01/02/2021
Comando Nacional cobrará da Fenaban mais proteção da categoria contra a pandemia de Covid-19

O Comando Nacional dos Bancários, representando o Sindicato nas negociações, e a Fenaban (federação dos bancos) voltarão a se reunir para discutir medidas de proteção da categoria, diante do aumento da pandemia de coronavírus no país. A negociação será nesta terça-feira, 2 de fevereiro, realizada de forma virtual.
Umas das reivindicações do movimento sindical será a ampliação do home office, que está deixando de ser adotado por alguns bancos.
“Com o agravamento da pandemia, os bancos precisam adotar novas medidas preventivas para proteger a categoria. Quando a pandemia começou, conseguimos tomar providências como o incremento do teletrabalho, além de medidas e cuidados nos locais de trabalho. Agora, precisamos redobrar os cuidados e até mesmo ampliar o teletrabalho para reduzir os riscos de contágio”, disse a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira.
“O número de casos no Brasil voltou a aumentar e já é maior do que nos piores momentos da pandemia. Além disso, estamos vendo diversos países avançarem na vacinação, enquanto ainda não chegamos perto de vacinar nem sequer os que fazem parte dos grupos prioritários, devido à incompetência e ao descaso criminosos do governo federal. Por isso, vamos cobrar dos bancos que intensifiquem as medidas protetivas. A ampliação do home office é fundamental para proteger a vida de bancários e suas famílias”, destacou Ivone Silva, uma das coordenadoras do Comando Nacional.
Ela acrescentou que o Comando cobrará também o reforço de outras medidas protetivas, como uso de equipamentos de segurança (máscaras, álcool em gel etc.) e a adoção do protocolo de segurança, como fechamento de agências onde há casos suspeitos ou confirmados, com testagem e afastamento dos trabalhadores.
Dados alarmantes
Segundo dados do consórcio de veículos da imprensa, o Brasil completou, na segunda-feira 25, cinco dias com médias de mortes por Covid acima de mil. A média de mortes em sete dias foi de 1.055, a maior desde 4 de agosto, quando a pandemia estava no início. Desde o registro do primeiro caso, em março, já se contabilizam 217.712 óbitos.
O número de casos no estado de São Paulo também aumentou. Levantamento feito na tarde de segunda-feira (1) pelos órgãos de imprensa mostrou que o Brasil registrou 9.204.386 casos de Covid 19 e 224.601 mortes.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva região defende que a vacina seja gratuita, para todos os brasileiros e aplicada pelo SUS.
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