explicando os prejuízos para o município, clientes e usuários, e deixamos claro aos trabalhadores da unidade - que estão apreensivos com o anúncio - que estaremos atentos e vigilantes neste processo, tanto no que compete a transferência dos bancários, quanto a adaptação em outro local de trabalho”, explicou o secretário geral do Sindicato, Júlio César Trigo.
“Com toda a lucratividade que tem, o Bradesco não precisava encerrar essas unidades. Pelo contrário, deveria abrir mais agências e contratar mais bancários. Os investimentos deveriam ocorrer não somente no atendimento digital, mas também no presencial, beneficiando a população com atendimento de qualidade e seus trabalhadores, que já sofrem com a sobrecarga de trabalho e as metas abusivas e terão sua segurança ainda mais comprometida no modelo Unidade de Negócios. Funcionárias e funcionários devem denunciar ao Sindicato, por meio de nossos canais de comunicação, qualquer situação anormal”, reforçou o dirigente.

Outras reivindicações
Na reunião com a representação dos trabalhadores, o Bradesco também negou outras duas reivindicações, que é o auxílio academia, com a justificativa de já oferecer o Lig viva bem e convênios com academias pelo seguro saúde, com descontos que variam de 20% a 50%, e o reajuste do reembolso por quilometro rodado.
Metas – Cláusula 87 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT)
Nesta reunião, que foi a primeira de 2023, o banco informou que o conceito de metas se baseia no orçamento anual, com revisão mensal, distribuída por região, de acordo com a produtividade de cada região. A instituição afirmou que a meta é 100% mensal. “Ressaltamos que somos contra a meta individual, defendemos que seja semestral e não mensal”, avaliou Magaly.
A negociação sobre metas não terminou e uma nova reunião será marcada. “Precisamos construir um programa que não adoeça o trabalhador”, finalizou Magaly.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Movimento sindical cobra da Caixa informações sobre implementação das novas regras da NR-1
- Campanha Nacional: Movimento sindical pleiteia mais vagas para PCDs, jornada 4x3 e garantia do direito à desconexão
- Caravana da FETEC-CUT/SP percorre Catanduva com mobilização por direitos e mais agências
- COE e Comando Nacional dos Bancários entregam pauta de reivindicações ao Itaú e cobram valorização das negociações diante da reestruturação do banco
- Cliente ameaça funcionários do Mercantil em agência de Belo Horizonte e movimento sindical cobra reforço na segurança
- Campanha Nacional dos Bancários 2026 ganha ainda mais visibilidade na fachada do Sindicato
- Clube permanecerá fechado para manutenção no período de 1º a 14 de julho
- Atos pelo fim da escala 6x1 e pela redução da jornada mobilizam trabalhadores nesta terça-feira (30)
- Às vésperas da implementação, Itaú anuncia reestruturação do Uniclass sem saber como ela vai funcionar
- COE Itaú entrega pauta de reivindicações ao banco no dia 1º de julho
- Põe Mais Dinheiro Caixa! Afinal, o que é o teto?
- Caixa volta atrás, atende Sindicato e decide abonar horas dos jogos do Brasil na Copa
- CUSC cobra mais transparência e melhorias no atendimento durante reunião com gestores do Saúde Caixa
- Bancários cobram soluções do INSS para entraves no acesso a benefícios previdenciários
- Super Caixa: participe da consulta e fortaleça a luta por mudanças no programa de remuneração variável